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Produtor de cana dobra produtividade com manejo do solo e biotecnologia Microgeo®

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O produtor Celso Junqueira Franco, em suas propriedades localizadas em Orlândia (SP), conseguiu praticamente dobrar a produtividade de suas lavouras de cana-de-açúcar nos últimos anos. De um patamar médio nacional de 10 a 11 toneladas de açúcar por hectare (TAH), a produção saltou para quase 20 TAH. O resultado foi obtido por meio de um conjunto de práticas centradas no cuidado com a vida do solo, considerada pelo produtor como “o início de tudo” para a produção de cana.

Microgeo®: tecnologia que recupera o microbioma do solo

Desde 2019, Franco utiliza a biotecnologia Microgeo®, que atua no restabelecimento do microbioma do solo por meio da Compostagem Líquida Contínua (CLC). O composto líquido é produzido na própria fazenda, por meio da Bioestação Microgeo (BEM), e pode ser aplicado via pulverização ou fertirrigação.

A tecnologia favorece:

  • Descompactação natural do solo
  • Aumento do sistema radicular
  • Melhor absorção de nutrientes

Esses fatores são determinantes para o desempenho de culturas como a cana-de-açúcar.

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Benefícios perceptíveis em solos diversificados

“Temos solos bastante diversificados, com teor de argila variando de 25% a 60%, e altitudes entre 580 e 730 metros. Nosso desafio era equilibrar essa diversidade”, explica Franco. Ele destaca que os primeiros resultados perceptíveis foram a descompactação do solo e o fortalecimento do sistema radicular, o que refletiu diretamente no TCH e TAH.

O uso contínuo da tecnologia, aliado a boas práticas de manejo, também aumentou a longevidade dos canaviais, passando de lavouras com 5 a 6 cortes para propriedades com até 11 cortes, mantendo a produtividade estabilizada.

Reconhecimento técnico da tecnologia

De acordo com Rafael Henrique Ivanof, RTV da Microgeo, os resultados observados confirmam a eficácia da biotecnologia. “Começamos a trabalhar com esse cliente em 2019, e desde o início identificamos problemas graves de compactação. Ao longo dos anos, houve uma melhora significativa, tornando o solo mais estruturado e produtivo”, afirma Ivanof.

Microgeo® como solução estratégica para produtividade

A tecnologia atua na recomposição da microbiota do solo, essencial para:

  • Estruturação física do solo
  • Equilíbrio químico
  • Proteção biológica das culturas
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Com isso, é possível otimizar o aproveitamento de insumos, aumentar a resiliência frente a estresses ambientais e garantir produtividade sustentável ao longo de vários ciclos.

Expansão do sistema para duas propriedades

Atualmente, o manejo com Microgeo® é aplicado nas Fazendas Diamante e Barreira, totalizando 2 mil hectares de cana cultivados com foco no solo como organismo vivo, considerado a base do sucesso produtivo.

Franco recomenda a tecnologia como “ferramenta de primeira linha para a produtividade dos canaviais do Brasil”, destacando a importância de investir em práticas que preservem a saúde do solo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Manejo do pasto antes da seca é decisivo para garantir produtividade da pecuária até outubro

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Com a chegada da temporada de seca no Brasil, que deve se estender até meados de outubro, pecuaristas intensificam o planejamento para garantir oferta de forragem de qualidade ao rebanho durante o período de estiagem. O manejo antecipado das pastagens torna-se essencial para preservar a produtividade da pecuária de corte e leite, evitando perdas nutricionais e aumento dos custos com suplementação alimentar.

A fase de transição climática já reduz naturalmente o ritmo de crescimento do capim, exigindo ações rápidas por parte do produtor rural. Especialistas alertam que atrasar o manejo pode comprometer diretamente a capacidade produtiva das fazendas e reduzir o desempenho animal ao longo dos próximos meses.

Segundo Thaís Lopes, gerente de Marketing Regional da Linha Pastagem da Corteva Agriscience, o controle de plantas daninhas é um dos principais fatores para garantir eficiência no pasto durante a seca.

“As invasoras competem diretamente por água e nutrientes do solo, reduzindo o desenvolvimento das forrageiras justamente no momento em que elas precisam acumular massa foliar para sustentar o rebanho na estiagem”, explica.

De acordo com a especialista, o manejo adequado das áreas de pastagem permite ao produtor ampliar a produção de arrobas por hectare e preservar o potencial produtivo da propriedade mesmo em condições climáticas adversas.

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Planejamento do pasto reduz impacto da estiagem na pecuária

Além do controle das invasoras, práticas de manejo estratégico, como divisão de áreas em piquetes e ajuste da lotação animal conforme a capacidade da forrageira, ajudam a melhorar o aproveitamento do capim.

A técnica permite que a planta tenha tempo adequado para recuperação e crescimento, favorecendo maior oferta de alimento ao rebanho durante o período seco.

“A pecuária exige planejamento contínuo. O manejo realizado agora impacta diretamente os resultados econômicos da seca. A falha no cuidado com o pasto hoje pode gerar prejuízos importantes no desempenho animal amanhã”, destaca Thaís Lopes.

Tecnologia no campo fortalece manejo das pastagens

Para ampliar a eficiência no controle de plantas daninhas, a Linha Pastagem da Corteva vem investindo em novas tecnologias voltadas ao manejo de invasoras de folhas largas.

Entre as inovações está a molécula Aminociclopiracloro (ACP), utilizada em soluções desenvolvidas para reduzir a matocompetição nas áreas de pastagem. A tecnologia atua no controle de plantas infestantes que competem por água, luz, nutrientes e espaço, fatores que comprometem diretamente o vigor das forrageiras.

Entre os produtos disponíveis estão os herbicidas Navius® e Juvix®.

O herbicida Navius® possui formulação granulada homogênea, sem odor e de fácil diluição. A solução combina os ingredientes ativos Aminociclopiracloro e Metsulfurom-metílico, com ação sistêmica absorvida rapidamente por folhas e raízes. O produto é indicado para o controle pós-emergente de plantas daninhas herbáceas, semi-arbustivas e arbustivas em pastagens já implantadas.

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Já o Juvix® é voltado ao controle de plantas de folhas largas de difícil manejo. O produto possui formulação líquida e aplicação localizada no toco da planta roçada, em cortes de até 10 centímetros do solo.

Segundo a Corteva, testes de campo apontaram ganho de até 40% de performance em determinadas plantas infestantes quando comparado aos tratamentos convencionais. A solução também proporciona maior rendimento operacional, reduzindo tempo e demanda de mão de obra nas aplicações.

Pastagem bem manejada garante sustentabilidade econômica da atividade

Especialistas reforçam que investir em manejo adequado, recuperação de áreas degradadas e uso de tecnologias no controle de invasoras é fundamental para aumentar a eficiência agronômica e fortalecer a sustentabilidade econômica da pecuária brasileira.

“O produtor que investe em boas práticas consegue transformar áreas de pastagem em ativos de alta produtividade, garantindo maior competitividade e estabilidade da atividade pecuária mesmo durante a seca”, finaliza Thaís Lopes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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