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Prefeitura interdita avenida de acesso ao Parque das Águas a

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A Prefeitura de Cuiabá informa que a Avenida Doutor Hélio Ribeiro, via que margeia o lago do Parque das Águas, será interditada a partir desta terça-feira (30), às 7h30, para a montagem da estrutura de um grande evento no local. A interdição segue até o dia 2 de janeiro de 2026, às 20h, quando será concluída a desmontagem.

A medida é necessária para a instalação da praça de alimentação e de outros espaços do evento, além da organização do fluxo interno, incluindo áreas destinadas a brinquedos e atividades recreativas. Durante o período, o trânsito de veículos ficará totalmente bloqueado no trecho, sem possibilidade de passagem.

Agentes da Secretaria de Mobilidade Urbana e Segurança Publica estarão no local para orientar os motoristas e a região contará com sinalização indicando os desvios. Quem trafega pela área poderá retornar no trevo de acesso ao Detran ou no trevo da Assembleia Legislativa, realizando o contorno para seguir ao destino planejado. As faixas informativas sobre a interdição começam a ser instaladas a partir das 4h da manhã, com comunicação ao público a partir das 5h.

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Como o trecho interditado dá acesso basicamente ao Parque das Águas e à AMAN, e o estacionamento da AMAN estará fechado, não haverá prejuízo significativo para outros deslocamentos. O público que for ao evento deverá estacionar nas proximidades da Assembleia Legislativa ou nos arredores do Centro Político Administrativo e seguir a pé até o parque.

Pessoas idosas e pessoas com deficiência poderão utilizar o estacionamento vinculado ao Parque das Águas, com acesso pela Rua do Detran, garantindo mais conforto e acessibilidade durante o evento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Câmbio favorece exportação e melhora competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional

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A valorização do dólar frente ao real tem contribuído para melhorar a paridade de exportação do arroz brasileiro, aumentando a competitividade do produto no mercado internacional. Apesar disso, o mercado doméstico ainda opera com baixa liquidez e preços pressionados, em um cenário de negociações pontuais e seletivas.

Segundo análise da Safras & Mercado, o ambiente interno segue marcado por compradores atuando apenas para reposição imediata de estoques, enquanto vendedores mantêm postura cautelosa diante da volatilidade do mercado.

Liquidez reduzida limita recuperação mais forte dos preços

De acordo com o consultor Evandro Oliveira, o mercado doméstico de arroz continua apresentando baixa fluidez nas negociações, com pouca disposição dos agentes para volumes maiores.

No entanto, ele destaca que a menor necessidade de liquidação imediata de estoques por parte dos produtores reduziu a pressão vendedora, diminuindo a ocorrência de negócios em níveis mais depreciados, observados em meses anteriores.

Ao mesmo tempo, há sinais de leve aquecimento na demanda industrial, o que sugere um ambiente comercial um pouco mais ativo em comparação ao período entre abril e maio.

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Câmbio volta a favorecer exportações do arroz

O comportamento do câmbio passou a ser um fator de sustentação para o setor. Após operar próximo de R$ 5,00, o dólar voltou a se valorizar e chegou a flertar com a faixa de R$ 5,20, melhorando a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo.

Esse movimento contribui diretamente para a paridade de exportação, ampliando o interesse de compradores internacionais e ajudando a equilibrar o cenário interno de preços.

Fundamentos globais indicam ajuste de oferta

No cenário internacional, os fundamentos do mercado de arroz seguem em processo de ajuste. O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou redução nas estimativas de área plantada, produção e estoques globais.

Apesar disso, o consumo mundial permanece em níveis historicamente elevados, enquanto o comércio internacional se mantém próximo de recordes, o que sustenta o equilíbrio entre oferta e demanda no médio prazo.

Nos Estados Unidos, os cortes foram ainda mais significativos, com redução da área cultivada, da produção e dos estoques finais. Há ainda expectativas de novas revisões para baixo na área destinada ao arroz longo fino, o que pode restringir a oferta exportável norte-americana.

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Preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul

No mercado físico brasileiro, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 58,63, queda de 0,27% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o recuo foi de 2,01%, enquanto no acumulado anual a desvalorização já chega a 10,55%, refletindo a pressão persistente sobre os preços internos.

Setor aguarda reação mais consistente do mercado

Apesar da melhora na paridade de exportação e dos sinais de ajuste na oferta global, o mercado de arroz ainda opera sem uma recuperação consistente nas cotações internas. A expectativa dos agentes é de que o câmbio e a dinâmica internacional possam contribuir para maior equilíbrio nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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