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Concurso de Carcaças destaca avanço genético e qualidade da Carne Hereford no Rio Grande do Sul

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Evento reforça qualidade e padronização da carne Hereford e Braford

O XIII Concurso de Carcaças – Etapa Frigorífico Silva, promovido pela Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), Programa Carne Hereford e o Frigorífico Silva, em Santa Maria (RS), confirmou o alto padrão das carcaças das raças Hereford, Braford e Cruza Hereford e Braford.

De acordo com a ABHB, os resultados evidenciam o avanço genético e o comprometimento dos produtores em oferecer ao consumidor uma carne com padronização, desempenho e qualidade superior, reforçando a posição de destaque das raças no cenário pecuário nacional.

Genética aprimorada garante carcaças jovens e de alto rendimento

A executiva de Negócios do Frigorífico Silva, Ana Doralina Menezes, ressaltou que o evento representa um marco na valorização da genética europeia adaptada ao clima gaúcho.

“O resultado que vimos aqui, com lotes padronizados, animais jovens, pesados e carcaças bem acabadas, é consequência direta do melhoramento genético das raças Hereford e Braford, que se adaptaram perfeitamente ao Rio Grande do Sul”, destacou.

Grande adesão e resultados positivos para o consumidor

O diretor do Programa Carne Hereford, Eduardo Eichenberg, comemorou o elevado número de animais participantes e a qualidade dos exemplares apresentados.

“Tivemos mangueiras cheias, com animais Hereford e Braford de excelente padrão, que certamente irão gerar resultados muito positivos junto ao consumidor”, afirmou.

Já o gerente executivo da ABHB, Felipe Azambuja, elogiou o empenho dos produtores e o nível dos lotes apresentados na unidade do Frigorífico Silva.

“Recebemos lotes de oito municípios gaúchos, todos com excelente acabamento. O produto está sendo cuidadosamente lapidado para chegar com ainda mais qualidade à mesa do consumidor”, ressaltou.

Azambuja reforçou ainda que o Programa Carne Hereford busca integrar os elos da cadeia produtiva, valorizando produtor, indústria e consumidor final.

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Produtores gaúchos se destacam entre os vencedores

Os resultados do concurso consagraram pecuaristas de várias regiões do Rio Grande do Sul, reconhecidos pelo alto padrão de seus animais e carcaças. Confira os premiados:

  • Categoria: Melhor Lote Hereford
    • Ricardo Terra – Santa Vitória do Palmar (RS)
    • Luciano Terra – Santa Vitória do Palmar (RS)
    • Marco Silva de Marco – Santa Vitória do Palmar (RS)
  • Categoria: Melhor Lote Braford
    • Carlos Edmundo Cirne Lima – Alegrete (RS)
    • Sérgio Renato Dias Barbieri – Bagé (RS)
    • Vilson Elibio Teichamann – São Borja (RS)
  • Categoria: Melhor Lote Cruza Hereford e Braford (HB)
    • Odilon Cotica – André da Rocha (RS)
    • Luis Otávio Gomes da Silva – Santa Vitória do Palmar (RS)
Premiações individuais de carcaça reforçam padrão de excelência
  • Melhor Carcaça Hereford
    • Luciano Terra – Santa Vitória do Palmar (RS)
    • Marco Silva de Marco – Santa Vitória do Palmar (RS)
    • Ricardo Terra – Santa Vitória do Palmar (RS)
  • Melhor Carcaça Braford
    • Carlos Edmundo Cirne Lima – Alegrete (RS)
    • Vilson Elibio Teichamann – São Borja (RS)
    • Sérgio Renato Dias Barbieri – Bagé (RS)
    • Melhor Carcaça Cruza Hereford e Braford (HB)
    • Luis Otávio Gomes da Silva – Santa Vitória do Palmar (RS)
    • Odilon Cotica – André da Rocha (RS)
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Carne Hereford consolida padrão de qualidade reconhecido nacionalmente

Com lotes cada vez mais uniformes, animais jovens e carcaças de alto rendimento, o concurso reforça o papel das raças Hereford e Braford como símbolos de excelência na pecuária de corte brasileira.

