Mato Grosso

Mato Grosso sobe nove posições no ranking de eficiência da contabilidade pública

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O Governo de Mato Grosso manteve a nota A no Ranking da Qualidade da Informação Contábil e Fiscal, elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), e ainda avançou nove posições em relação ao ano passado. O resultado, referente aos dados de 2024, comprova a transparência e a qualidade das informações contábeis e fiscais prestadas pelo Estado.

Desde a primeira edição, Mato Grosso figurava com nota B. Em 2024, com base nos dados de 2023, o Estado conquistou pela primeira vez a nota A, ficando em 13º lugar no ranking. Agora, em 2025, além de manter a classificação máxima, alcançou o 4º lugar e um dos melhores desempenhos nacionais.

Para o secretário de Fazenda, Rogério Gallo, o resultado reforça o compromisso do Estado com a boa gestão fiscal e soma às conquistas de Mato Grosso obtidas na capacidade de pagamento (Capag), também avaliada pelo Tesouro Nacional.

“Agora, Mato Grosso não é apenas A na Capag. Também somos A na contabilidade pública, reconhecida entre as melhores do país. Isso reflete a solidez da nossa gestão fiscal, que nos permite atrair investimentos, gerar empregos e ampliar os recursos aplicados em saúde, educação e infraestrutura”, afirmou o secretário Rogério Gallo.

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Segundo o Tesouro Nacional, em 2023 Mato Grosso atingiu 171.140 pontos, o que corresponde ao cumprimento de 98,92% das metas previstas. No ano anterior, o percentual havia sido de 95,93%.

O ranking analisa os dados enviados ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi). Na análise são consideradas quatro dimensões: Gestão da Informação, Informações Contábeis, Informações Fiscais e Informações Contábeis x Informações Fiscais. Em todas elas Mato Grosso obteve um desempenho superior ou igual a 95% na avaliação dos dados encaminhados em 2024.

O Ranking Siconfi é público e por ser consultado aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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