AGRONEGÓCIO

Hospital São Benedito amplia produção cirúrgica e avança na oferta de atendimentos especializados

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), vem promovendo um amplo processo de fortalecimento do Hospital Municipal São Benedito, com reorganização dos serviços, retomada de cirurgias eletivas, ampliação da oferta de procedimentos especializados e investimentos importantes em infraestrutura e tecnologia. Como resultado desse trabalho, ao longo de 2025 a unidade realizou centenas de atendimentos cirúrgicos e exames especializados, reforçando seu papel estratégico dentro da rede municipal de saúde.

A unidade voltou a ocupar posição de destaque na assistência especializada, ampliando o acesso da população a atendimentos nas áreas de urologia, otorrinolaringologia, cirurgia geral e cirurgia torácica, além da realização de exames diagnósticos fundamentais para a detecção precoce de doenças.

Entre os procedimentos realizados em 2025, o hospital contabilizou, por exemplo, quase 200 cirurgias de otorrinolaringologia, cerca de 190 cirurgias urológicas e gerais, além de dezenas de cirurgias torácicas, bem como a realização de centenas de biópsias em áreas como pele, mama, próstata e tireoide, fortalecendo o diagnóstico precoce de doenças.

Leia Também:  Exportação diária de café não torrado cai mais de 27% no início de junho, mas faturamento cresce

Entre as principais frentes de atuação estão as ações voltadas à saúde do homem, com intensificação de consultas especializadas, exames preventivos e ampliação da oferta de procedimentos cirúrgicos, como vasectomias, cirurgias urológicas, postectomias, correções de hidrocele e varicocele, além de cirurgias de próstata e biópsias guiadas por ultrassom.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destaca que o trabalho teve como foco reorganizar o hospital e ampliar gradativamente o acesso da população aos serviços especializados.

“Nosso objetivo foi fortalecer o Hospital São Benedito, reorganizar os fluxos, retomar serviços importantes e ampliar a oferta de procedimentos para a população. Esse é um trabalho contínuo, que vem consolidando o hospital como uma unidade estratégica dentro da rede municipal”, afirmou.

O diretor-geral da Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP), Israel Paniago, ressalta que os avanços são resultados do esforço conjunto das equipes e do planejamento da gestão.

“Conseguimos avançar na reorganização da unidade, fortalecer as equipes, retomar atendimentos importantes e ampliar os serviços oferecidos à população. O Hospital São Benedito hoje está mais estruturado e preparado para seguir avançando”, pontuou.

Leia Também:  Craques da Natureza: Prefeitura troca mudas plantadas por figurinhas da Copa no domingo (21)

Além do fortalecimento assistencial, o hospital também passa por um processo de modernização do seu parque tecnológico. Entre os principais investimentos estão a instalação de uma ressonância magnética de 3 Tesla, que amplia a capacidade de atendimento e aumenta a precisão dos diagnósticos, e a chegada de um novo tomógrafo de 64 canais, que vai garantir mais agilidade na emissão de laudos e ampliar a oferta de exames.

Os atendimentos seguem normalmente no Hospital Municipal São Benedito. Pacientes podem procurar o ambulatório da unidade para agendar consultas, exames e cirurgias.

Com essas ações, a Prefeitura de Cuiabá reafirma seu compromisso com o fortalecimento da rede pública de saúde, a ampliação do acesso aos serviços especializados e o investimento contínuo em prevenção, diagnóstico e tratamento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Plano de Transformação Ecológica mobiliza mais de R$ 500 bilhões para impulsionar financiamento sustentável no Brasil

Published

on

O Plano de Transformação Ecológica (PTE) já mobilizou mais de R$ 500 bilhões em financiamento sustentável desde seu lançamento, em 2023, consolidando-se como uma das principais estratégias do governo federal para ampliar investimentos em projetos de baixo carbono, inovação tecnológica e infraestrutura sustentável no Brasil.

O balanço mais recente, divulgado pelo Ministério da Fazenda, mostra que o programa conseguiu expandir o acesso a recursos públicos e atrair capital privado para financiar iniciativas voltadas à transição energética, indústria verde, logística sustentável, preservação ambiental e adaptação às mudanças climáticas.

Segundo a pasta, a meta é criar um ambiente econômico capaz de estimular investimentos de longo prazo, fortalecer a competitividade do país e acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

Recursos públicos fortalecem financiamento da economia verde

Entre os principais resultados do programa está a ampliação das fontes públicas de financiamento sustentável.

De acordo com o Ministério da Fazenda, o governo captou US$ 5,5 bilhões por meio da emissão de títulos verdes (green bonds), instrumentos financeiros destinados exclusivamente ao financiamento de projetos com benefícios ambientais e sociais.

