AGRONEGÓCIO

Estudantes de Cuiabá serão protagonistas em peças de teatro em etapa estadual do Fetran

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Estudantes das escolas públicas de Cuiabá – Silva Freire e Ranulpho Paes de Barros – irão participar, no dia 30 deste mês, da Etapa Estadual da 20ª Edição do Festival Estudantil Temático de Teatro para o Trânsito (FETRAN).

O evento, que será realizado no Cine Teatro, é resultado de uma parceria da Prefeitura de Cuiabá com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Detran (Departamento Estadual de Trânsito) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Também vão participar escolas públicas estaduais e o IFMT (Instituto Federal de Mato Grosso). A íntegra da programação pode ser conferida AQUI.

“É um orgulho ver as crianças e professores de Cuiabá reconhecidos pelo poder de criação e de enxergar a arte como instrumento de conscientização”, destaca o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

Os estudantes da escola Ranulpho Paes de Barro serão protagonistas da peça de teatro “O Trânsito Mágico da Cidade Encantada”. No dia 9 de setembro, a peça foi premiada pelo núcleo de educação do trânsito da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Para entender mais, clique AQUI.

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Agora, na etapa estadual, os estudantes de Cuiabá terão a oportunidade, se premiados, de participarem da etapa nacional, que vai selecionar as melhores peças de teatro do país destinadas a educação no trânsito produzidas por estudantes e professores.

As crianças da escola Silva Freire serão protagonistas da peça de teatro “Saber e não cumprir não salva vidas, apaga futuros, apressa às despedidas”. No dia 9 de setembro, a estudante Rafaela Marques foi premiada como melhor atriz infantil pelo desempenho na peça teatral.

No dia 3 de outubro, no teatro do Sesc Arsenal, ocorrerá a cerimônia de premiação. Na ocasião, haverá a avaliação do júri e a cerimônia de premiação.

Entenda

O Festival Estudantil Temático de Teatro para o Trânsito é dividido em duas modalidades:

Na etapa estadual, os espetáculos serão apresentados em duas modalidades distintas:

Teatro na Escola: montagens realizadas em unidades escolares (públicas ou privadas), dirigidas por professores ou projetos pedagógicos das Secretarias de Educação.

Projetos Teatrais: produções de grupos culturais, escolas de teatro, companhias teatrais, centros culturais e projetos sociais externos à rede educacional.

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Essa separação garante maior valorização da diversidade artística e pedagógica, permitindo que cada iniciativa seja avaliada em seu contexto específico.

Júri especializado e plural

A comissão julgadora contará com avaliadores de diferentes áreas:

Jurados pedagógicos: servidores do Detran-MT e uma servidora convidada do Detran-SC;

Jurados temáticos: servidores da PRF com conhecimento em segurança viária e educação para o trânsito;

Jurados cênicos: artistas renomados das artes cênicas, garantindo uma avaliação técnica e artística de excelência.

#PraCegoVer

A foto ilustra cinco crianças em um palco iluminado remetendo a uma peça de teatro. É possível visualizar três meninas com vestidos longos e coloridos. Um menino está à frente com camisa vermelha e calça jeans.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Alta de insumos, frete e diesel com guerra aperta margem e preocupa safra 2026/27

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Isan Rezende

“O produtor rural brasileiro define agora, entre maio e agosto, o custo da safra 2026/27 — cujo plantio começa a partir de setembro no Centro-Oeste — com uma conta mais pesada e fora do seu controle. A ureia subiu mais de US$ 50 por tonelada, o diesel segue pressionado e o frete internacional acumula altas de até 20%. Isso aumenta o custo por hectare e exige mais dinheiro para plantar”. A avaliação é de Isan Rezende, presidente do Instituto do Agronegócio (IA), ao analisar os efeitos da escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã sobre o agronegócio brasileiro.

Segundo ele, o encarecimento não começou agora, mas se intensificou nas últimas semanas e pesa diretamente nas decisões do produtor. Em lavouras de soja e milho, o aumento dos insumos pode elevar o custo total entre 8% e 15%, dependendo do nível de investimento. “O produtor já vinha apertado. Agora, o custo sobe de novo e o preço de venda continua incerto”, afirma.

O avanço dos custos está ligado à tensão no Oriente Médio. O fechamento do Estreito de Ormuz levou o petróleo a superar US$ 111 o barril, mantendo o diesel em alta. Ao mesmo tempo, fertilizantes nitrogenados, que o Brasil importa em grande volume, ficaram mais caros e instáveis.

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Além do custo, há risco de perda de mercado. “O Irã comprou cerca de 9 milhões de toneladas de milho brasileiro em 2025. Se esse volume diminui, sobra produto aqui dentro e o preço cai”, diz Rezende.

Na logística, o impacto já aparece nos números. O frete marítimo para a Ásia subiu entre 10% e 20%, com aumento do seguro e cobrança de prêmio de risco. Na prática, isso reduz o valor pago ao produtor. “Quando o custo de levar o produto sobe, alguém paga essa conta — e parte dela volta para quem está produzindo”, afirma.

O efeito mais forte deve aparecer nos próximos meses, quando o produtor for comprar fertilizantes e fechar custos da nova safra. Se os preços continuarem elevados, será necessário mais capital para plantar a mesma área.

Para Rezende, há medidas que podem reduzir esse impacto. “O governo pode ampliar o crédito rural com juros menores, reforçar o seguro rural e alongar dívidas em regiões mais pressionadas. Um aumento de alguns bilhões na equalização de juros já ajudaria a reduzir o custo financeiro da safra”, afirma.

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Ele também aponta que o Brasil começa a dar passos para diminuir a dependência externa de insumos, mas ainda de forma insuficiente. “A retomada da produção de nitrogenados com a reativação da unidade de Fábrica de Fertilizantes Nitrogenados de Araucária, no Paraná, ajuda, mas ainda não resolve o problema. O país continua dependente do mercado internacional, especialmente do Oriente Médio. Sem ampliar essa capacidade e melhorar a logística, o produtor segue exposto a choques externos”, conclui.

Fonte: Pensar Agro

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