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Prefeitura de Cuiabá é destaque na maior feira pet de MT

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A 3ª edição da Expopet Cuiabá começou no sábado (27) e termina neste domingo (28), durante todo o dia, com grande movimento e a presença fiel do público apaixonado por pets. E, claro, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Bem-Estar Animal (BEA), está presente no evento, levando informação, serviços e orientações importantes para tutores e visitantes em geral. Logo nas primeiras horas da feira, o estande da BEA recebeu intenso fluxo de pessoas interessadas em saber mais sobre o funcionamento dos serviços de castração, prazos de espera e parcerias com clínicas veterinárias da cidade.

Segundo a equipe da Bem-Estar Animal, o processo de inscrição para castração tem se tornado cada vez mais ágil. O tutor realiza a solicitação pelo WhatsApp, preenche um formulário simples e, já na mesma semana, é possível agendar o procedimento dentro dos blocos de castrações oferecidos. Os serviços são destinados exclusivamente aos munícipes de Cuiabá, em conformidade com a legislação vigente.

Outro ponto importante apresentado foi o trabalho da ouvidoria. O setor atua de forma criteriosa para coletar todos os dados e comprovações necessárias. Essa triagem rigorosa busca evitar fraudes e garantir que os atendimentos contemplem, de fato, os animais da população cuiabana, reduzindo riscos de abandono e assegurando um suporte efetivo.

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“Nosso objetivo é mostrar os serviços que estão sendo ofertados, como temos trabalhado e divulgar, de maneira clara, a importância da adoção. Essa aproximação com os munícipes é essencial, pois faz parte do nosso programa de planejamento educacional junto à população. O papel do Bem-Estar Animal vai além de apresentar os serviços, envolve também reeducar as pessoas em relação à causa animal. Eventos como este, que dão grande ênfase à área pet, reunindo tutores, cuidadores e a sociedade civil, representam uma oportunidade de aproximar ainda mais a prefeitura da comunidade. Nosso esforço é apontar caminhos e, pela primeira vez, garantir uma relação mais sólida, baseada na confiança entre a prefeitura e os cidadãos”, frisou a diretora da Bem-Estar Animal, Morgana Thereza Ens, acompanhada de sua equipe.

O organizador da Expopet 2025, Gércio de Arruda, destacou a grandiosidade do evento, que já se consolida entre as cinco maiores feiras pet do Brasil. Nesta edição, o público encontra novidades em nutrição, beleza animal, terapias, palestras com grandes especialistas da medicina veterinária no país, além da maior premiação nacional do campeonato de tosa, que distribui mais de R$ 20 mil em prêmios, incluindo uma motocicleta para os vencedores. A programação traz ainda atrações com nomes conhecidos, como o biólogo Henrique e Richard Rasmussen, que garantem interatividade e informação para toda a família.

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Para os expositores, trata-se de uma oportunidade de apresentar produtos e trocar experiências. “A receptividade é muito boa, calorosa. As pessoas gostam de conhecer novidades, há sempre lançamentos entre as marcas já aprovadas pelo público, pelos tutores e, claro, pelos próprios fãs: os pets”, revelou um dos participantes.

#PraCegoVer

A foto mostra o espaço da Expopet decorado com informações sobre o trabalho realizado pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Bem-Estar Animal, com uma das veterinárias da equipe em destaque.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Inadimplência no crédito rural chega a 6,5% e impulsiona solução que mede risco produtivo no agronegócio

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Inadimplência no crédito rural cresce e pressiona sistema financeiro do agronegócio

O aumento da inadimplência no crédito rural e a pressão sobre as carteiras agrícolas das instituições financeiras têm acelerado a busca por novas ferramentas de avaliação de risco no agronegócio.

De acordo com dados do Banco Central, o volume de dívidas rurais renegociadas no país já soma R$ 37 bilhões, enquanto a inadimplência do crédito rural alcançou cerca de 6,5% em 2025, mais que o dobro do registrado no ano anterior.

