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Selantes para Mastite: Solução Eficaz para a Saúde Mamária e Qualidade do Leite, Afirma Veterinário

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A mastite é uma das doenças mais comuns e prejudiciais no setor de pecuária de leite, impactando diretamente a qualidade do leite e a produtividade dos rebanhos, com reflexos negativos nos resultados econômicos. Para enfrentar esse desafio, os selantes para tetos surgem como uma alternativa eficiente no controle da mastite e na preservação da saúde mamária das vacas.

De acordo com Renato Coser, médico-veterinário e gerente de vendas da unidade de grandes animais da Syntec, o uso de selantes para mastite tem como objetivo proteger os úberes das vacas e reduzir a propagação de infecções. “O selante é aplicado diretamente nos tetos de forma intramamária, criando uma barreira protetora que impede a entrada de patógenos, como bactérias, e diminui o risco de infecções”, explica.

Aplicação e Benefícios do Selante

Coser detalha que o selante é geralmente aplicado em vacas no final da lactação, após o tratamento da vaca seca, quando a saúde do úbere precisa ser reforçada. “Esse produto forma uma camada protetora que preserva a integridade do úbere, especialmente em ambientes propensos à proliferação de agentes causadores de mastite, como locais úmidos e sujos”, afirma o veterinário.

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O protocolo recomendado consiste na aplicação de um antibiótico intramamário de absorção lenta antes da utilização do selante. Essa combinação (antibiótico + selante) visa tratar as mastites subclínicas e reduzir a taxa de novas infecções durante o período seco das vacas.

Selante Seal Up: Proteção e Prevenção

Para auxiliar os produtores, a Syntec oferece o Seal Up, um selante intramamário à base de subnitrato de bismuto, desenvolvido especialmente para o período de secagem das vacas leiteiras. O Seal Up forma uma barreira protetora no canal do teto, evitando a entrada de microrganismos durante o período seco e contribuindo significativamente para a manutenção da saúde mamária.

Além disso, o Seal Up pode ser usado em conjunto com antibióticos específicos para o tratamento da vaca seca, potencializando a eficácia do tratamento e colaborando para a prevenção de infecções, melhorando assim a qualidade do leite e a produtividade das propriedades leiteiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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