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Projeto Ouvidoria Cidadã chega a Jaciara e promove diálogos com a sociedade e público interno

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O projeto Ouvidoria Cidadã do Poder Judiciário de Mato Grosso chegou ao município de Jaciara nesta segunda-feira (22 de setembro), promovendo o diálogo com os mais diversos setores da sociedade local. O dia começou com uma visita do ouvidor-geral, desembargador Rodrigo Curvo, do juiz auxiliar Bruno D’Oliveira Marques, do juiz diretor do foro da comarca, Pedro Flory Diniz Nogueira e da diretora do Departamento da Ouvidoria, Larissa Shimoya à prefeita Andréia Wagner, na sede do Executivo municipal.

Na oportunidade, a equipe da Ouvidoria apresentou à gestora a Resolução nº 432/2021 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que constituiu as Ouvidorias Judiciárias em órgãos autônomos, integrantes da alta administração dos tribunais e essenciais à administração da Justiça. Além disso, foi colocado o aparato da Ouvidoria do Judiciário à disposição para parcerias com o município, no intuito de aprimorar os serviços prestados à população.

A prefeita Andréia Wagner destacou a relação harmoniosa entre os poderes no município. “Aqui em Jaciara nós temos essa abertura com a Justiça. É muito bom porque as pessoas geralmente pensam na Justiça que pune, mas a Justiça é orientativa, ela trabalha em prol do cidadão, assim como a Prefeitura. E essa visita do desembargador Rodrigo Curvo foi muito pertinente. Saber que a Justiça está preocupada com a opinião do cidadão, está preocupada em ouvir o cidadão, está ali para ouvir a sugestão, para ouvir a reclamação, isso é muito bom”, disse.

Conforme o desembargador Rodrigo Curvo, a reunião com a prefeita Andreia Wagner foi muito proveitosa. “Tivemos uma ótima acolhida. Nós apresentamos os trabalhos da Ouvidoria, as formas de acesso, nos colocamos à disposição do município de Jaciara, do jurisdicionado que aqui vive, no sentido de fazer com que eles conheçam mais um pouco do trabalho da Ouvidoria do Poder Judiciário para que possamos prestar um serviço melhor para a sociedade”.

Diálogo com a OAB – A advocacia local também foi contemplada pelo projeto Ouvidoria Cidadã, com uma reunião junto à diretoria da 18ª Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT), que representa quase 200 advogados dos municípios de Jaciara, Juscimeira, Dom Aquino e São Pedro da Cipa. A conversa ocorreu no Plenário do Fórum.

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Na ocasião, a presidente da subseção, Joseane Malheiros Alvim Parmigiani, destacou a importância de levar as demandas da categoria ao Tribunal de Justiça. “Hoje nós tivemos o privilégio de ter aqui conosco o desembargador Rodrigo Curvo e o doutor Bruno, que puderam ouvir as nossas demandas. Deve haver o fortalecimento entre Poder Judiciário e OAB, deve haver união porque nós precisamos do Tribunal de Justiça e o Tribunal de Justiça precisa da advocacia. Então, essa parceria é muito importante”, avaliou.

Conversa com magistrados e servidores – No período da tarde, no Plenário do Fórum, a agenda da Ouvidoria Cidadã foi destinada a apresentar o funcionamento do órgão ao público interno. Os juízes Pedro Flory e Ednei Ferreira dos Santos, juntamente com os servidores, assistiram à apresentação realizada pelo desembargador Rodrigo Curvo e pelo juiz Bruno D’Oliveira Marques sobre todo o fluxo da Ouvidoria, suas competências, atribuições, números de atendimento, canais de contato, entre outros pontos.

“Foi muito bacana! A gente foi contemplada com essa visita do desembargador Rodrigo Curvo, do juiz auxiliar Bruno D’Oliveira, porque eles trouxeram pra gente um contato direto entre o cidadão e o Poder Judiciário. Contamos com a presença dos servidores, que têm que saber que a Ouvidoria é um canal que eles têm à disposição não só para receber, eventualmente, reclamações, mas um canal onde podem ser ouvidos. Então foi imprescindível e nós estamos muito felizes de ter recebido o pessoal da Ouvidoria”, declarou o juiz diretor do foro, Pedro Flory.

