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Prefeito de Cuiabá garante que nenhuma criança ficará sem CAD no início do ano letivo

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A Prefeitura de Cuiabá garante que todas as crianças da rede municipal de ensino contarão com o suporte de auxiliares de ensino já no primeiro dia de aula, em 2 de fevereiro. O prefeito Abilio Brunini afirmou que não haverá atrasos no início do ano letivo nem estudantes sem acompanhamento adequado, especialmente no atendimento às crianças com deficiência e neurodivergentes.

Segundo o gestor, a rede terá 1.800 profissionais disponíveis para atuar como Cuidadoras de Alunos com Deficiência (CADs), além de um cadastro de reserva com mais de mil profissionais, assegurando rapidez na reposição e ampliação do atendimento, caso haja novas demandas ao longo do ano.

““Oi gente, assunto super importante: CADs e o atendimento às nossas crianças neurodivergentes. Pai e mãe, fiquem tranquilos. Dia 2 nós teremos todas as CADs nas escolas aguardando pelas nossas crianças. Esse ano nós teremos 1.800 cargos disponíveis para atender toda a nossa rede, o processo seletivo já aconteceu, as CADs serão melhor remuneradas e nós teremos mais salas de multiuso, salas de recursos, praticamente 90 salas já funcionando no início do ano. Teremos 15 minutos de reserva para as CADs terem aquele momento de descanso e de recuperação durante o dia. E, importante, todas elas já passaram pelo chamamento e estarão disponíveis. Então, tudo certo para o início das aulas. Fiquem tranquilos. As nossas crianças neurodivergentes serão bem atendidas”, destacou Abilio Brunini. Ele também reforçou que a gestão acompanha de perto as preocupações das famílias e mantém o compromisso com a inclusão e a regularidade do calendário escolar.

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A diretora de Ensino da Secretaria Municipal de Educação, Letícia Ceron, explicou que o processo de atribuição das CADs já está em andamento e será concluído antes do início das aulas. “Estamos fazendo a atribuição para que todas as unidades estejam organizadas. Já chamamos cerca de 1.200 profissionais e contamos com cadastro reserva. Os pais podem ficar tranquilos, porque seus filhos terão CAD no primeiro dia de aula”, afirmou.

Em 2026, a rede municipal atende 2.888 estudantes da educação especial matriculados no ensino regular, com predominância de alunos com transtorno do espectro autista, além de deficiências físicas, intelectuais, visuais, auditivas e múltiplas, desses, 2.210 possuem demanda/solicitação para Cads. Dessa forma, 2.210 CADs estão previstas para atender diretamente os estudantes em 2026, com organização entre atendimentos individuais e compartilhados, conforme o nível de suporte necessário. Contabilizando que algumas trabalham em regime de 40h e atendem uma criança por período.

A Secretaria também ampliou de 70 para 93 as Salas de Recursos Multifuncionais e abriu outras 11 em Centros Municipais de Educação Infantil, fortalecendo o atendimento educacional especializado no contraturno. Além disso, O Plano Educacional Especializado (PEI) será elaborado e adequado, em conformidade com o estudo de caso, sendo o guia para atendimento às crianças e contará com o suporte da CAD para o seu desenvolvimento.

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Para a gestão municipal, a combinação entre profissionais suficientes, cadastro de reserva e ampliação da estrutura garante segurança às famílias e assegura que nenhuma criança fique sem atendimento adequado no início do ano letivo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1 milhão de toneladas no primeiro quadrimestre

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026, impulsionadas principalmente pela demanda da China, dos Estados Unidos e de mercados estratégicos da América do Sul e Europa. Apenas em abril, o Brasil embarcou 288,7 mil toneladas da proteína, consolidando mais um mês de crescimento para o setor frigorífico nacional.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes, mostram que o volume exportado em abril avançou 5,3% em relação ao mesmo mês de 2025, quando os embarques somaram 274,1 mil toneladas.

Na comparação com março deste ano, o crescimento foi de 6,6%, reforçando a continuidade do bom desempenho das exportações brasileiras de carne bovina no mercado internacional.

