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Prefeito anuncia nova medida para garantir segurança de pedestres no transporte coletivo de Cuiabá

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Na última sexta-feira (12), o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou, ao lado da secretária municipal de Mobilidade Urbana e Segurança Pública, Francyanne Siqueira, que a Prefeitura irá publicar, nos próximos dias, uma portaria estabelecendo novas regras para a saída de veículos do transporte coletivo. A medida tem como objetivo reforçar a segurança dos usuários e pedestres no entorno de ônibus e pontos de embarque.

De acordo com a futura norma, os motoristas ficarão obrigados a aguardar antes de deixar o ponto de parada, seja abrigo, terminal, estação ou qualquer local de embarque, caso identifiquem, pelo retrovisor ou câmeras do veículo, a presença de pessoas correndo em direção ao ônibus ou circulando ao redor. A partida só poderá ocorrer após o pedestre concluir a travessia ou o embarque com segurança.

A iniciativa foi motivada por um acidente recente envolvendo uma jovem que, ao correr para alcançar um coletivo, caiu ao tentar passar entre dois ônibus. Durante a queda, seu braço foi atingido pela roda traseira do primeiro veículo. O caso reforçou a necessidade de regulamentar a conduta dos motoristas em situações semelhantes.

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Segundo Brunini, a portaria busca equilibrar a pontualidade do transporte público com a empatia e o cuidado com os usuários. “Eu sei que a pontualidade do transporte público é muito importante, mas também precisamos ter empatia com quem está tentando chegar no horário ao trabalho, à escola ou a outros compromissos. Vamos cuidar da segurança de todos os que utilizam o transporte coletivo”, afirmou o prefeito.

A secretária de Mobilidade Urbana, Francyanne Siqueira, destacou que a publicação será acompanhada de orientações aos motoristas e de fiscalização para garantir o cumprimento. “Nosso compromisso é com a vida e a integridade dos usuários. Essa portaria vem para dar mais segurança e evitar acidentes como o que aconteceu recentemente”, ressaltou.

Com a nova regra, a Prefeitura de Cuiabá espera reduzir os riscos de atropelamentos e quedas em situações de correria nos pontos de ônibus, assegurando maior proteção e tranquilidade a passageiros e pedestres.

#PraCegoVer
A imagem mostra um ônibus estacionado no terminal de embarque da Praça Alencastro, com pessoas próximas aguardando para embarcar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Irrigação por gotejamento no inverno: 3 cuidados essenciais para evitar perdas e aumentar a eficiência no campo

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Com a chegada do inverno, parte dos produtores rurais tende a reduzir a atenção dedicada à irrigação, diante da expectativa de menor demanda hídrica das culturas. No entanto, especialistas alertam que o período exige ajustes técnicos importantes para manter a eficiência dos sistemas de irrigação por gotejamento e evitar perdas produtivas.

Mesmo com temperaturas mais amenas, o manejo inadequado pode resultar em desperdício de água, deficiência hídrica ou até prejuízos ao desenvolvimento das plantas. Nesse cenário, três práticas se destacam como essenciais: ajuste do manejo da irrigação, manutenção preventiva dos equipamentos e monitoramento constante da lavoura.

Segundo o engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, primeira revenda Netafim do Brasil, Elídio Torezani, o período exige atenção técnica contínua.

“Cada época do ano apresenta características diferentes. No inverno, é fundamental avaliar o clima e o comportamento da cultura para que a irrigação atenda exatamente à necessidade da planta, sem desperdícios e sem comprometer o desenvolvimento da lavoura”, afirma.

Ajuste do manejo da irrigação é essencial no inverno

Um dos principais erros no período é manter os mesmos parâmetros de irrigação utilizados em épocas mais quentes. As condições climáticas do inverno alteram a evapotranspiração das culturas, o que pode reduzir ou modificar a demanda por água.

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No entanto, isso não significa simplesmente irrigar menos, mas sim irrigar com maior precisão.

“O manejo deve acompanhar a realidade da lavoura. Quando o produtor observa as necessidades da cultura e realiza os ajustes corretos, ele consegue usar a água de forma mais eficiente e reduzir riscos para a produção”, explica Torezani.

A recomendação é que o produtor considere fatores como tipo de solo, estágio fenológico da cultura e variações climáticas regionais para definir a lâmina ideal de irrigação.

Manutenção preventiva evita falhas no sistema de gotejamento

Outro ponto crítico durante o inverno é a manutenção dos equipamentos de irrigação. Mesmo com funcionamento aparentemente normal, sistemas de gotejamento podem apresentar falhas silenciosas que comprometem a distribuição uniforme da água.

Filtros, válvulas, conexões e linhas de gotejamento devem ser inspecionados com frequência para evitar entupimentos, vazamentos ou perda de pressão.

“Muitas perdas de eficiência acontecem por detalhes que poderiam ser corrigidos com uma simples inspeção. A manutenção preventiva ajuda a preservar o funcionamento do sistema e evita problemas maiores no futuro”, destaca o engenheiro agrônomo.

A revisão periódica do sistema é considerada uma das principais estratégias para garantir longevidade dos equipamentos e eficiência operacional.

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Monitoramento constante da lavoura garante decisões mais assertivas

Mesmo no inverno, o acompanhamento da área irrigada continua sendo uma prática indispensável. As condições climáticas podem variar ao longo da estação, com períodos de estiagem que impactam diretamente o desenvolvimento das culturas.

O monitoramento do solo, do estado das plantas e do desempenho do sistema de irrigação permite identificar rapidamente qualquer necessidade de ajuste.

“A tecnologia oferece ferramentas importantes para aumentar a eficiência da irrigação, mas nada substitui o olhar atento sobre a lavoura. O monitoramento permite identificar necessidades específicas e agir rapidamente quando necessário”, reforça Torezani.

A irrigação por gotejamento no inverno exige mais do que redução de lâmina: requer estratégia, manutenção e acompanhamento técnico constante. O conjunto dessas práticas contribui para o uso racional da água, maior eficiência operacional e proteção da produtividade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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