POLÍCIA

Rotam detém quatro suspeitos ligados a facção por tráfico de drogas em São José do Rio Claro

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Policiais militares do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) prenderam um homem e apreenderam três adolescentes por tráfico ilícito de drogas, na noite desta quarta-feira (26.11), em São José do Rio Claro. Com os suspeitos, foram apreendidas ao todo 33 porções de maconha, cocaína e pasta base e R$ 259,00 em dinheiro.

Durante patrulhamento ostensivo, a equipe flagrou um casal em atitude suspeita em frente a uma residência, no bairro Planalto. Os suspeitos jogaram uma bolsa pelo muro e tentaram fugir para o interior da residência e foram abordados.

Com o homem foi localizado uma porção de maconha. Os policiais realizaram buscas e localizaram uma bolsa com uma quantidade de dez porções de cocaína, além de uma balança de precisão. O casal faz parte de uma facção criminosa e recebeu voz de prisão com o material apreendido.


Em uma segunda ocorrência, no bairro Jardim Olinda, os policiais flagraram dois suspeitos, próximos a um bar. Os suspeitos dispensaram um objeto no chão ao ver a presença dos militares. Ao serem abordados, foram localizadas duas porções de maconha com eles.

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Em relato à PM, um dos adolescentes informou que a droga era de consumo próprio, enquanto o outro menor confessou que possuía mais quantidades de entorpecentes na sua residência.

Os militares se deslocaram até a casa dos suspeitos e localizaram mais quatro porções de maconha, quatro porções de pasta base e 12 porções de cocaína, e uma quantia de R$ 259,00, além de material de preparo.

Diante dos fatos, todos os suspeitos foram encaminhados para a delegacia, com o material apreendido, para as providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 180 ou para emergência 190.

Fonte: PM MT – MT

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Polícia Federal

PF reprime organização criminosa envolvida no descaminho de vinhos argentinos

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Curitiba/PR  – A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (15/10), a Operação Nerovino, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela introdução clandestina, armazenamento, distribuição e comercialização de vinhos de origem argentina em território nacional, sem o devido recolhimento dos tributos federais.

A operação mobilizou mais de 100 policiais federais para o cumprimento de 25 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 23ª Vara Federal de Curitiba, nos municípios de Curitiba, São José dos Pinhais, Pinhais, Fazenda Rio Grande, Ampére, Foz do Iguaçu e Umuarama (PR); Volta Redonda, Campos dos Goytacazes e Niterói (RJ); Goiânia e Rio Verde (GO); Vila Velha e Vitória (ES); Teresina (PI); e Brasília (DF).

Além das buscas, a Justiça Federal determinou o sequestro de imóveis e veículos vinculados aos investigados, como medida destinada a impedir a dissipação de patrimônio supostamente adquirido com recursos provenientes das atividades criminosas. 

As investigações identificaram indícios de que bens eram registrados em nome de familiares e terceiros, com o objetivo de ocultar seus verdadeiros proprietários e dificultar a atuação dos órgãos de fiscalização e persecução penal.

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A operação contou ainda com o apoio da Receita Federal em um dos alvos investigados, onde havia suspeita da existência de depósito de mercadorias estrangeiras irregularmente introduzidas no país.

As investigações tiveram início em março de 2025, após uma ação policial que resultou na apreensão de aproximadamente 4.200 garrafas de vinho de origem estrangeira, avaliadas em mais de R$ 900 mil, em um depósito localizado na Região Metropolitana de Curitiba.

A partir da análise dos materiais apreendidos, a PF identificou indícios da existência de uma organização criminosa estruturada, com divisão de tarefas e atuação em diferentes regiões do país.

Segundo as investigações, o grupo introduzia irregularmente vinhos argentinos no Brasil, transportá-los até centros de armazenamento na região de Curitiba e, posteriormente, distribuí-los a revendedores situados em diversos estados.

Para conferir aparência de legalidade às operações, os investigados utilizariam empresas de fachada, emissão de documentos fiscais ideologicamente falsos e contas bancárias de terceiros, com o objetivo de dificultar a fiscalização tributária e ocultar os verdadeiros responsáveis pelas atividades comerciais e pela movimentação dos recursos financeiros.

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As apurações também identificaram indícios de utilização de familiares e outras pessoas interpostas para movimentação de valores e aquisição de bens, como forma de ocultar patrimônio supostamente adquirido com os lucros da atividade criminosa.

Os investigados poderão responder, conforme a participação individual apurada, pelos crimes de descaminho, falsidade ideológica, lavagem de dinheiro e organização criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná
Contato: (41) 3251-7809 / (41) 98875-1888
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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