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Projeto chega na última fase mobilizando 320 alunos em quadras da UFMT

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Trezentos e vinte alunos de oito escolas municipais vão participar de partidas amistosas de futsal a partir das 8h deste sábado (5) nas quadras da UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso), localizada no bairro Boa Esperança.

Serão 44 partidas disputadas em quatro quadras. Cada uma delas com duração de 10 minutos. A partida final vai ser disputada às 11h30 no ginásio da UFMT.

O evento será a conclusão do projeto “AtivaMente” que mobiliza alunos de diferentes regionais de Cuiabá, visando a integração, valorização da amizade e a consciência do esporte ser uma prática saudável no cotidiano.

O secretário Educação, Amauri Monge Fernandes, destaca que o objetivo principal é reforçar a importância de metodologias que unam movimento, aprendizagem e bem-estar. “O AtivaMente tem transformado a rotina das nossas unidades escolares e contribuído para o desenvolvimento integral dos estudantes. A culminância será um momento de celebrar essas conquistas, compartilhar experiências e valorizar o trabalho das escolas participantes”, afirma.

“A ideia do projeto é estender o tempo dos alunos nas práticas esportivas, ao mesmo tempo, em que criamos um ambiente propício à amizade entre os estudantes”, explica o professor de Educação Física Helvécio Lopes, um dos idealizadores do projeto “AtivaMente”.

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A professora de Educação Física Marluci Micheli de Sousa também reforça o caráter educacional do projeto. “Esse projeto tem o estímulo de trabalhar a saúde física, mental, habilidades sociais e cognitivas a a partir da união dos estudantes”.

SERVIÇO

Última etapa do Projeto AtivaMente

06 de dezembro de 2025 (sábado)

07h às 12h

Quadras externas da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT)

Participação de 08 unidades escolares da rede municipal de Ensino

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Conab reduz safra, aponta avanço do etanol e mercado prevê mais açúcar

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) reduziu para 705,2 milhões de toneladas a estimativa da safra brasileira de cana-de-açúcar 2026/27. O volume é 3,9 milhões de toneladas inferior ao previsto em abril, mas ainda representa crescimento de 4,7% em relação ao ciclo passado.

O segundo levantamento, divulgado nesta quinta-feira (20.08), também reforçou a expectativa de maior direcionamento da matéria-prima ao etanol. A produção brasileira de açúcar foi estimada em 42,89 milhões de toneladas, enquanto a fabricação total de etanol deverá alcançar o recorde de 41,88 bilhões de litros.

Os novos números mostram uma mudança em relação à primeira estimativa. Em abril, a Conab previa uma colheita de 709,1 milhões de toneladas de cana e uma produção de 43,95 milhões de toneladas de açúcar. A projeção para o adoçante, portanto, foi reduzida em 1,06 milhão de toneladas.

A área destinada à colheita deverá alcançar 9,1 milhões de hectares, expansão de 1,1%. A produtividade média foi calculada em 77,9 toneladas por hectare, aumento de 3,6% sobre a temporada anterior. Segundo a Conab, as condições climáticas registradas desde o início do ciclo favoreceram o desenvolvimento dos canaviais.

A produção de açúcar deverá cair 2,9% em relação à safra passada. Para a Conab, o mercado mais favorável ao etanol deverá levar as usinas a destinar uma parcela maior da cana à fabricação do biocombustível.

Essa avaliação difere das projeções apresentadas pela Hedgepoint Global Markets. A consultoria calcula que as usinas do Centro-Sul poderão elevar para 47,7% a parcela da cana destinada ao açúcar ainda na safra 2026/27, acima dos 47,3% previstos anteriormente. O chamado mix açucareiro indica quanto da matéria-prima processada é direcionado ao adoçante, em vez do etanol.

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A diferença não significa necessariamente que uma das estimativas esteja errada. A Conab calcula a produção de todo o Brasil, enquanto a Hedgepoint analisa principalmente o Centro-Sul e trabalha com cenários de mercado sujeitos a mudanças de preços, clima e decisões das usinas ao longo da moagem.

Para a safra 2027/28, a Hedgepoint estima que o Centro-Sul poderá processar 655 milhões de toneladas de cana, incluindo 5 milhões de toneladas que poderão permanecer nos campos ao fim do ciclo atual. Com um mix de 50% para o açúcar, a região produziria aproximadamente 43 milhões de toneladas do produto.

A consultoria avalia que o aumento da oferta brasileira será suficiente para compensar perdas em importantes países produtores. A previsão considera quedas de 20% na Tailândia, 15% no México e na Europa, 10% em Guatemala e El Salvador, 3% na Índia e 2% nos Estados Unidos.

Mesmo diante dessas reduções, a Hedgepoint projeta um superávit mundial de açúcar de 3 milhões de toneladas no ciclo 2026/27. A estimativa contraria parte das consultorias privadas, que passou a prever déficit devido aos possíveis efeitos do El Niño sobre Índia, Tailândia, México e América Central.

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Em um cenário mais desfavorável, com o mix açucareiro do Centro-Sul limitado a 47,1%, a oferta brasileira seria reduzida em cerca de 500 mil toneladas. Se a Índia também importar 1 milhão de toneladas, o excedente mundial cairia pela metade, mas ainda alcançaria 1,5 milhão de toneladas.

No mercado de etanol, a Conab elevou a previsão total em 1,19 bilhão de litros frente ao levantamento de abril. A produção a partir da cana deverá alcançar 29,98 bilhões de litros, alta de 9,7%. Desse volume, 19,6 bilhões serão de etanol hidratado, vendido diretamente nos postos, e 10,38 bilhões de litros de anidro, misturado à gasolina.

O etanol de milho deverá atingir o recorde de 11,91 bilhões de litros, crescimento de 17%. O Centro-Oeste continua como principal região produtora, enquanto o Nordeste amplia sua participação com a instalação de novas unidades.

O Sudeste deverá colher 451,4 milhões de toneladas de cana, aumento de 5%, seguido pelo Centro-Oeste, com 157 milhões de toneladas e avanço de 4,6%. A produção foi estimada em 55,5 milhões de toneladas no Nordeste, 37,3 milhões no Sul e 4,1 milhões no Norte.

Fonte: Pensar Agro

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