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Prefeitura de Cuiabá renova frota com 32 novos caminhões de coleta de lixo

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), entregou na manhã desta quarta-feira (5) os primeiros 32 caminhões zero quilômetro que passam a integrar a frota responsável pela coleta de lixo doméstico na capital mato-grossense.

Os novos veículos são do modelo Volkswagen 26.260, equipados com tecnologia Euro 6, reconhecida por reduzir significativamente a emissão de poluentes e o consumo de combustível, garantindo mais eficiência e sustentabilidade ao serviço.

De acordo com a Limpurb, a frota é composta por 30 caminhões truck de 19 metros cúbicos, com capacidade para transportar entre 12 e 15 toneladas de resíduos, e dois caminhões truck de 15 metros cúbicos, com capacidade de 8 a 10 toneladas.

O diretor-geral da Limpurb, Felipe Wellaton, destacou que a renovação representa um marco importante para a zeladoria urbana e reforça o compromisso da gestão municipal com a eficiência e o cuidado com a cidade.

“Estamos renovando 100% da frota de coleta de lixo doméstico. A partir de hoje, todos os caminhões que circulam em Cuiabá são novos, zero quilômetro. Isso garante mais eficiência, mais economia e menos emissão de poluentes. É um ganho para a cidade, para o meio ambiente e para os servidores que atuam diariamente nesse serviço essencial”, afirmou Wellaton.

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Cada caminhão atuará com uma equipe formada por um motorista e três coletores, mantendo a estrutura operacional atual.

Atualmente, Cuiabá recolhe entre 500 e 700 toneladas de lixo por dia, podendo chegar a 800 toneladas nas segundas e terças-feiras, quando há maior volume de descarte. No fim do mês, a média acumulada é de 15 a 16 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos coletados.

Melhorias no sistema de coleta

A entrega da nova frota é mais um passo dentro do processo de modernização e regularização do sistema de coleta em Cuiabá. Em julho deste ano, a Prefeitura apresentou o resultado do plano emergencial de regularização da coleta de lixo doméstico, conduzido pela Limpurb. Após 30 dias de ação intensiva, o município atingiu 98,18% de regularização dos serviços em toda a capital, índice aferido por meio de monitoramento técnico realizado entre 26 de maio e 21 de junho.

Entre as medidas implementadas no plano emergencial, destacam-se o envio diário de relatórios operacionais, o aumento dos setores de coleta de 23 para 25 áreas, a manutenção mínima de 25 caminhões durante o dia e 27 à noite, além da instalação de quatro ecobolsões e da distribuição de 30 contêineres com capacidade mínima de mil litros.

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A Limpurb também implantou uma Central de Monitoramento em tempo real, que permite o acompanhamento via GPS de toda a frota de caminhões coletores. A tecnologia garante precisão no cumprimento das rotas, rapidez na identificação de falhas e maior transparência na execução dos serviços.

Além disso, fiscais de campo, conhecidos como “apontadores”, atuam diariamente nas ruas, acompanhando os caminhões e elaborando relatórios que asseguram a qualidade e a continuidade do serviço.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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