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Juíza Maria Rosi Borba fala sobre Solidariedade no novo episódio do podcast Explicando Direito

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O novo episódio do Podcast Explicando Direito, que foi ao ar nessa segunda-feira (19/01), traz uma reflexão sobre a importância da solidariedade na construção de uma sociedade mais justa. A convidada da vez é a juíza Maria Rosi de Meira Borba, responsável pelo Juizado Especial Criminal de Cuiabá, que conversou com a jornalista Elaine Coimbra.

Durante a conversa, a magistrada destacou que a solidariedade é um valor essencial para orientar a vida em comunidade e garantir direitos. “O judiciário existe para consolidar a solidariedade. Quando nós falamos em solidariedade, nós falamos em buscar a cada dia uma sociedade mais justa. Nós, pela solidariedade ao outro, pela solidariedade à natureza, pela solidariedade às crianças, nós, enquanto Poder Judiciário, existimos. Nós somos um instrumento e meio dessa modificação, das garantias importantes para que a sociedade tenha um padrão de vida em que o outro seja visto e respeitado. A solidariedade é, ao fim e ao cabo, isso. E essas garantias perpassam pelo quê? Pelo trabalho do Judiciário. Sem o Judiciário para garantir as conquistas que nós já temos como sociedade e para avançar nessas conquistas que nós já temos, não vamos ser uma sociedade solidária nunca. Vai ser cada um por si.”

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Ela também explicou a diferença entre solidariedade e caridade: enquanto a caridade atende necessidades urgentes, a solidariedade promove transformações profundas na sociedade.

Maria Rosi compartilhou ainda sua experiência pessoal à frente da instituição Seara da Luz, instituição social que há 25 anos atua em Cuiabá, oferecendo acolhimento a crianças e idosos em situação de vulnerabilidade. “É uma experiência que dignifica. Cada gesto solidário ajuda a construir uma sociedade melhor”, ressaltou.

O podcast Explicando o Direito é uma iniciativa do Tribunal de Justiça, por meio da Escola Superior da Magistratura e da Rádio TJ, em parceria com a Rádio Assembleia FM. O podcast tem como objetivo aproximar a população do conhecimento jurídico, trazendo temas relevantes de forma simples e acessível.

Clique neste link para ouvir o episódio completo.

Aqui, você ouve a entrevista pelo Spotify do @tjmtoficial.

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Keila Maressa

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Tribunal de Justiça de MT

Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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