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Projeto Verde Novo planta 500 mudas de árvores em espaço cedido por empresa no Distrito Industrial

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O Programa Verde Novo do Poder Judiciário de Mato Grosso esteve na indústria Root Brasil Agronegócios, uma esmagadora de soja localizada no Distrito Industrial de Cuiabá, na manhã desta sexta-feira (3), para realizar o plantio de 500 mudas de árvores frutíferas e nativas do Cerrado, junto aos funcionários da empresa.

O plantio atendeu ao pedido da encarregada de Qualidade do Meio Ambiente da Root Brasil, Milca Campos, que já conhecia o programa Verde Novo e resolveu entrar em contato, o que pode ser feito por qualquer cidadão ou instituição pública ou privada por meio do Zapmudas (65) 3648-6879 ou pelo e-mail [email protected].

“Já conheço o programa Verde Novo, conheci alguns dos locais onde eles fizeram essa parceria e eu acho de suma importância incluir tanto a educação, a sociedade como um todo nesse processo de reflorestamento, de reconstituir essa parte do meio ambiente. Então, como esse trabalho já está sendo realizado, eu achei muito importante a empresa estar participando também desse projeto porque ela também tem essa preocupação com o meio ambiente”, afirma.

A encarregada aponta ainda o significado de envolver os colaboradores na ação ambiental e educativa. “Isso não é algo feito de forma individualizada. Você tem que trazer a sociedade como um todo para conhecer, para cada um se empenhar de alguma forma. Eu acredito que, com isso, a gente consegue desenvolver algo maior, que venha trazer um retorno expressivo para o meio ambiente”, avalia.

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A funcionária do setor de contratos da empresa, Camila Marangoni Ferreira, participou da ação que, além o plantio, também contou com uma breve palestra que apresentou o Verde Novo e abordou a importância da arborização urbana para a melhora do clima. “É maravilhoso! É muito importante ter uma área verde. Cuiabá é muito quente, nós sabemos o que a gente sofre. E saber que vai ter essas árvores aqui, daqui pra frente, ter esse cuidado todo é muito lindo”, elogia.

A engenheira florestal do programa Verde Novo, Rosiani Carnaíba, explica que as parcerias para distribuição e plantio de mudas estão abertas a todos os tipos de instituições, como escolas, empresas, associações de moradores, entre outros, visando levar educação ambiental e, principalmente, a arborização para Cuiabá e Mato Grosso. “Nós viemos trazer o conhecimento a todos os colaboradores sobre a importância de plantar, devido às mudanças climáticas, ao aumento da temperatura. Nós precisamos contribuir com o meio ambiente, fazendo o plantio de muitas árvores em todo entorno de áreas urbanas. Tivemos o grande prazer de estar aqui com a indústria Root Brasil, fazendo um plantio de 500 mudas de espécies nativas dentro da empresa”.

Rosiani destaca ainda que, mesmo que as mudas sejam plantadas em ambientes particulares, como empresas, por exemplo, o benefício do plantio das árvores se dissipa a toda a população, por meio da melhora do clima, atração de fauna, purificação do ar, entre outros. “As indústrias, as empresas, as escolas nos procuram para fazer o plantio, mas sabendo que o benefício não vai ser só para aquele local. O benefício é para toda a comunidade, é para um entorno mais completo. Então não vai beneficiar apenas os colaboradores, vai colaborar com todo o meio ambiente”, afirma.

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Programa Verde Novo Idealizado pelo desembargador Rodrigo Curvo em 2017, o Programa Verde Novo é uma iniciativa do Poder Judiciário de Mato Grosso voltada à recuperação das florestas urbanas. Ao longo dos anos, já foram distribuídas e plantadas mais de 230 mil mudas de espécies nativas e frutíferas do Cerrado.

O Verde Novo tem contribuído de forma significativa na conscientização ambiental da população cuiabana e na melhoria da qualidade de vida, uma vez que os plantios de mudas geram redução da sensação térmica e o aumento da umidade relativa do ar.

Quando o programa foi criado, Cuiabá ocupava a 20ª posição no ranking nacional de arborização urbana, com apenas 39,6% de suas vias cobertas por árvores, conforme dados do IBGE de 2010. Atualmente, o cenário é outro: a capital mato-grossense alcançou a 8ª colocação, com 74,23% de suas ruas e avenidas arborizadas, superando até mesmo São Paulo, que ocupa a 9ª posição no levantamento mais recente (IBGE-2022).

Autor: Celly Silva

Fotografo: Celly Silva

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Canal e registro garante sigilo e proteção à vítima de assédio e discriminação

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Arte gráfica roxa aborda assédio e não violência, com ilustração de pessoas e informações institucionais.Possíveis casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação ocorridos no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso devem ser informados e são apurados por uma das Comissões de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, que tem como premissa básica de sua atuação o acolhimento e o apoio à vítima.

O respeito integral à pessoa noticiante começa com o acatamento à sua vontade quanto a quaisquer encaminhamentos ou decisões. E tudo tramita de modo seguro e confidencial, por meio de escuta humanizada e ética, com o compromisso de manutenção do sigilo dos dados das vítimas e das informações por elas apresentadas. Essa conduta visa minimizar os riscos psicossociais e promover a saúde mental no trabalho.

A Instrução Normativa TJMT/PRES n. 4/2024 do TJMT, que regulamenta o processo de trabalho da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação, garante que a escuta e o acompanhamento da pessoa que noticia caso de assédio ou discriminação observem métodos e técnicas profissionais, propiciando atenção humanizada e centrada na necessidade da pessoa noticiante, respeitando seu tempo de reflexão e decisão e fortalecendo sua integridade psíquica, autonomia e liberdade de escolha.

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O serviço de acolhimento, escuta, acompanhamento e orientação é prestado à pessoa que queira recebê-lo, independentemente se decidiu formalizar ou não a notícia do caso para as providencias cabíveis, ou seja, nada é feito sem o consentimento da vítima.

Vale destacar que a Resolução CNJ n. 351/2020 proíbe qualquer forma de retaliação contra a pessoa noticiante, seja a vítima, a testemunha ou qualquer indivíduo que, de boa-fé, relate, testemunhe ou colabore na apuração de condutas de assédio ou discriminação. A pessoa que pratica retaliação pode ser responsabilizada disciplinar ou funcionalmente, conforme a legislação aplicável.

Magistrados(as), servidores(as), estagiários(as), colaboradores(as) credenciados(as) e quaisquer outros prestadores(as) de serviços, independentemente do vínculo jurídico mantido, podem registrar casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação por meio de um formulário on-line, disponível na página da Comissão de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação. Para acessá-lo, basta clicar no banner da Comissão, localizada na página inicial do portal do TJMT. Depois, clicar em “Canal de Manifestação”.

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Saiba mais sobre o assédio moral, assédio sexual e a discriminação no ambiente de trabalho no Guia de Combate ao Assédio, também disponível na página da Comissão, no portal do TJMT.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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