AGRONEGÓCIO

Sine tem 26 oportunidade para Servente de Obras sem experiência com benefícios

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O Sine Municipal de Cuiabá está oferecendo nesta quarta-feira (21) um total de 530 vagas de emprego para diversos níveis de escolaridade. Em destaque, estão disponíveis 26 vagas para Servente de Obras, com remuneração de R$ 2.050,00, além de benefícios como assistência médica, vale-transporte, assistência odontológica, seguro de vida e vale-alimentação.

As oportunidades abrangem diferentes setores, com salários que chegam a R$ 4.037,00 para o cargo de Mecânico de Instalações Industriais e R$ 4.000,00 para Mecânico de Auto em Geral. Há também uma grande demanda para o setor de frigoríficos, com 50 vagas para Desossador e 50 para Magarefe, ambas com salários de R$ 2.576,49 acrescidos de diversos benefícios e prêmios de produtividade.

Resumo Geral das Vagas

A planilha atualizada apresenta uma diversidade de funções para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho:

Vagas com Maiores Salários: O cargo de Mecânico de Instalações Industriais lidera com R$ 4.037,00 , seguido por Mecânico de Auto em Geral (R$ 4.000,00) e Operadores de Equipamentos Pesados/Construção Civil, com salários em torno de R$ 3.880,00 a R$ 3.885,00.

Setor de Alimentação e Frigorífico: Grande volume de contratações para Retalhador de Carne (90 vagas no total) , Desossador (70 vagas) e Cortador de Carne (50 vagas).

Vagas sem Exigência de Experiência: Diversas funções não exigem experiência prévia, como Ajudante de Carga e Descarga (10 vagas) , Atendente de Lojas (10 vagas) e Auxiliar de Conservação de Obras Civis (30 vagas).

Inclusão (PCD): Existe a oferta de 05 vagas exclusivas para PCD no cargo de Organizador de Evento, com salário de R$ 1.987,90 e pacote completo de benefícios.

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Escolaridade: As oportunidades variam desde o Ensino Fundamental Incompleto (como Desossador e Retalhador) até o Ensino Médio Completo (como Técnico em Manutenção de Informática e Vidraceiro)

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Trabalho.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected]

Confira as oportunidades

Ajudante de carga e descarga de mercadoria (não exige experiência) – 10
Atendente de lojas (não exige experiência) – 10
Auxiliar de conservação de obras civis (não exige experiência) – 30
Auxiliar de cozinha (não exige experiência) – 20
Auxiliar de limpeza (não exige experiência) – 01
Auxiliar de linha de produção – 09 (Sendo 03 vagas que exigem experiência e 06 que não exigem)
Cortador de carne em matadouro (exige experiência) – 50
Desossador – 70 (Sendo 20 vagas que não exigem experiência e 50 que exigem)
Empacotador, a mão (não exige experiência) – 10
Encarregado de expedição (não exige experiência) – 02
Estoquista (não exige experiência) – 02
Magarefe (exige experiência) – 50
Mecânico de auto em geral (exige experiência) – 10
Mecânico de instalações industriais – manutenção (exige experiência) – 05
Motorista de caminhão (exige experiência) – 01
Motorista entregador (exige experiência) – 01
Operador de caixa (não exige experiência) – 50 (Sendo 40 vagas com ensino fundamental e 10 com ensino médio completo)
Operador de equipamentos pesados e móveis na mineração (exige experiência) – 07
Operador de máquinas de construção civil e mineração (não exige experiência) – 10
Organizador de evento – vaga exclusiva PCD (não exige experiência) – 05
Promotor de vendas (não exige experiência) – 02
Repositor de mercadorias (não exige experiência) – 42
Retalhador de carne – 90 (Sendo 50 vagas que exigem experiência e 40 que não exigem)
Servente de obras (não exige experiência) – 26
Técnico em manutenção de equipamentos de informática (não exige experiência) – 05
Vendedor interno (exige experiência) – 01
Vidraceiro (exige experiência) – 02

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Plano Safra 2026/27 confirma avanço do crédito privado e reduz dependência do financiamento oficial no agro

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O anúncio do Plano Safra 2026/27 trouxe um novo recorde nominal para o crédito rural empresarial, com R$ 525,1 bilhões destinados a médios e grandes produtores. Apesar do volume expressivo, o crescimento de apenas 1,7% em relação à safra anterior ficou abaixo da inflação acumulada e do avanço esperado para o setor, gerando questionamentos sobre a capacidade do programa de sustentar sozinho a expansão do agronegócio brasileiro.