O ouvidor-geral do Judiciário destacou que o projeto Ouvidoria Cidadã foi um acerto da gestão do TJMT, uma vez que a disponibilidade das comarcas tem sido grande e as conversas muito positivas, tanto com prefeituras, advogados, magistrados, servidores, quanto com a população. “Essas conversas estão permitindo que alcancemos o objetivo de desmistificar e apresentar o papel da Ouvidoria do Poder Judiciário de Mato Grosso”.

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Rodrigo Curvo ressaltou ainda sua felicidade em receber feedbacks positivos da advocacia em relação à toda a equipe do Judiciário no município. “Além de uma extensa pauta de manifestações, de pleitos da advocacia aqui da região, recebemos também um retorno muito positivo, na medida em que recebemos os mais altos elogios à atuação de cada um dos juízes e juíza dessa comarca, e também reafirmaram a competência, a dedicação no atendimento dos juízes e também de cada um dos servidores das unidades judiciais da comarca de Jaciara. Retornaremos a Cuiabá com o sentimento de dever cumprido, mas, acima de tudo, com a satisfação de receber os elogios que foram feitos a cada um dos senhores e das senhoras, tanto de magistrados, quanto de servidores da comarca de Jaciara”, afirmou.

Participação de estudantes – A apresentação da Ouvidoria Cidadã no Fórum de Jaciara contou com a presença de visitantes ilustres: cerca de 50 estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental da Escola Municipal Marechal Rondon. Eles assistiram a tudo de forma exemplar, o que encantou o ouvidor-geral, que classificou a participação dos estudantes como “muito especial” e agradeceu a eles pela visita ao Fórum.

O professor da Escola Municipal Marechal Rondon, Rafael Cícero, agradeceu pela acolhida dos magistrados aos alunos. “Atividades como essa vêm para enriquecer o nosso currículo. Aqui a gente consegue ver a questão dos três poderes, especificamente o Judiciário, na figura do juiz. É importante que os alunos conheçam como funcionam os trabalhos do Poder Judiciário. É de grande relevância para o aprendizado”.

Autor: Celly Silva

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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CNJ visita Tribunal de Justiça e apresenta programa de segurança cibernética Justiça [+ Segura]

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Uma equipe técnica do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) visitou o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) nesta terça-feira (26) para apresentar o Programa Justiça [+Segura], buscando a atuação conjunta na promoção da segurança cibernética, o fortalecimento da preservação digital e a integridade de informações do Poder Judiciário brasileiro.

O presidente do TJMT, desembargador José Zuquim Nogueira deu as boas-vindas a todos na reunião e enalteceu a importância da pauta. “Segurança cibernética não diz respeito apenas a sistemas. Diz respeito à proteção dos dados, à contiguidade dos serviços e à confiança da sociedade na Justiça. Por isso recebemos essa visita com plena disposição para colaborar”, disse.

O juiz auxiliar da Presidência do CNJ, João Thiago Guerra apresentou o Programa Justiça [+ Segura], explicando que se trata de uma parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) com o objetivo de enfrentar os desafios consequentes do grande avanço do processo de transformação digital dos serviços judiciários, que, segundo ele, “resultou em muitos benefícios, tanto para o Judiciário, quanto para os usuários externos, para a sociedade, mas também aumentou o nosso nível de risco de exposição a ataques cibernéticos a patamares que precisam ser enfrentados”.

Conforme o juiz Thiago Guerra, o Justiça [+ Segura] tem o objetivo de criar um grande conjunto de ações estruturantes para apoiar os tribunais brasileiros a elevarem os seus níveis de segurança cibernética. “Nós temos o objetivo de que o Judiciário brasileiro como um todo alcance patamares ótimos de cibersegurança para que nós, enquanto ecossistemas, consigamos resistir aos contínuos ataques que temos sofrido da criminalidade organizada”, afirmou.

