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Prefeitura de Cuiabá reforça canais de denúncia e atendimento da Vigilância Epidemiológica

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), reforça à população os canais de atendimento e denúncia da Vigilância Epidemiológica, setor responsável por monitorar, investigar e controlar doenças e agravos que impactam a saúde pública da capital. O serviço é essencial para garantir respostas rápidas e eficazes frente a surtos, epidemias e outras situações que possam colocar em risco a saúde coletiva.

A Vigilância Epidemiológica é um dos principais componentes da Vigilância em Saúde, que tem como objetivo analisar permanentemente a situação de saúde da população. Por meio da coleta, consolidação e análise de dados, a equipe atua no planejamento e execução de ações que visam prevenir, controlar e reduzir riscos à saúde em Cuiabá.

De acordo com a Secretaria de Saúde, a Vigilância Epidemiológica do município está inserida na Coordenadoria Técnica de Vigilância Epidemiológica (CTVE), vinculada à pasta da Atenção Especializada e Vigilância em Saúde. A CTVE é responsável por coordenar ações voltadas às doenças e agravos de notificação compulsória, abrangendo tanto os casos transmissíveis (como dengue, Covid-19 e influenza) quanto os não transmissíveis, além do monitoramento de imunobiológicos, nascimentos e óbitos.

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O serviço é disponibilizado tanto para o setor público quanto privado, oferecendo orientações técnicas aos profissionais de saúde sobre identificação, definição e manejo de doenças e agravos que precisam ser notificados obrigatoriamente. O objetivo é garantir que as informações cheguem em tempo hábil, permitindo a adoção de medidas rápidas e eficazes de controle e prevenção. Esse trabalho é fundamental para proteger a população e evitar o agravamento de situações epidemiológicas.

Os atendimentos são realizados pelos canais oficiais de comunicação da Vigilância Epidemiológica:
– WhatsApp: (65) 9 99206-8618
– Telefone fixo: (65) 3318-6069
– E-mail: [email protected]

Atendimento presencial: Rua Bernardo Antônio de Oliveira Neto, nº 1781 – Bairro Ribeirão do Lipa – Cuiabá/MT.

As notificações podem ser feitas por profissionais de saúde, instituições públicas e privadas ou pela própria população, sempre que houver suspeita de surtos, doenças transmissíveis ou qualquer situação que represente risco coletivo.

Entre as ocorrências mais comuns recebidas pela CTVE estão os casos de arboviroses (como dengue, chikungunya e zika), que tendem a aumentar durante o período chuvoso, e as doenças respiratórias virais (como influenza e Covid-19), que apresentam maior incidência nos meses mais frios.

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A coordenadoria também atua em situações especiais, como a investigação de surtos, campanhas de vacinação e capacitação técnica de profissionais de saúde, sempre com o foco na prevenção e na resposta rápida.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o canal de comunicação da Vigilância Epidemiológica é uma ferramenta importante para a população contribuir com a saúde coletiva. Toda denúncia, suspeita ou informação ajuda a fortalecer o sistema de vigilância e a manter Cuiabá mais protegida.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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