Mato Grosso

Giro pelas Escolas MT chega ao Polo de Diamantino e entra na reta final em 2025

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A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) iniciou nesta terça-feira (2.12) a 11ª e penúltima etapa do programa Giro pelas Escolas MT, com uma série de visitas a unidades estaduais e municipais do Polo Regional de Diamantino, que seguem até quinta-feira (4).

A ação mobiliza o secretário de Educação, Alan Porto, e equipes técnicas da Seduc para acompanhar a rotina das unidades escolares e estabelecer diálogo direto com gestores, professores, estudantes e servidores. A iniciativa busca identificar demandas, avaliar a infraestrutura e alinhar, in loco, estratégias voltadas ao fortalecimento do ensino e da aprendizagem

Para o secretário, o Giro já ultrapassou o papel de simples agenda institucional. Ele avalia que o programa se tornou uma forma permanente de aproximação entre a gestão e a comunidade escolar.

“Quando a gente entra na escola, senta com o professor, conversa com o aluno e escuta o gestor e passamos a reforçar as soluções junto com quem vive a escola todos os dias. O Giro pelas Escolas é, sobretudo, uma prática de presença e compromisso com a realidade da sala de aula”, destacou Alan Porto.

Em Diamantino, o roteiro inclui visitas às escolas estaduais Irmã Lucinda Facchini, Plácido de Castro (Integral), Nilce Maria de Magalhães, EEMT Dr. Manoel José Murtinho, João Batista de Almeida (Integral) e Serra Azul. Em cada unidade, a equipe técnica acompanha indicadores de aprendizagem, observa a infraestrutura e discute com as equipes pedagógicas os avanços e desafios do cotidiano escolar.

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Ainda no município, o secretário cumpriu agenda na Escola Municipal Elza Maria de Queiroz, onde foi realizada reunião de trabalho com a gestão local e feita a entrega de 54 notebooks e 10 Smart TVs de 65 polegadas, equipamentos que vão apoiar o uso de tecnologias educacionais em sala de aula.

O Giro pelas Escolas MT também prevê reuniões e visitas no município de São José do Rio Claro, com passagem pelas escolas estaduais Domingos Briante, Anísio José Moreira, São José do Rio Claro e pela Escola Municipal Pedro Coelho, reconhecida como Escola Premiada no programa Alfabetiza-MT 2024.

O roteiro desta etapa será encerrado em Rosário Oeste, com visitas às escolas estaduais João Calixto de Almeida, Coronel Arthur Borges e Elizabet Evangelista Pereira, onde a equipe da Seduc acompanha indicadores, dialoga sobre os resultados da rede e levanta demandas estruturais e pedagógicas.

Para Alan Porto, a escuta ativa se consolidou como um dos pilares do Giro pelas Escolas MT.

“Ouvir quem está na ponta não é um detalhe, é um método de gestão. Cada escola tem sua própria realidade, e cada profissional traz um olhar essencial. Quando paramos para escutar de verdade, conseguimos planejar políticas mais equilibradas, corrigir rotas com mais rapidez e garantir que as decisões cheguem à sala de aula com mais impacto”, afirmou o secretário.

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Desde o início de 2025, o Giro pelas Escolas MT já percorreu, além da DRE de Diamantino, as Diretorias Regionais de Matupá, Barra do Garças, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Rondonópolis, Confresa, Alta Floresta e Juína. A última etapa do programa será realizada na Diretoria Metropolitana de Educação, em Cuiabá, encerrando o Giro pelas Escolas MT 2025.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

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Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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