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Irrigação pode triplicar o valor da terra e aumentar produtividade em propriedades rurais

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O uso de sistemas de irrigação em propriedades rurais não apenas aumenta a produtividade, mas também pode multiplicar o valor da terra. Especialistas do setor afirmam que uma propriedade irrigada pode ter o preço do hectare pelo menos três vezes maior do que áreas sem tecnologia, devido à infraestrutura disponível e ao potencial de produção mais eficiente.

Cristiano Trevizam, diretor comercial da Lindsay, líder global em irrigação, explica que a tecnologia oferece valorização tanto para venda quanto para arrendamento, já que envolve estruturas completas, como outorga de uso da água, disponibilidade de energia elétrica e sistemas de distribuição de água, tornando a propriedade mais atrativa para investidores e produtores.

Projetos de irrigação aumentam produtividade e permitem múltiplas safras

Segundo Trevizam, projetos bem estruturados podem aumentar a produtividade das lavouras em mais de 30% e possibilitar até três safras por ano, permitindo a diversificação de culturas e a ampliação da rentabilidade do produtor.

“Com mais eficiência, é possível produzir mais em menos espaço, evitando a expansão sobre novas áreas e contribuindo para a preservação de áreas de proteção ambiental”, destaca o executivo.

A tecnologia é aplicável a propriedades de diferentes tamanhos, desde pequenas fazendas de até 15 hectares até grandes propriedades com mais de 300 hectares, oferecendo segurança contra a irregularidade das chuvas e longos períodos de seca.

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Irrigação como ferramenta de gestão e sustentabilidade

Além de aumentar a produção, a irrigação proporciona controle sobre níveis de água, automação de equipamentos e monitoramento do solo e condições climáticas, permitindo decisões mais precisas para cada cultivo.

“Se a planta recebe a quantidade de água ideal no momento certo, o crescimento é mais consistente e o produto final apresenta qualidade superior, diferenciando-se no mercado. Toda a eficiência da produção é beneficiada com a utilização correta desses recursos”, explica Trevizam.

A adoção de irrigação, portanto, não só melhora a produtividade e a rentabilidade, como agrega valor econômico à propriedade, tornando-a mais competitiva no mercado de terras e arrendamentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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