Os resultados da edição 2025 demonstram que o trabalho conjunto entre produtores, associações e indústria tem elevado o padrão da Carne Hereford certificada, garantindo ao consumidor final um produto de procedência, sabor e qualidade inquestionáveis.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de suínos perde força em maio diante de maior oferta e demanda interna mais fraca

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O mercado brasileiro de suínos vivos encerrou o mês de maio em cenário de baixa, pressionado principalmente pelo aumento da oferta de animais para abate e pela desaceleração do consumo doméstico. O avanço da disponibilidade reduziu o poder de negociação dos produtores e manteve as cotações fragilizadas ao longo de praticamente todo o período.

De acordo com o analista da Safras & Mercado, Allan Maia, a dinâmica do setor continuou enfraquecida tanto no mercado independente quanto no atacado. Embora alguns cortes tenham apresentado comportamento misto, o ritmo de reposição ao longo da cadeia perdeu intensidade, refletindo o consumo mais moderado das famílias brasileiras.

Segundo o especialista, a indústria frigorífica adotou uma postura mais cautelosa nas compras de animais vivos, diante da menor liquidez no mercado interno e do aumento da oferta disponível para abate.

Margens da suinocultura ficam mais apertadas

Além da pressão sobre os preços do suíno vivo, maio também foi marcado pela preocupação crescente dos produtores com o estreitamento das margens da atividade. O cenário de preços mais baixos para os animais, aliado aos custos de produção ainda elevados, reduziu a rentabilidade da cadeia suinícola.

Mesmo diante desse ambiente mais desafiador, as exportações continuaram exercendo papel fundamental para limitar perdas mais intensas no mercado doméstico.

“As exportações permaneceram como principal fator de sustentação do mercado, ajudando a absorver parte da oferta interna”, destacou Allan Maia.

Apesar de uma leve desaceleração no ritmo médio diário dos embarques durante maio, o fluxo externo continuou relevante para equilibrar a disponibilidade de carne suína no país.

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Expectativa para junho é de recuperação gradual da demanda

Para junho, a perspectiva é de um ambiente um pouco mais favorável ao setor. A entrada de salários na economia tende a estimular o consumo de proteínas, enquanto a recente queda nos preços da carne suína aumenta a competitividade do produto frente às demais proteínas animais.

Outro fator que pode favorecer o mercado é a valorização da carne bovina e da carne de frango, cenário que tende a direcionar parte do consumo para a proteína suína no varejo.

A expectativa do setor é de recuperação gradual da demanda doméstica ao longo das próximas semanas, especialmente no atacado.

Preços do suíno recuam em diversos estados

Levantamento da Safras & Mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,46 para R$ 5,38 na semana.

No atacado, a média dos cortes de carcaça recuou de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo, enquanto o preço médio do pernil caiu de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 103,00 para R$ 102,00.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo na integração caiu de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto no mercado do interior passou de R$ 5,30 para R$ 5,20.

Em Santa Catarina, o preço na integração recuou de R$ 5,90 para R$ 5,70. Já no interior catarinense, o valor permaneceu em R$ 5,05.

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No Paraná, o mercado livre registrou queda de R$ 5,10 para R$ 5,00 por quilo vivo. Na integração, a cotação caiu de R$ 5,90 para R$ 5,75.

No Mato Grosso do Sul, a cotação em Campo Grande permaneceu em R$ 5,15, enquanto na integração houve recuo de R$ 5,80 para R$ 5,65.

Em Goiânia, os preços avançaram de R$ 5,15 para R$ 5,35.

No interior de Minas Gerais, o quilo vivo caiu de R$ 5,70 para R$ 5,60. Já no mercado independente, os preços seguiram em R$ 5,80.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, enquanto na integração estadual houve queda de R$ 5,95 para R$ 5,70.

Exportações de carne suína seguem sustentando o setor

As exportações brasileiras de carne suína in natura movimentaram US$ 191,943 milhões em maio, considerando 15 dias úteis, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A média diária exportada ficou em US$ 12,796 milhões. O volume total embarcado atingiu 77,427 mil toneladas, com média diária de 5,161 mil toneladas.

O preço médio da tonelada exportada foi de US$ 2.479.

Na comparação com maio de 2025, houve queda de 2,1% no valor médio diário exportado. Por outro lado, o volume médio diário embarcado cresceu 2,3%, enquanto o preço médio da tonelada registrou recuo de 4,3%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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