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Ceará lança programa para revitalizar a produção de algodão e apoiar produtores rurais

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Retomada do algodão ganha destaque em políticas estaduais

A produção de algodão no Ceará volta a ser foco de políticas de desenvolvimento produtivo. A Secretaria do Desenvolvimento Econômico do Ceará anunciou o lançamento do Programa Estadual de Fortalecimento e Revitalização da Cotonicultura, com atuação conjunta de órgãos estaduais, federais e entidades do setor.

O objetivo da iniciativa é estimular a retomada do cultivo, ampliar a base produtiva e criar condições para o fortalecimento da cadeia algodoeira no estado.

Parceria entre órgãos públicos e entidades do setor

O programa reúne esforços da Casa Civil, Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Associação dos Produtores de Algodão do Ceará (Apace) e Ministério da Agricultura e Pecuária.

A atuação integrada visa garantir assistência técnica, transferência de tecnologia e gestão estruturada da cadeia, promovendo maior eficiência e sustentabilidade para os produtores.

Municípios contemplados e alcance regional

As ações do programa abrangem municípios das regiões dos Inhamuns, como Tauá, Parambu, Arneiroz, Aiuaba, Quiterianópolis, Novo Oriente, Pedra Branca, Catarina e Independência.

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Também participam localidades vinculadas à Associação dos Produtores de Algodão do Ceará, incluindo Iguatu, Quixeramobim, Jaguaruana, Ocara, Itatira, Quixadá, Acopiara, Morada Nova e Caucaia.

Distribuição de sementes e suporte técnico aos produtores

Entre as medidas previstas estão:

  • Distribuição de sementes certificadas;
  • Transferência de tecnologia agrícola;
  • Suporte técnico especializado aos produtores.

O programa busca promover a produção local, fortalecer a cadeia produtiva do algodão e integrar pesquisa, assistência técnica e gestão pública, contribuindo para o desenvolvimento econômico das regiões envolvidas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Déficit em conta corrente do Brasil supera expectativas em abril, aponta Banco Central

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O Brasil registrou em abril um déficit em transações correntes acima das expectativas do mercado, segundo dados divulgados pelo Banco Central nesta terça-feira. Apesar do resultado negativo nas contas externas, o país apresentou forte entrada de investimentos estrangeiros diretos, sinalizando manutenção do interesse internacional pela economia brasileira.

De acordo com o Banco Central, o déficit em transações correntes somou US$ 1,765 bilhão em abril. O resultado ficou muito acima da projeção de analistas consultados pela Reuters, que estimavam saldo negativo de US$ 200 milhões para o período.

No acumulado de 12 meses, o déficit em conta corrente alcançou o equivalente a 2,66% do Produto Interno Bruto (PIB). Em abril de 2024, o saldo negativo havia sido de US$ 1,636 bilhão.

Investimento estrangeiro direto supera projeções

Apesar do avanço do déficit externo, os investimentos diretos no país apresentaram desempenho robusto. Em abril, a entrada líquida de Investimento Estrangeiro Direto (IED) atingiu US$ 8,912 bilhões.

O volume ficou bem acima das expectativas do mercado, que projetavam US$ 5,4 bilhões, e também superou o registrado no mesmo mês do ano passado, quando os aportes somaram US$ 5,371 bilhões.

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O resultado reforça a percepção de continuidade do fluxo de capital estrangeiro para setores estratégicos da economia brasileira, mesmo em um ambiente global ainda marcado por incertezas fiscais e monetárias.

Conta de renda primária amplia rombo

Entre os componentes das contas externas, a conta de renda primária foi um dos principais fatores de pressão sobre o resultado consolidado de abril.

O déficit nessa conta chegou a US$ 6,801 bilhões, acima do rombo de US$ 5,018 bilhões observado em abril de 2024. A conta de renda primária reúne principalmente despesas com juros, lucros e dividendos enviados ao exterior.

Já o déficit na conta de serviços também apresentou crescimento. O saldo negativo ficou em US$ 5,044 bilhões no mês, frente aos US$ 4,091 bilhões registrados no mesmo período do ano anterior.

Superávit comercial ajuda a reduzir pressão externa

Por outro lado, a balança comercial brasileira teve desempenho positivo e ajudou a conter uma deterioração ainda maior das contas externas.

Em abril, o superávit comercial alcançou US$ 9,707 bilhões, resultado superior aos US$ 6,957 bilhões registrados no mesmo mês de 2024.

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O avanço das exportações e o saldo favorável do comércio exterior seguem sendo fatores importantes para o equilíbrio das contas brasileiras, especialmente diante do aumento das despesas com serviços e remessas de renda ao exterior.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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