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Sine Municipal oferece 1.178 vagas com destaque para o setor de frigoríficos

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O Sine de Cuiabá oferta 1.178 vagas de emprego nesta quinta-feira (23). A área de frigorífico se destaca com um total de 215 oportunidades abertas. As vagas se concentram em Auxiliar de linha de produção (100 vagas com benefícios como assistência médica e odontológica), Cortador de carne em matadouro (50 vagas) e Desossador (70 vagas, somando as duas ofertas). Há também um número significativo de vagas para Magarefe (55 vagas) e Retalhador de carne (90 vagas), indicando uma alta demanda por profissionais com diferentes níveis de experiência no setor de abate e processamento.

Em termos de salário e benefícios, as ofertas para o setor de frigorífico são competitivas, a exemplo da vaga de Auxiliar de linha de produção, que oferece um salário de R$ 1.914,36, além de seguro de vida, assistência médica e odontológica, ticket alimentação e prêmio assiduidade. As funções de Desossador e Magarefe apresentam salários que variam entre R$ 2.431,00 e R$ 2.546,79, com adicionais como insalubridade e benefícios como assistência médica, odontológica e convênio farmácia.

A maioria das vagas exige experiência comprovada em carteira de trabalho e, em alguns casos, apenas o Ensino Fundamental completo ou incompleto. No panorama geral, o total de vagas disponíveis na planilha do SINE atinge o número de 1.178 oportunidades, abrangendo uma ampla gama de setores além do frigorífico.

Destacam-se também outras áreas com grande volume de contratações, como Garçom (95 vagas), Auxiliar de logística (101 vagas) e Pizzaiolo (50 vagas). Profissões como Eletricista de rede (18 vagas), Profissional de educação física (24 vagas) e Atendente balconista (20 vagas) também contribuem para a diversidade de oportunidades, reforçando a vitalidade do mercado de trabalho local.

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O Sine Municipal é administrado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

Atendimento

Os interessados devem procurar o Sine, localizado na Travessa Celso Luís M. de Almeida, nº 45, bairro Poção, no prédio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho (Smat).

O horário de atendimento é das 8h às 17h.

Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone e WhatsApp: (65) 99251-7480.

No local, também é oferecido atendimento ao Microempreendedor Individual (MEI), com apoio para abertura, regularização e encerramento do registro.

Serviços do Sine

O Sine Municipal realiza a intermediação de vagas de emprego e atendimento para solicitação do seguro-desemprego. Para ter acesso ao benefício, o trabalhador deve apresentar os documentos fornecidos pela empresa no momento da rescisão contratual. A solicitação é registrada diretamente no sistema do Governo Federal.

Informações importantes ao trabalhador

Mantenha o cadastro atualizado nos postos do Sine ou por canais digitais.

Consulta de vagas: empregabrasil.mte.gov.br

Solicitação de seguro-desemprego on-line: pelo aplicativo Carteira de Trabalho Digital ou pelo site acima.

Exclusivo para empresas

O Sine também dispõe de canais exclusivos para empresas interessadas em anunciar vagas. O contato pode ser feito pelos telefones:

(65) 3645-7216 ou 3645-7237,
WhatsApp: (65) 99255-2450,
e e-mail: [email protected].

Confira as oportunidades

Açougueiro – 03
Advogado – 01
Ajudante de carga e descarga de mercadoria – 13
Ajudante de obra – 10
Analista administrativo – 01
Analista de negócios – 200
Atendente balconista – 20
Atendente de loja – 04
Atendente de lojas – 10
Atendente de padaria – 07
Assistente de telemarketing – 02
Auxiliar administrativo – 09
Auxiliar de armazenamento – 22
Auxiliar de estoque – 03
Auxiliar de limpeza – 02
Auxiliar de linha de produção – 45
Auxiliar de logística – 101
Auxiliar de produção farmacêutica – 05
Azulejista – 02
Babá – 01
Carregador – 02
Chapeiro – 01
Corretor de imóveis – 02
Cortador de carne em matadouro – 50
Cozinheiro geral – 02
Desossador – 15
Eletricista – 03
Eletricista de instalações – 02
Eletricista de rede – 01
Empacotador a mão – 06
Empregado doméstico arrumador – 01
Farmacêutico – 01
Frentista – 05
Funileiro de veículos – 02
Garçom – 02
Instalador de telefones – 01
Magarefe – 05
Montador de vidros – 01
Motorista de furgão ou veículo similar – 03
Motorista entregador – 04
Operador de caixa – 15
Operador de empilhadeira – 04
Operador de retroescavadeira – 01
Operador de telemarketing receptivo – 10
Pedreiro – 05
Pizzaiolo – 50
Profissional de educação física na saúde – 24
Promotor de vendas – 02
Recepcionista em geral – 03
Repositor de mercadorias – 10
Retalhador de carne – 40
Servente de pedreiro – 03
Servente de pedreiro na conservação de vias permanentes – 01
Técnico automotivo – 01
Técnico de operação e serviços bancário-leasing – 01
Técnico em segurança do trabalho – 01
Tecnólogo em logística de transporte – 01
Vendedor interno – 28

