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Agritech impulsiona vendas e cresce 17,9% com foco na agricultura familiar em 2025

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A Agritech registrou um crescimento de 17,9% nas vendas de tratores e microtratores voltados à agricultura familiar entre janeiro e outubro de 2025. O desempenho acompanha o avanço de 19,6% do mercado de máquinas agrícolas no mesmo período, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), referentes ao acumulado até setembro deste ano.

De acordo com Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, gerente de Vendas e Marketing da Agritech, o resultado reflete o aumento da busca por mecanização e o fortalecimento de modalidades de aquisição acessíveis, como o consórcio.

“O mercado de máquinas agrícolas vem mostrando uma retomada consistente, impulsionada pelo interesse de pequenos e médios produtores em modernizar suas propriedades. O consórcio tem se consolidado como uma alternativa viável e segura para planejar a compra de equipamentos sem comprometer o fluxo financeiro”, explica Oliveira.

Consórcio e financiamentos ampliam acesso à tecnologia no campo

O Consórcio Nacional Agritech tem sido uma das principais estratégias para ampliar o acesso à mecanização no campo, especialmente entre produtores familiares. Além dessa modalidade, a empresa também disponibiliza suas máquinas por meio da linha de crédito Pronaf Mais Alimentos, que oferece taxas de juros entre 2,5% e 5% ao ano e limites de crédito entre R$ 50 mil e R$ 100 mil para aquisição de tratores e implementos.

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Essas facilidades têm contribuído para democratizar o acesso à tecnologia agrícola, permitindo que produtores invistam em equipamentos modernos, eficientes e sustentáveis, sem comprometer o orçamento de suas propriedades.

Trator 1155 Plus lidera as vendas da Agritech em 2025

O destaque nas vendas da Agritech neste ano é o trator 1155 Plus, reconhecido pela versatilidade e desempenho em diferentes tipos de cultivo. Equipado com motor Yanmar de alta performance e compatível com Biodiesel B8, o modelo é projetado para atender às exigências da agricultura familiar, oferecendo baixo consumo de combustível e agilidade operacional.

Com o menor raio de giro do mercado (2.250 mm), o trator é ideal para áreas menores e está disponível em diversas versões: standard, cabinado, cafeeiro estreito, cafeeiro super estreito, super tração, parreira, parreira super estreito, arrozeiro e cultivo.

Compromisso com o desenvolvimento da agricultura familiar

Segundo Oliveira, o desempenho positivo nas vendas reforça o compromisso da Agritech com o desenvolvimento do setor agrícola brasileiro.

“Nossos tratores são projetados para oferecer produtividade, economia e segurança. O objetivo é fortalecer o produtor familiar e contribuir para o avanço da agricultura nacional”, destaca o executivo.

Com foco em inovação e eficiência, a Agritech segue ampliando sua presença no mercado e consolidando-se como uma referência em soluções tecnológicas voltadas à agricultura familiar.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Decreto limita pagamento ambiental a ações além da obrigação legal

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A regulamentação da Política Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (PNPSA) oficializou o reconhecimento de práticas conservacionistas no campo, mas impôs uma barreira importante para o setor: o governo federal restringiu os benefícios financeiros apenas a ações que excedam as obrigações legais de preservação.

Embora a norma reconheça o valor de práticas como o plantio direto, sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) e conservação de solo, o acesso aos benefícios é condicionado ao que o produtor faz “a mais” do que a lei exige. O pagamento não se restringe a valores em espécie; a norma prevê compensações em forma de melhorias de infraestrutura, bens, serviços e até instrumentos financeiros, como os green bonds.

O impacto na prática

A nova regra altera a percepção da conservação dentro da propriedade. A partir de agora, o produtor passa a enxergar a preservação que excede a cota obrigatória não apenas como um custo ou dever ambiental, mas como uma atividade com potencial de geração de receita. Ao proteger uma área de vegetação nativa excedente ou adotar métodos avançados contra a erosão, o proprietário presta um serviço ambiental que passa a ter rito oficial para ser remunerado.

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Contudo, o caminho para o acesso aos recursos ainda é incerto. O decreto estabelece diretrizes gerais, mas o detalhamento sobre quem pagará, quais os critérios de seleção e os valores de remuneração depende de normas complementares. A política está em fase de implementação e o produtor deve monitorar o lançamento de subprogramas específicos para entender como a teoria se aplicará à rotina da fazenda.

O desafio da clareza

O setor agropecuário mantém cautela quanto à aplicação prática da norma. A demanda das entidades representativas, como o Sistema FAEP, foca na simplificação do acesso e na clareza sobre como os benefícios chegarão à ponta. O receio é que a burocracia estatal transforme a oportunidade em um processo inacessível, repetindo os gargalos de modelos estaduais que, hoje, apresentam adesão limitada e remunerações pouco atrativas.

O ponto de maior divergência técnica permanece no foco da política. O decreto prioriza atividades que excedem as exigências legais, excluindo a manutenção de Reservas Legais e Áreas de Preservação Permanente (APPs). Para o produtor, o cumprimento estrito do Código Florestal já constitui um serviço ambiental prestado à coletividade. Entidades do setor seguem em articulação para que, no futuro, esses mecanismos alcancem também o reconhecimento financeiro pelo cumprimento da legislação vigente.

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O que o produtor deve observar

A PNPSA funciona como um marco de longo prazo. O produtor deve acompanhar a regulamentação do Cadastro Nacional de Pagamento por Serviços Ambientais (CNPSA) e os incentivos tributários previstos para os próximos meses. A estratégia recomendada é organizar o registro documental das práticas conservacionistas da propriedade, mantendo os dados de manejo atualizados, uma vez que a comprovação desses serviços será o requisito fundamental para qualquer futura solicitação de pagamento.

Fonte: Pensar Agro

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