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Sine Municipal tem 20 oportunidades para técnico em refrigeração com salário de R$ 2,6 mil

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O Sine Municipal de Cuiabá está ofertando 684 vagas de emprego nesta quinta-feira (11), abrangendo diversas áreas de atuação. Entre os destaques, estão oportunidades com salários que chegam a R$ 3,9 mil, como para Motorista de Caminhão (12 vagas) e Operador de Equipamentos Pesados e Móveis na Mineração (7 vagas), além de 50 vagas disponíveis para áreas de frigorífico e produção, como Cortador de Carne, Desossador, Magarefe e Retalhador.

A área técnica e de manutenção está em evidência, com 20 oportunidades para Técnico de Refrigeração (Instalação), que exigem Ensino Médio completo e experiência comprovada. A remuneração base é de R$ 2.590,42, acrescida de vale-transporte, vale-alimentação, gratificação por viagem e bonificação por assiduidade.

O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

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O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237
WhatsApp: (65) 99255-2450
E-mail: [email protected]

Confira as oportunidades

Agente de Portaria – 04
Ajudante de Reparador (Telecomunicações) – 01
Assistente de Vendas – 01
Atendente de Lanchonete – 22
Atendente de Lojas – 02
Atendente de Loja – 31
Atendente de Padaria – 02
Auxiliar de Cozinha – 24
Auxiliar de Limpeza – 05
Obs.: Inclui 01 vaga exclusiva para PCD.
Auxiliar de Linha de Produção – 03
Auxiliar de Logística (Vaga Exclusiva PCD) – 07
Auxiliar de Técnico de Controle de Qualidade – 01
Auxiliar Mecânico de Refrigeração – 02
Coordenador de Restaurante – 01
Cortador de Carne em Matadouro – 50
Cozinheiro em Geral – 02
Desossador – 70
Empacotador a Mão – 10
Empregado Doméstico Arrumador – 01
Encarregado de Manutenção – 03
Encarregado de Padaria – 01
Garçom – 50
Inspetor Técnico de Qualidade – 01
Magarefe – 55
Mecânico de Auto em Geral – 02
Mecânico de Manutenção de Máquinas em Geral – 20
Mecânico de Veículo – 04
Motorista Carreteiro – 15
Motorista de Caminhão – 12
Operador de Caixa – 39
Operador de Equipamentos Pesados e Móveis na Mineração – 07
Operador de Máquinas de Fabricar Papel – 06
Operador de Máquina Perfuratriz – 01
Pizzaiolo – 10
Promotor de Vendas – 01
Recepcionista em Geral – 01
Recepcionista Secretária – 01
Repositor de Mercadorias – 30
Retalhador de Carne – 90
Servente de Limpeza – 18
Servente de Obra – 26
Técnico de Laboratório Médico – 01
Técnico de Refrigeração (Instalação) – 20
Técnico em Estética – 02
Vendedor Interno – 06
Vigilante Patrimonial – 04

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

MAPA reconhece ausência de cadeia produtiva de jumentos no Brasil e reforça debate sobre abate para exportação

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) reconheceu oficialmente que não existe no Brasil uma cadeia produtiva estruturada de jumentos destinada ao abate para exportação de peles ao mercado chinês. A informação consta em documento encaminhado ao deputado federal Bruno Ganem (Podemos-SP), em resposta a questionamentos sobre a atividade e o comércio internacional de peles desses animais.

A manifestação do órgão federal traz novos elementos ao debate sobre o abate de jumentos no país e reforça preocupações levantadas por pesquisadores, entidades de proteção animal e especialistas em saúde pública sobre a sustentabilidade da atividade.

MAPA admite ausência de sistema produtivo organizado

De acordo com a resposta da Secretaria de Defesa Agropecuária, diferentemente de cadeias consolidadas como as de bovinos, aves e suínos, não há no Brasil um sistema organizado envolvendo criação, recria, engorda e abate de jumentos.

