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Servidores do MPMT participam de oficinas sobre Gestão de Pessoas

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Dez servidores do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) participam do Ciclo de Oficinas do 1º Congresso Mato-grossense de Gestão de Pessoas na Administração Pública, de 14 a 16 de outubro de 2025, no Hotel Gran Odara, em Cuiabá. O evento é promovido pelo Ministério Público Federal (MPF-MT), em parceria com diversas instituições públicas, incluindo o MPMT, por meio do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional.As oficinas são voltadas ao desenvolvimento de competências essenciais para a gestão pública contemporânea e abordam temas como liderança, inovação, pertencimento, resolução de conflitos e gestão de equipes híbridas. As atividades são conduzidas por especialistas com ampla experiência acadêmica e institucional.O 1º Congresso Mato-grossense de Gestão de Pessoas na Administração Pública foi aberto na noite de segunda-feira (13), no Teatro Zulmira Canavarros, reunindo cerca de 750 participantes. A solenidade contou com o “Bate-papo de Valor”, ciclo de mini-palestras sobre saúde integral, inteligência emocional, equipes multigeracionais e felicidade no trabalho. A programação incluiu ainda a palestra magna “Protagonismo e Iniciativa”, ministrada pelo filósofo e professor Clóvis de Barros Filho, que trouxe reflexões sobre propósito, engajamento e sentido no serviço público.A iniciativa, inédita em Mato Grosso, busca fortalecer e modernizar a administração pública, valorizando o servidor como agente de transformação social. Promovido pelo MPF-MT, o evento conta com a parceria do MPMT, Ministério Público do Trabalho de Mato Grosso (MPT-MT), Justiça Federal (JF-MT), Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região (TRT23-MT), Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Penas de membros de facção condenados pelo júri somam mais de 88 anos

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A Justiça condenou dois integrantes de uma facção criminosa pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado, além de participação em organização criminosa, em julgamento realizado nesta quinta-feira (11), na comarca de Sorriso (a cerca de 420 km de Cuiabá). O Conselho de Sentença reconheceu a materialidade e a autoria dos crimes, acolhendo as qualificadoras do motivo torpe e do recurso que dificultou a defesa das vítimas.O réu Domingos Samuel da Costa foi condenado a 48 anos, dois meses e 26 dias de reclusão, enquanto Gustavo de Sousa Soares recebeu pena de 40 anos, nove meses e 10 dias de reclusão, ambas em regime inicial fechado.De acordo com a denúncia do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), os fatos ocorreram no dia 8 de março de 2024, no bairro Mário Raiter, em Sorriso. Motivados pela disputa entre facções criminosas rivais, os acusados se deslocaram até a residência das vítimas em uma motocicleta e efetuaram diversos disparos de arma de fogo.As vítimas eram dois primos, ambos com 16 anos de idade, que estavam em frente à residência quando foram surpreendidos pelos acusados. Uma das vítimas, identificada pelas iniciais J.H.V.D., foi atingida pelos disparos e morreu no local. A segunda vítima, identificada pelas iniciais L.V.D., também alvejada, conseguiu fugir, recebeu atendimento médico e sobreviveu ao ataque.As provas periciais demonstraram que os acusados atuaram de forma conjunta, utilizando duas armas de fogo. Os disparos atingiram as vítimas e também estruturas da residência.Durante o julgamento, ficou evidenciado que os réus integravam o Primeiro Comando da Capital (PCC) e que a motivação dos crimes estava relacionada à atuação da organização criminosa.O promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino atuou pelo Ministério Público no julgamento. Segundo ele, o resultado evidencia o papel fundamental do Tribunal do Júri no sistema de justiça e ressalta a relevância da participação da sociedade nas decisões sobre crimes contra a vida. “A decisão reafirma a importância constitucional do Tribunal do Júri e da soberania dos veredictos populares. O julgamento representa a resposta da própria sociedade diante de crimes graves praticados em contexto de violência”, destacou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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