AGRONEGÓCIO

Prefeitura prevê arrecadar R$ 1 milhão com Show do Guns N’ Roses em Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, afirmou na manhã desta terça-feira (21), durante entrevista na Câmara Municipal, que o show da banda Guns N’ Roses deve gerar uma receita direta de ISS em torno de R$ 1 milhão para os cofres da capital. O evento, marcado para o dia 31 de outubro, na Arena Pantanal, é considerado o maior espetáculo internacional já realizado em Mato Grosso e deve impulsionar diversos setores da economia local.

Segundo o prefeito, o impacto financeiro vai além da arrecadação sobre os ingressos. “Apenas de ISS sobre a venda de ingressos, a arrecadação deve ficar em torno de R$ 700 mil. Com a movimentação da rede hoteleira, bares, restaurantes, transporte e outros serviços, Cuiabá deve ultrapassar facilmente a marca de um milhão de reais em receita direta”, destacou Abilio.

O show faz parte da nova turnê latino-americana da banda norte-americana, que traz a Cuiabá sucessos do rock mundial interpretados por Axl Rose, Slash e Duff McKagan. A capital mato-grossense será uma das cinco cidades brasileiras incluídas no roteiro, ao lado de Florianópolis, São Paulo, Curitiba e Brasília.

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Com mais de 40 mil ingressos vendidos e setores esgotados, o evento promete atrair visitantes de várias regiões do país. A previsão é de que cerca de 30% do público venha de fora do estado, reforçando o potencial turístico e econômico da cidade.

Além da arrecadação tributária, a Prefeitura prevê reflexos positivos na geração de empregos temporários, na ocupação da rede hoteleira e no aquecimento do comércio e do setor gastronômico. A expectativa é que o evento consolide Cuiabá como destino capaz de receber grandes atrações internacionais, movimentando não apenas o entretenimento, mas toda a cadeia produtiva local.

Para o prefeito, o show do Guns N’ Roses representa “um marco histórico para a capital e um indicativo do crescimento da cidade como polo de eventos e turismo”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Preço do arroz volta a cair no Brasil após leilões frustrados e excesso de oferta pressiona mercado

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O mercado brasileiro de arroz segue enfrentando um cenário de forte pressão sobre os preços, baixa liquidez e retração nas negociações, mesmo após a realização dos leilões de PEP e PEPRO promovidos pelo governo federal. A avaliação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira, que aponta agravamento da fragilidade comercial diante do excesso de oferta e da limitada efetividade das medidas oficiais de sustentação.

Segundo o especialista, o setor continua sem apresentar reação consistente, com indústrias operando de forma defensiva e negociações ocorrendo em ritmo bastante reduzido.

“O mercado segue extremamente travado, com baixa movimentação e dificuldades crescentes na formação de preços”, destaca Oliveira.

Leilões não conseguem sustentar preços do arroz

Os leilões de Prêmio para Escoamento de Produto (PEP) e Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (PEPRO) eram vistos como uma tentativa de aliviar a pressão sobre o mercado interno. No entanto, o resultado ficou abaixo das expectativas do setor.

A baixa adesão aos programas — com menos da metade dos volumes negociados — aumentou a percepção negativa entre produtores e agentes da cadeia orizícola. Na prática, o mercado interpretou os resultados como sinal de limitação operacional dos mecanismos diante dos problemas estruturais atuais.

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Além disso, parte dos participantes avalia que os prêmios acabaram sendo parcialmente absorvidos pela indústria e pelas tradings por meio de ajustes negativos nos preços pagos ao produtor.

Em diversas regiões produtoras, começaram a surgir diferenciações entre operações enquadradas e não enquadradas nos programas oficiais, ampliando distorções regionais e reduzindo a transparência da formação de preços.

Produtores seguram estoques e vendas seguem pontuais

Diante do ambiente de preços fragilizados, os grandes produtores permanecem retraídos e priorizam a retenção dos estoques, aguardando melhores oportunidades comerciais. Já os produtores com menor capacidade financeira continuam realizando vendas pontuais para geração de caixa e cumprimento de compromissos imediatos.

O cenário também segue pressionado pelo câmbio menos favorável às exportações brasileiras de arroz, fator que reduz a competitividade do produto nacional no mercado externo e dificulta o escoamento dos excedentes.

Cotação do arroz acumula forte desvalorização em 2025

A pressão sobre os preços continua evidente nas referências do mercado gaúcho, principal polo produtor do país.

A média da saca de 50 quilos de arroz no Rio Grande do Sul, padrão 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista, encerrou a quinta-feira (7) cotada a R$ 61,65.

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O valor representa queda de 3,03% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, houve leve alta de 1,34%, mas no acumulado de 2025 a desvalorização já alcança 19,63%.

Mercado segue atento aos próximos movimentos

Analistas do setor avaliam que o comportamento do mercado dependerá principalmente da capacidade de retomada das exportações, da evolução da demanda doméstica e de possíveis novas medidas governamentais para sustentação da renda do produtor.

Enquanto isso, o ambiente continua marcado por cautela, excesso de oferta e dificuldade de reação consistente nos preços do arroz brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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