Mais do que o valor anunciado, o que chama a atenção é a mudança estrutural que vem ocorrendo no sistema de financiamento rural. O crédito privado, impulsionado por instrumentos como CPR, Fiagro, CRA e LCA, assume papel cada vez mais relevante, reduzindo a dependência histórica dos recursos subsidiados pelo governo.

Plano Safra cresce menos e reflete cenário de maior cautela

O novo ciclo do Plano Safra foi lançado em um contexto marcado por margens mais apertadas no campo, aumento da inadimplência em algumas cadeias produtivas e maior seletividade das instituições financeiras.

Dos R$ 525,1 bilhões anunciados, R$ 384,9 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização da produção, uma redução de 7,2% em relação à safra anterior. Já os recursos para investimentos somam R$ 140,2 bilhões, alta de 38,1%, sinalizando prioridade para projetos de modernização, tecnologia e infraestrutura.

Além disso, houve redução nas principais taxas de juros das linhas de financiamento, acompanhando o início do ciclo de queda da taxa Selic. O crédito de custeio empresarial passou de 14% para 12,5% ao ano, enquanto o Pronamp caiu de 10% para 9%.

Crédito privado ganha protagonismo no financiamento rural

Embora o Plano Safra continue sendo um importante instrumento de política agrícola, sua participação relativa no financiamento do setor vem diminuindo.

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Nas últimas cinco safras, o crescimento do crédito rural ocorreu principalmente por meio de recursos livres, captados a mercado. Enquanto o crédito subsidiado permaneceu praticamente estável, as operações com recursos privados avançaram de forma consistente.

Esse movimento mostra que o agronegócio brasileiro está cada vez menos dependente dos subsídios governamentais e mais conectado ao sistema financeiro e ao mercado de capitais.

A participação dos recursos equalizados — aqueles em que o Tesouro Nacional subsidia parte dos juros — caiu significativamente nos últimos anos, representando atualmente cerca de 22% do total disponibilizado pelo Plano Safra.

Cooperativas ampliam presença no campo

Outro destaque da transformação do crédito rural é o avanço das cooperativas financeiras.

Nos últimos dez anos, a participação dessas instituições nas operações de crédito rural praticamente dobrou. Em diversas regiões do país, especialmente no interior, as cooperativas se tornaram a principal fonte de financiamento para produtores rurais.

Além da proximidade com o associado, essas instituições ampliaram sua capacidade de captação no mercado, fortalecendo sua atuação em um cenário de maior demanda por crédito e menor participação dos bancos tradicionais.

CPR alcança R$ 565 bilhões e lidera expansão do mercado privado

A principal evidência da mudança estrutural está no crescimento da Cédula de Produto Rural (CPR), instrumento que se consolidou como a espinha dorsal do crédito privado no agronegócio.

O estoque de CPR saltou de aproximadamente R$ 170 bilhões para R$ 565 bilhões em apenas seis safras, crescimento superior a 230%. O avanço supera com folga a expansão registrada pelo próprio Plano Safra no mesmo período.

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Paralelamente, outros instrumentos também ganharam espaço. O estoque de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) alcançou cerca de R$ 176 bilhões, enquanto os Fiagros já administram aproximadamente R$ 62 bilhões em ativos distribuídos em centenas de fundos.

Somados a operações de barter e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os mecanismos privados movimentam atualmente cerca de R$ 1,4 trilhão, consolidando uma nova realidade para o financiamento da produção agropecuária.

Desafio para produtores passa a ser gestão financeira

Especialistas apontam que o principal desafio para os próximos anos não será apenas acessar crédito, mas administrar diferentes fontes de financiamento de forma estratégica.

Ferramentas como CPR, barter, Fiagro e operações estruturadas passam a integrar cada vez mais o planejamento financeiro das propriedades rurais. Nesse cenário, gestão de risco, proteção de margem e eficiência operacional tornam-se fatores tão importantes quanto produtividade e tecnologia.

Nova fase do crédito rural já começou

O Plano Safra 2026/27 reforça uma tendência que vem se consolidando no agronegócio brasileiro: o financiamento da produção deixou de depender exclusivamente dos recursos oficiais.

Embora continue relevante, o programa governamental passa a atuar como parte de um sistema mais amplo, formado por cooperativas, mercado financeiro, investidores e instrumentos privados.

A mensagem para o setor é clara: o futuro do crédito rural será construído pela combinação entre recursos públicos e privados. Mais do que acompanhar o tamanho dos anúncios oficiais, produtores, empresas e investidores precisarão observar a qualidade do funding, a gestão dos riscos e a capacidade de execução dos projetos para garantir competitividade nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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