O cenário é influenciado por custos elevados de produção, volatilidade das commodities agrícolas e eventos climáticos extremos que afetam diretamente a produtividade no campo.

Modelo tradicional de crédito não considera capacidade produtiva do campo

Apesar dos avanços nas análises financeiras, a avaliação de risco no crédito rural ainda é baseada, em grande parte, no histórico financeiro e no comportamento de pagamento dos produtores.

Na prática, a capacidade produtiva das propriedades rurais não costuma ser incorporada de forma estruturada, o que cria uma lacuna importante na análise de risco do setor.

Picsel lança primeiro Score de Risco Produtivo do mercado brasileiro

Para reduzir essa lacuna, a Picsel, empresa especializada em inteligência de dados aplicada ao agronegócio, lançou o primeiro Score de Risco Produtivo do mercado brasileiro.

A solução tem como objetivo medir a capacidade produtiva das lavouras e oferecer a bancos, cooperativas de crédito e empresas do setor uma nova camada de informação para apoiar decisões financeiras no campo.

Tecnologia utiliza mais de 30 anos de dados agrícolas

O modelo desenvolvido pela empresa analisa mais de 30 anos de dados agrícolas, contemplando até 30 safras por área produtiva.

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As cinco safras mais recentes recebem maior peso na análise, permitindo que o indicador reflita com mais precisão as condições atuais das propriedades rurais.

A base de dados cobre todo o território nacional, com foco nas culturas de soja e milho, que juntas representam cerca de 88% da produção de grãos do Brasil.

Integração de satélite, clima e solo aumenta precisão do score

Para gerar o Score de Risco Produtivo, a solução integra diferentes fontes de dados, como imagens de satélite, informações climáticas históricas, características de solo e bases públicas como MapBiomas e o Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Também são utilizados dados de satélites como Sentinel e da NASA, além de informações meteorológicas e indicadores de produtividade agrícola.

Essas informações são processadas por modelos proprietários de inteligência artificial, que resultam em um índice único de risco produtivo por área analisada.

Avaliação é feita por área produtiva e não por produtor rural

Um dos diferenciais da tecnologia é que a análise é realizada por área produtiva específica, e não diretamente pelo produtor rural.

Isso significa que um mesmo produtor pode apresentar diferentes níveis de risco de acordo com cada propriedade ou talhão agrícola.

Score varia de 0 a 1000 e estima capacidade produtiva

O resultado do modelo é uma pontuação que varia de 0 a 1000, em que valores mais altos indicam menor risco produtivo e maior estabilidade na produção agrícola.

Além da pontuação, a plataforma também estima a capacidade produtiva média da área analisada, em quilos por hectare, permitindo maior precisão na projeção de receitas no campo.

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Ferramenta apoia bancos, cooperativas e empresas do agro

Na prática, o indicador funciona como um termômetro de risco agrícola para bancos, fintechs, cooperativas de crédito, tradings e empresas da cadeia agroindustrial.

Com essas informações, as instituições podem ajustar políticas de crédito, calibrar taxas de juros, exigir garantias adicionais ou ampliar limites para produtores com menor risco produtivo.

A ferramenta também permite relacionar diretamente quebra de safra e inadimplência, contribuindo para a gestão de risco e para o provisionamento de perdas de crédito (PDD).

Integração entre produção e crédito amplia precisão na análise de risco

Segundo o CEO da Picsel, Vitor Ozaki, a incorporação da dimensão produtiva torna a avaliação de risco mais completa e alinhada à realidade do agronegócio.

Ele destaca que, ao considerar a capacidade de produção, o mercado financeiro passa a entender melhor o impacto de eventos como quebras de safra na capacidade de pagamento dos produtores rurais.

Inteligência de dados tende a ganhar espaço no financiamento do agro

Para a empresa, o uso combinado de inteligência de dados, histórico produtivo e modelagem algorítmica tende a se tornar cada vez mais relevante no financiamento do agronegócio.

A expectativa é que esse tipo de solução contribua para decisões mais precisas, maior segurança nas operações de crédito e melhor adequação das ofertas ao perfil de cada produtor rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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