AGRONEGÓCIO

Agência reguladora notifica Águas Cuiabá após vazamento que causou acidente com repórter

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A Agência Cuiabá Regula notificou, na manhã desta quinta-feira (16), a concessionária Águas Cuiabá após o acidente registrado durante uma reportagem no Bairro Porto. O repórter Derik Bueno, da TV Centro América, caiu quando a calçada em que estava cedeu por causa de um vazamento de água que se espalhava pela via. O episódio foi gravado por câmeras de segurança e rapidamente ganhou repercussão, chamando atenção para os riscos causados por falhas na rede de abastecimento.

De acordo com o presidente da Cuiabá Regula, Alexandre Cesar Lucas, o órgão agiu imediatamente após tomar conhecimento do fato. “Determinamos que a Águas Cuiabá proceda com o isolamento seguro da área e realize os trabalhos necessários para corrigir o vazamento e a infraestrutura danificada. Situações como essa representam risco evidente à população e exigem resposta rápida”, afirmou.

Ele explicou ainda que, ao identificar ou receber denúncias sobre ocorrências semelhantes, a agência notifica a concessionária e, caso sejam constatadas falhas técnicas, operacionais ou ausência de sinalização, o caso pode resultar em processo sancionador e aplicação de multa. “Destacamos uma equipe técnica ao local e reforçamos nosso compromisso com o rigor da fiscalização e com a segurança do cidadão, em especial do profissional de imprensa que estava no exercício de seu trabalho”, ressaltou.

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Em resposta à agência, a concessionária informou que há uma equipe reparando a rede de abastecimento que provocou o vazamento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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