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TJMT assina protocolo que assegura mais agilidade na proteção de mulheres vítimas de violência

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O desembargador José Zuquim Nogueira, presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) assinou, nesta quinta-feira (25 de setembro), o Protocolo de Intenções voltado ao fortalecimento de ações de proteção às mulheres vítimas de violência. O documento estabelece uma parceria entre o Judiciário, o Governo do Estado de Mato Grosso e Ministério Público Estadual (MPMT), visando garantir maior efetividade no atendimento desse tipo de caso em todo o estado.

Por meio do acordo, os órgãos públicos trabalharão em conjunto, instituído um fluxo integrado de informações para emissão de medidas protetivas, monitoramento em tempo real e respostas rápidas às ocorrências. Para o presidente do Poder Judiciário de Mato Grosso, desembargador José Zuquim, o ato representa, na verdade, um compromisso que as instituições assumem para assegurar maior eficiência nas iniciativas de proteção às mulheres.

O desembargador enfatizou que o TJMT já vem desenvolvendo uma série de atividades de combate e prevenção à violência doméstica e familiar. Como exemplo, o magistrado citou o trabalho realizado em escolas públicas, promovendo a conscientização de crianças e adolescentes sobre o tema. Zuquim destacou ainda a instalação de Redes de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar, que deve chegar a marca de 100 municípios ainda em 2025.

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“Estamos avançando para melhorar nossas atividades, tanto o Judiciário, o Ministério Público, o Estado e todos que fazem parte desse protocolo. O TJMT está estendendo suas ações para alcançar mais efetividade. Mas precisamos dar as mãos e trabalharmos em conjunto para combater essa cultura violenta contra as mulheres. O protocolo é mais uma semente que estamos plantando que tenho certeza que também frutificará”, afirmou o magistrado.

O governador de Mato Grosso, Mauro Mendes, apontou como fundamental a parceria para a realização de uma mudança profunda no cenário enfrentado no estado. “Estamos fazendo o máximo possível para transformar essa realidade. Hoje é mais uma demonstração de que continuaremos dando esse máximo. O que assinamos não foi um protocolo de intenções, mas sim de ações, com todos os atores que querem continuar fazendo o melhor”, disse o gestor.

De acordo com o procurador-geral de Justiça do Ministério Público, Rodrigo Fonseca, a assinatura do Termo de Intenção trará mais celeridade. “Ele traz obrigações a cada um dos Poderes, otimizando o fluxo das informações. Esse processo tem que ser cada vez mais rápido. O crime acontece rápido e nossa atuação também tem que ser a mais ágil possível”, afirmou o procurador-geral.

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A juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, da 1ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher de Cuiabá, também participou do ato de assinatura do Protocolo de Intenções.

Autor: Bruno Vicente

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Operação conjunta com Juizado Ambiental apreende quase uma tonelada de pescado irregular em Cuiabá

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Peixes de diferentes tamanhos armazenados em um freezer durante fiscalização ambiental. Uma mão aparece sobre os exemplares, indicando a comparação de tamanho dos pescados apreendidos.Uma operação conjunta entre o Juizado Volante Ambiental (Juvam), do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), a Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), realizada na manhã de terça-feira (2 de junho), resultou na apreensão de 991 quilos de pescado irregular em Cuiabá.

A fiscalização ocorreu em uma residência e em uma feira livre localizada na Avenida Beira Rio, no bairro Praeirinho. Durante a ação, as equipes encontraram exemplares de espécies cuja captura, transporte, armazenamento e comercialização são proibidos pela legislação estadual, além de peixes com tamanho inferior ao permitido pelas normas ambientais.

Entre os peixes apreendidos estavam exemplares de pintado, dourado e piraputanga, espécies protegidas pela Lei Estadual nº 12.434/2024, conhecida como Lei do Transporte Zero, além de pacus abaixo da medida mínima (45cm) exigida para captura. A legislação vigente em Mato Grosso proíbe, até 2029, a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização de 12 espécies nativas consideradas estratégicas para a preservação dos estoques pesqueiros do Estado.

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O 1º sargento da Polícia Militar Ambiental e integrante do Juvam, Marcello Amui, aparece em primeiro plano durante entrevista. Ele veste farda camuflada e está em ambiente interno.De acordo com o 1º sargento da Polícia Militar Ambiental que atua no Juvam, Marcello Amui, também foram apreendidos exemplares de tambaqui. “Embora a espécie tenha captura permitida, os peixes estavam armazenados juntamente com espécies de posse irregular e, por isso, foram apreendidos”.

O militar informou que todo o pescado recolhido será destinado a instituições sociais cadastradas, garantindo o aproveitamento adequado dos alimentos e beneficiando famílias em situação de vulnerabilidade.

Fiscalização permanente

A operação integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo Juvam em parceria com órgãos ambientais e de segurança pública para combater crimes contra a fauna, a pesca predatória e outras infrações ambientais em Mato Grosso.

“A união das instituições é fundamental para o êxito dessas operações. O Juvam está sempre à disposição para apoiar as fiscalizações e o combate aos crimes e ilícitos ambientais”, destacou o sargento.

Além da atuação fiscalizatória, a unidade desenvolve atividades de educação ambiental, conciliação e orientação à população.

Regras da pesca em Mato Grosso

Três agentes de fiscalização ambiental posam em uma sala ao lado de freezers com peixes apreendidos. Eles seguram exemplares de diferentes espécies durante operação conjunta de combate à pesca irregular realizada em Cuiabá. Ao fundo, os freezers abertos exibem parte do pescado apreendido.Desde o encerramento da Piracema, em 31 de janeiro, a pesca voltou a ser permitida nas bacias hidrográficas do Estado. Entretanto, permanecem em vigor as restrições previstas na Lei do Transporte Zero.

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Continuam proibidas a captura, o transporte, o armazenamento e a comercialização das espécies cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado (surubim), piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré. Para as demais espécies, a atividade pesqueira deve respeitar tamanhos mínimos, cotas e demais exigências legais.

O sargento reforçou que o descumprimento das normas ambientais pode resultar em multas, apreensão do pescado, embarcações e equipamentos utilizados na infração, além da responsabilização criminal dos envolvidos.

Denúncias

Casos de pesca ilegal e outros crimes ambientais em Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger podem ser denunciados ao Juvam pelo telefone e WhatsApp (65) 3648-6880 ou pelo e-mail [email protected]. Ocorrências em outras regiões do Estado também podem ser comunicadas à Sema, pelo WhatsApp (65) 99321-9997 e (65) 98153-0255, ou à Polícia Militar, por meio do telefone 190.

Autor: Marcia Marafon

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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