Os recursos foram direcionados ao Fundo Clima, administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável por apoiar projetos de mitigação dos impactos climáticos e adaptação às mudanças do clima.

Desde 2020, o volume de recursos disponíveis no Fundo Clima aumentou mais de 300 vezes, alcançando atualmente cerca de R$ 27 bilhões destinados ao financiamento de iniciativas como:

  • Transição energética;
  • Indústria de baixo carbono;
  • Desenvolvimento sustentável;
  • Preservação de florestas;
  • Gestão de recursos hídricos;
  • Máquinas e equipamentos sustentáveis;
  • Mobilidade e logística verde.
Leia Também:  Exportações de ovos do Brasil crescem 36,8% em 2025, impulsionadas por México e Japão
Ciência e inovação recebem reforço de investimentos

Outro destaque do Plano de Transformação Ecológica foi o fortalecimento dos fundos voltados à ciência, tecnologia e inovação.

Após a descontingenciação dos recursos, os programas passaram a financiar projetos de elevado risco tecnológico e inovação, especialmente aqueles que ainda não alcançaram escala comercial.

Segundo o levantamento, os empenhos destinados a essas iniciativas chegaram a R$ 30,7 bilhões em 2025, ampliando o apoio ao desenvolvimento de tecnologias estratégicas para a economia verde.

Além disso, recursos provenientes de fundos climáticos internacionais também passaram a ser disponibilizados para estados e municípios, permitindo investimentos em infraestrutura resiliente e adaptação climática.

Capital privado ganha protagonismo com o Eco Invest

No eixo voltado à participação da iniciativa privada, o programa destaca os resultados do Eco Invest, mecanismo criado para ampliar a participação de investidores nacionais e internacionais em projetos sustentáveis.

Utilizando recursos públicos como capital catalisador, a iniciativa conseguiu mobilizar aproximadamente R$ 140 bilhões em investimentos privados.

O modelo busca reduzir o custo do crédito e minimizar os riscos associados à volatilidade cambial, aumentando a atratividade de grandes projetos estruturantes.

Até o momento, quatro leilões foram realizados dentro do programa, permitindo o avanço de empreendimentos voltados à transição ecológica.

Plataforma conecta investidores a projetos sustentáveis

Outra iniciativa implementada pelo governo foi a criação da Plataforma Brasil de Investimentos Climáticos (BIP), destinada a aproximar investidores de projetos com potencial de financiamento.

Segundo o Ministério da Fazenda, a plataforma reúne atualmente 22 projetos em diferentes áreas da economia verde, com previsão de captar mais de US$ 26 bilhões em investimentos.

O objetivo é ampliar a visibilidade dos projetos brasileiros junto ao mercado financeiro internacional e facilitar a estruturação de operações sustentáveis.

Leia Também:  Craques da Natureza: Prefeitura troca mudas plantadas por figurinhas da Copa no domingo (21)
Debêntures incentivadas ampliam financiamento empresarial

O setor privado também intensificou a emissão de debêntures incentivadas, títulos utilizados por empresas para captar recursos destinados a projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável.

Entre 2023 e 2026, as emissões somaram aproximadamente R$ 396 bilhões, reforçando o papel do mercado de capitais no financiamento da transição ecológica brasileira.

Marco regulatório busca ampliar segurança para investidores

Além da mobilização financeira, o Plano de Transformação Ecológica avançou na construção de um ambiente regulatório voltado à segurança jurídica e previsibilidade dos investimentos.

Entre as principais medidas estão a criação do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE) e o desenvolvimento da Taxonomia Sustentável Brasileira, que estabelece critérios para identificar atividades, ativos e projetos ambiental e socialmente sustentáveis.

Também integram o conjunto de medidas estruturantes o Marco Legal do Hidrogênio de Baixa Emissão, a Lei do Combustível do Futuro e a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, consideradas fundamentais para ampliar a competitividade do Brasil na economia de baixo carbono.

Economia sustentável deve ampliar investimentos nos próximos anos

Com a combinação entre financiamento público, capital privado e modernização do ambiente regulatório, o Plano de Transformação Ecológica busca consolidar o Brasil como um dos principais destinos para investimentos sustentáveis.

A expectativa do governo é que a ampliação dos mecanismos financeiros e das políticas voltadas à economia verde continue impulsionando projetos de infraestrutura, inovação, energia limpa e desenvolvimento sustentável, fortalecendo a competitividade do país e criando novas oportunidades para diversos setores produtivos, incluindo o agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA