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TJMT alerta para nova autenticação obrigatória no PJe: veja como ativar o duplo fator de segurança

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A imagem apresenta o logotipo do sistema PJe – Processo Judicial Eletrônico, acompanhado do texto “Dupla Autenticação”. À esquerda, há um ícone de documento com um cadeado laranja, simbolizando segurança digital. O fundo é branco com uma faixa laranja na base.Atenção usuários externos! O acesso ao sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) passa a exigir autenticação em múltiplos fatores (MFA). A mudança atende a determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) por meio da Portaria nº 140/2024.

A medida tem como objetivo reforçar a segurança dos dados processuais e evitar tentativas de acesso indevido ou ataques cibernéticos.

No Poder Judiciário de Mato Grosso, todos os usuários externos, incluindo advogados, membros do Ministério Público, Defensoria Pública e Procuradorias municipais e estaduais precisarão confirmar sua identidade em duas etapas antes de acessar o sistema.

Como funcionará o novo acesso

A autenticação multifatorial exige uma segunda forma de verificação de identidade, além da senha habitual.

“Essa nova forma de autenticação obriga o usuário a ter uma segunda identificação. Primeiro, ele acessa com o certificado digital ou CPF e senha; depois, valida a autenticação confirmando que é ele mesmo, e não um terceiro que conseguiu sua senha ou CPF”, explica o diretor do Departamento de Sistemas e Aplicações do TJMT, Danilo Pereira.

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A confirmação poderá ser feita por meio de aplicativos autenticadores, que geram códigos temporários de seis dígitos, como:

– Gov.br (nível Ouro)

– Google Authenticator

– Microsoft Authenticator

– FreeOTP

O sistema também enviará um link de verificação e QR Code por e-mail para reforçar a segurança durante o login.

“O Gov.br é uma das principais formas de autenticação, mas não a única. Todos os acessos ao PJe, independentemente do método de login, precisam da dupla verificação”, destacou Danilo.

Para mais informações e manuais detalhados acesse:
📄 Manuais disponíveis:

📞 Suporte técnico a partir de 3 de novembro:

OAB-MT: (65) 3617-3909

MPMT / PGE-MT / Defensoria Pública: (65) 3617-3910

Autor: Vitória Maria Sena

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Programa Magistratura e Sociedade discute relações de poder no Judiciário com filósofo Silvio Gallo

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Cartaz digital com a foto de um homem calvo e de óculos em um círculo. Traz o texto Já está no ar a 36ª edição do programa Magistratura e Sociedade, trazendo uma reflexão profunda sobre o papel do poder nas relações sociais, educacionais e no âmbito do Judiciário. O episódio apresenta entrevista com o filósofo e pedagogista brasileiro Silvio Donizetti de Oliveira Gallo, referência na área de Filosofia da Educação e autor de estudos fundamentais sobre pedagogia libertária no Brasil.

A conversa é conduzida pelo juiz de Direito e professor de Filosofia da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), Gonçalo Antunes de Barros Neto, e tem como tema “Jurisdição, Sociedade e Formação Filosófica”.

Durante a entrevista, Gallo propõe uma leitura crítica inspirada no pensamento do filósofo francês Michel Foucault, destacando que todas as relações humanas são atravessadas por relações de poder — desde os vínculos econômicos e afetivos até o exercício da docência e da jurisdição. Segundo ele, reconhecer essa dinâmica é essencial para compreender o papel dos diferentes atores envolvidos, especialmente no sistema de Justiça.

“O magistrado, ao proferir sua decisão, também exerce um poder”, explica o filósofo, ressaltando que os processos judiciais são permeados por múltiplas forças e interesses em disputa. Gallo chama atenção para a necessidade de uma postura crítica diante do poder. “Precisamos sempre desconfiar do poder, porque nenhum poder é legítimo por natureza.”

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No programa, o entrevistado destaca ainda que essa reflexão é particularmente relevante no Poder Judiciário, cuja legitimidade não se funda no voto popular, reforçando a importância de uma atuação consciente, ética e sensível às complexidades sociais. Ao longo do programa, outros aspectos relacionados à formação filosófica, ao papel da educação e à atuação crítica dos profissionais do Direito também são abordados.

Produzido pela Esmagis-MT, com apoio da Coordenadoria de Comunicação do Tribunal de Justiça, o programa Magistratura e Sociedade busca fortalecer a formação humanística da magistratura, incentivando a reflexão crítica sobre o papel social da Justiça e promovendo uma prática jurisdicional mais ética, equilibrada e humanizada.

O programa completo pode ser assistido neste link.

https://www.youtube.com/watch?v=xigv9xQGeEo

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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