Receita das exportações cresce quase 30% em abril

Além do aumento no volume exportado, o setor registrou forte avanço na receita cambial.

O faturamento das exportações brasileiras de carne bovina atingiu US$ 1,719 bilhão em abril de 2026, alta de 29,1% na comparação anual e crescimento de 15,9% frente ao mês anterior.

O desempenho reflete tanto o aumento da demanda internacional quanto a valorização média dos preços da proteína bovina brasileira no mercado global.

Os produtos in natura continuam liderando a pauta exportadora, representando 87,3% de todo o volume embarcado pelo Brasil no mês.

China amplia liderança e responde por quase metade das exportações

A China manteve posição isolada como principal destino da carne bovina brasileira em abril.

O país asiático importou 138,9 mil toneladas da proteína, gerando receita de US$ 886,5 milhões. O volume embarcado para os chineses cresceu 28,8% em relação a abril do ano passado.

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Com isso, a China respondeu sozinha por 48,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no período.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição entre os maiores compradores da proteína brasileira, com 42,4 mil toneladas embarcadas e receita de US$ 279,9 milhões.

Na sequência estão:

  • Chile: 10,5 mil toneladas e US$ 62,1 milhões;
  • União Europeia: 8,7 mil toneladas e US$ 78,4 milhões.
Brasil supera 1 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado entre janeiro e abril de 2026, o Brasil exportou 1,091 milhão de toneladas de carne bovina, resultado que representa crescimento de 14,6% sobre o mesmo período do ano passado.

No primeiro quadrimestre de 2025, os embarques haviam somado 951,5 mil toneladas.

A receita total do setor alcançou US$ 6,047 bilhões no acumulado do ano, avanço expressivo de 32,8% frente ao mesmo intervalo de 2025.

Mais uma vez, a China liderou as compras da proteína brasileira no acumulado anual:

  • 474,2 mil toneladas importadas;
  • US$ 2,724 bilhões em receita;
  • participação de 43,5% no volume total exportado;
  • fatia de 45% do faturamento do setor.
Estados Unidos, Chile, Rússia e União Europeia ampliam compras

Os Estados Unidos seguem ampliando participação nas importações de carne bovina brasileira.

Entre janeiro e abril, os americanos compraram 149,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 962,5 milhões. O país respondeu por 13,7% de todo o volume exportado pelo Brasil no período.

Outros destaques do quadrimestre incluem:

  • Chile: 49,5 mil toneladas e US$ 286,6 milhões;
  • Rússia: 40,4 mil toneladas e US$ 178,8 milhões;
  • União Europeia: 34,7 mil toneladas e US$ 299,7 milhões.
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A União Europeia apresentou crescimento de 17,7% no volume importado em comparação ao mesmo período de 2025.

Oriente Médio registra retração nas compras em abril

Apesar do cenário positivo nas exportações totais, alguns mercados do Oriente Médio e regiões impactadas pelo conflito geopolítico apresentaram retração nas compras de carne bovina brasileira em abril.

Os Emirados Árabes Unidos registraram uma das maiores quedas do período. As importações caíram de 3.147 toneladas em março para apenas 606 toneladas em abril, recuo de 80,7%.

Na comparação anual, a redução chegou a 84,3%.

Outros mercados também apresentaram retração:

  • Turquia: queda de 58,9% frente a março;
  • Israel: recuo mensal de 40,8%;
  • Líbia: redução de 57,9%;
  • Egito: baixa de 10,8% no comparativo mensal.

Mesmo com a desaceleração em parte do Oriente Médio, o setor segue sustentado pela forte demanda asiática e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Setor mantém perspectiva positiva para 2026

O desempenho das exportações reforça a competitividade da carne bovina brasileira no cenário internacional, sustentada pela elevada capacidade produtiva, diversificação de mercados e forte demanda global por proteína animal.

A expectativa do setor é de manutenção do ritmo positivo ao longo de 2026, especialmente diante da continuidade das compras chinesas, do crescimento das exportações para os Estados Unidos e da abertura de novos mercados para a proteína brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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