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#PraCegoVer
A imagem que acompanha a matéria mostra uma Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), de capa azul, sobre uma mesa de madeira, enquanto uma pessoa escreve em uma folha ao fundo.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja despenca em Chicago, trava negócios no Brasil e mantém preços estáveis no mercado físico

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A forte desvalorização dos contratos futuros da soja na Bolsa de Chicago (CBOT) marcou o mercado ao longo da semana e contribuiu para a paralisação das negociações no Brasil. Mesmo com a valorização do dólar frente ao real, o recuo das cotações internacionais reduziu o interesse dos agentes do mercado e manteve a comercialização em ritmo lento nas principais regiões produtoras do país.

A combinação entre a queda expressiva em Chicago e o feriado da última quinta-feira diminuiu a liquidez do mercado brasileiro. Como resultado, os preços da oleaginosa permaneceram praticamente inalterados nos principais polos de comercialização.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos seguiu cotada a R$ 126,00 durante toda a semana. Em Cascavel (PR), o valor permaneceu em R$ 121,00 por saca. Já em Rondonópolis (MT), a referência ficou em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá (PR), importante termômetro das exportações brasileiras, a cotação se manteve em R$ 132,00 por saca.

Chicago atinge menor nível desde fevereiro

Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros da soja com vencimento em julho, os mais negociados do mercado, acumularam perdas superiores a 5% na semana. Na manhã desta sexta-feira (5), o contrato era negociado a US$ 11,26 por bushel, o menor patamar registrado desde o início de fevereiro.

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A pressão baixista está diretamente relacionada aos fundamentos globais da oferta. As condições climáticas favoráveis nos Estados Unidos seguem beneficiando o desenvolvimento das lavouras, reforçando as expectativas de uma safra cheia na temporada 2026/27.

Além disso, o mercado já começa a revisar para cima as projeções de produtividade das lavouras norte-americanas. O cenário se soma às safras robustas colhidas recentemente por Brasil e Argentina, ampliando a disponibilidade global da commodity e aumentando a pressão sobre os preços internacionais.

Demanda chinesa ainda decepciona mercado

Pelo lado da demanda, os investidores seguem atentos ao comportamento das importações chinesas. Apesar do acordo comercial firmado entre China e Estados Unidos em maio, o mercado ainda não observa uma retomada consistente das compras chinesas de soja norte-americana.

A ausência desse movimento limita o potencial de recuperação das cotações e reforça o ambiente de cautela entre os participantes do mercado internacional.

Relatório do USDA e tensão geopolítica seguem no radar

Nas próximas semanas, dois fatores devem continuar influenciando os preços da soja.

O primeiro é o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na próxima quinta-feira, dia 11. O documento poderá trazer novas revisões para produção, estoques e exportações da oleaginosa.

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O segundo fator é a escalada das tensões no Oriente Médio, que continua gerando volatilidade nos mercados financeiros e energéticos. O impacto sobre os preços do petróleo e o comportamento dos investidores permanecem no centro das atenções.

Dólar sobe, mas não consegue compensar perdas externas

No mercado cambial, o dólar apresentou valorização ao longo da semana, impulsionado pelas incertezas geopolíticas, preocupações com a inflação global e pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos.

A moeda norte-americana avançou cerca de 1,4% frente ao real no período, voltando ao patamar de R$ 5,12.

Apesar do movimento favorável para as exportações brasileiras, a alta do câmbio não foi suficiente para neutralizar o impacto negativo provocado pela forte queda das cotações em Chicago, mantendo o mercado doméstico praticamente paralisado e com poucas alterações nos preços da soja.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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