Segundo o documento, os animais destinados ao abate são obtidos por meio do recolhimento de exemplares dispersos em diferentes regiões do país, sem a existência de propriedades especializadas na produção comercial desses animais.

“O que ocorre é o recolhimento de animais criados de forma esparsa”, destaca o texto oficial.

Animais abatidos são classificados como descarte

O documento também reconhece que a maior parte dos jumentos encaminhados aos frigoríficos é composta por animais considerados de descarte.

Na prática, trata-se de animais utilizados historicamente em atividades rurais e de transporte, que acabam abandonados ou sem utilização econômica após o encerramento de sua vida produtiva.

Segundo especialistas, essa característica diferencia a atividade de um sistema pecuário convencional e levanta questionamentos sobre a sustentabilidade do modelo atualmente adotado para abastecer o mercado internacional de peles.

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Fragilidades na rastreabilidade preocupam especialistas

Outro ponto destacado pelo Ministério da Agricultura envolve o controle da origem dos animais.

O documento informa que as Guias de Trânsito Animal (GTAs) utilizadas no transporte frequentemente não refletem a origem efetiva de todos os animais embarcados. Em muitos casos, os documentos indicam apenas locais temporários onde jumentos provenientes de diferentes regiões são reunidos antes do envio para o abate.

Segundo o médico veterinário José Roberto Lima, doutor em Saúde Pública pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), a formação desses lotes ocorre em pontos provisórios de concentração dos animais.

De acordo com o especialista, os jumentos podem permanecer nesses locais em condições inadequadas, com limitações de acesso à alimentação, água e assistência veterinária.

Comércio de peles abastece indústria chinesa

A atividade está diretamente ligada à exportação de peles para a China, onde o colágeno extraído da pele dos jumentos é utilizado na fabricação do ejiao, produto amplamente comercializado como suplemento de bem-estar e revitalização física.

Pesquisadores e entidades de proteção animal argumentam que não existem comprovações científicas robustas que sustentem os benefícios atribuídos ao produto, enquanto a demanda crescente por matéria-prima tem pressionado populações de jumentos em diversos países.

Brasil perdeu 94% da população de jumentos em quase três décadas

Dados compilados a partir de informações do MAPA, do IBGE e do sistema Agrostat indicam uma redução expressiva da população de jumentos no Brasil.

Entre 1996 e 2025, o país teria perdido aproximadamente 94% do seu rebanho. Em termos proporcionais, de cada 100 animais existentes na década de 1990, apenas seis permanecem atualmente.

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O cenário é apontado por especialistas como um indicativo de que a exploração dos animais para obtenção de peles tem contribuído para a redução acelerada da população nacional da espécie.

Especialistas defendem proibição definitiva do abate

Para pesquisadores e organizações que acompanham o tema, o reconhecimento oficial da inexistência de uma cadeia produtiva estruturada fortalece os argumentos favoráveis à proibição definitiva do abate de jumentos no Brasil.

A avaliação é que a atividade possui características predominantemente extrativistas, sem reposição organizada dos animais e sem mecanismos que garantam a sustentabilidade de longo prazo.

Além das preocupações relacionadas ao bem-estar animal, especialistas alertam para possíveis impactos na imagem internacional do agronegócio brasileiro, especialmente em um momento de crescente exigência dos mercados consumidores em relação a critérios de sustentabilidade, rastreabilidade e responsabilidade socioambiental.

Debate envolve sustentabilidade, bem-estar animal e imagem do país

O documento do MAPA também menciona desafios relacionados à qualidade dos animais destinados ao abate, uma vez que são classificados majoritariamente como animais descartados.

Para representantes de entidades de proteção animal, a situação evidencia a necessidade de políticas públicas voltadas à preservação da espécie, ao combate ao abandono e à promoção de práticas alinhadas aos princípios de sustentabilidade e bem-estar animal.

O tema segue mobilizando pesquisadores, órgãos públicos, parlamentares e organizações da sociedade civil, enquanto cresce a discussão sobre o futuro da atividade e os impactos econômicos, ambientais e sociais associados ao comércio internacional de peles de jumentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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