O representante do CNJ destacou ainda que o TJMT foi um dos poucos tribunais selecionados para participar da primeira fase do programa. “A escolha do TJ de Mato Grosso não foi aleatória. O Tribunal de Justiça de Mato Grosso é um tribunal que goza de grande credibilidade junto ao ecossistema de tecnologia da informação, não apenas do Conselho Nacional de Justiça, mas também em relação aos seus pares. Por conta disso, o CNJ, sabendo que aqui nós vamos encontrar profissionais capacitados, programas, projetos robustos e processos de trabalho bem definidos, viemos até aqui para validar as premissas que foram estabelecidas, mas também para aprender, para colher do tribunal sugestões de aprimoramento do programa”, explicou Guerra.

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O juiz auxiliar da Presidência do CNJ defende ainda que a segurança cibernética deve ser preocupação prioritária de todas as organizações, especialmente do Judiciário. “Não adianta um tribunal ter uma quantidade gigantesca de serviços digitais, ser super orientado à inovação, se ele é vulnerável, se ele está exposto aos ataques cibernéticos. Isso pode comprometer a disponibilidade do serviço ou, mais do que comprometer a disponibilidade, pode comprometer a confiabilidade dos serviços judiciais, por meio de um acesso indevido a um dado judicial, a manipulação dos dados. Esse é um risco que nós não podemos mais correr”, assevera.

Diante desse cenário, João Thiago Guerra afirma que toda a população ganha com a segurança cibernética. “A sociedade se beneficia porque essa linha de atuação garante a confiabilidade dos serviços judiciários, não apenas a sua disponibilidade, mas em especial a sua confiabilidade”.

Presidente do Comitê de Gestão Estratégica e do Comitê Técnico Operacional de Inteligência Artificial do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso, o desembargador Luiz Octávio Oliveira Saboia Ribeiro destaca que a visita da equipe do CNJ é relevante para o Tribunal de Justiça porque indica a maturidade da instituição com relação ao tratamento dos sistema digitais, da Tecnologia da Informação e o avanço que o tribunal vem fazendo em termos de inclusão digital e de oferecimento de serviços digitais para a sociedade.

“O Justiça [+ Segura], do Conselho Nacional de Justiça, é um projeto relevante para todos os tribunais do país e nós compreendemos essa oportunidade como única, no momento em que podemos contribuir com o nascedouro do projeto. Essa é a intenção do CNJ, por aquilo que foi colocado, ou seja, uma construção cooperativa com os tribunais e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso sendo um desses colaboradores”, afirmou.

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Saboia lembrou que a transformação digital no Poder Judiciário de Mato Grosso remonta a 2009 e tem evoluído continuamente. “Ao longo dos anos, as administrações vieram investindo em tecnologia, em cibersegurança, em uma série de ferramentas de tecnologia e governança para minimizar riscos com relação à cibersegurança. Contudo, nós sabemos que a evolução tecnológica tem adotado uma velocidade exponencial nos últimos anos. E mais do que nunca, essas ferramentas, essas políticas, a prática de governança precisam ser aperfeiçoadas. Então, quando se trabalha em um projeto de cunho nacional, como é o Justiça [+ Segura], o que se pretende é enxergar todas as realidades dos tribunais e construir algo que seja viável a todas as unidades judiciárias do país”, comentou.

Também participaram da reunião com o CNJ os desembargadores Rodrigo Curvo (ouvidor-geral do PJMT) e Lídio Modesto da Silva Filho (presidente do Comitê Gestor de Governança de Tecnologia da Informação e Comunicação do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso); os juízes auxiliares da Presidência do TJMT e da CGJ-MT, respectivamente Agamenon Alcântara Moreno Júnior e Jorge Alexandre Martins Ferreira; a juíza coordenadora do Laboratório de Inovação e Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – InovajusMT, Joseane Carla Ribeiro Viana Quinto Antunes; o juiz representante do 1º Grau, Gabriel da Silveira Matos; a vice-diretora geral do TJMT, Renata Bueno; as coordenadoras Judiciária e de Tecnologia da Informação do TJMT, respectivamente Rose Pincerato e Márcia Buhr; o analista técnico de Gestão do Programa Justiça [+ Segura], Fabiano Lima; o chefe substituto da Divisão de Segurança da Informação do CNJ, Hyago Mariano; a assistente de Gestão de Projetos UGP/PNUD, Laisa Lima; e a assistente de Comunicação do Programa Justiça [+ Segura], Amanda Damasceno.

Autor: Celly Silva

Fotografo: Lucas Figueiredo

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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