Tribunal de Justiça de MT

TJMT amplia debates sobre sustentabilidade com painéis técnicos em Encontro e Seminário Climático

Publicado em

Arte do 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso em tons de verde, com imagens de folhas, do planeta Terra ao centro e símbolos relacionados à sustentabilidade.O 10º Encontro de Sustentabilidade e o 2º Seminário de Mudanças Climáticas, promovidos pelo Poder Judiciário de Mato Grosso por meio do Núcleo de Sustentabilidade, serão realizados nos dias 17 e 18 de setembro (quarta e quinta-feira). Os eventos ocorrerão na sede do TJMT, em Cuiabá, no Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, também com transmissão on-line.

Na parte da manhã, os participantes acompanharão palestras de especialistas nacionais e internacionais sobre crise climática, litigância ambiental e mercado de carbono (saiba mais). No período da tarde, a agenda traz debates que reforçam o papel do Judiciário como protagonista na construção de práticas institucionais mais sustentáveis.

Programação da tarde

Às 14h10, a juíza federal Lívia Cristina Marques Peres, auxiliar da Presidência do CNJ e integrante do Fórum Ambiental do Poder Judiciário, abre a segunda etapa dos trabalhos com o painel sobre “Gestão Sustentável no Judiciário e o PLS como instrumento de governança”.

Na sequência, às 15h, o pesquisador e especialista em transição energética Juliano Martins, da Associação Brasileira de Energia Eólica e Novas Tecnologias, apresenta o painel “Inovação para a transição energética e redução de emissões”, trazendo perspectivas sobre novas matrizes energéticas.

Leia Também:  Presidente do TJMT inaugura central de energia fotovoltaica do Fórum de Cuiabá

Encerrando a programação da tarde, às 16h a gestora Adriana Moreira Tostes Ribeiro, referência nacional em práticas de sustentabilidade no setor público, conduz o painel “Planejamento das Contratações Sustentáveis”, destacando iniciativas que alinham eficiência administrativa e responsabilidade ambiental.

Relevância e inscrições abertas

O evento tem o objetivo de sensibilizar magistrados, servidores, representantes de diferentes poderes e a sociedade em geral sobre a urgência de adoção de práticas e ações responsáveis referentes às mudanças climáticas. Ao capacitar e engajar os participantes, o Judiciário fortalece sua atuação como agente de transformação social e ambiental.

As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas de forma gratuita. A participação pode ser presencial ou on-line, garantindo que mais pessoas tenham acesso ao conteúdo técnico e formativo.

Acesse este link para se inscrever e conferir a programação.

Leia também:

Judiciário de Mato Grosso promove encontro sobre sustentabilidade com certificação carbono neutro

Inscreva-se para o 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas

Prepare-se! Vem aí o 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas

Leia Também:  Nosso Judiciário leva conscientização sobre bullying para mais de 200 alunos da Escola André Avelino

Autor: Dani Cunha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

Tribunal de Justiça de MT

Justiça nega apreensão de passaporte e suspensão de CNH por dívida de 30 anos

Published

on

A imagem apresenta uma balança dourada, símbolo da justiça, centralizada em um fundo branco. À direita da base da balança, as letras "TJMT" em dourado. No lado direito, a frase "2ª INSTÂNCIA" em azul e "DECISÃO DO DIA" em azul escuro e negrito. No lado esquerdo, três linhas horizontais azul-marinho.Resumo:

  • Uma cobrança milionária iniciada em 1995 levou um banco a pedir medidas como apreensão de passaporte, suspensão da CNH e bloqueio de cartões dos devedores.

  • Apenas o bloqueio dos cartões de crédito foi mantido, enquanto as demais medidas foram consideradas excessivas.

Uma cobrança iniciada há mais de 30 anos levou uma instituição financeira a pedir medidas incomuns para tentar receber a dívida, como apreensão de passaporte, suspensão da CNH, bloqueio de cartões de crédito e inclusão do nome dos devedores em cadastros de inadimplentes.

O caso, julgado pela Segunda Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, envolve uma execução movida desde 1995 contra uma empresa de materiais elétricos e seus sócios, após sucessivas tentativas frustradas de localizar bens para penhora.

Ao analisar o recurso, a relatora, desembargadora Maria Helena Gargaglione Póvoas manteve o entendimento de que algumas medidas extrapolavam os limites da proporcionalidade e não teriam utilidade prática para garantir o pagamento da dívida. A magistrada destacou que a suspensão da CNH e a apreensão de passaporte não podem ser aplicadas apenas como forma de punição ao devedor.

Segundo a decisão, embora o Código de Processo Civil permita medidas executivas atípicas, elas só podem ser adotadas quando houver demonstração concreta de que serão eficazes para satisfação do crédito e sem violar direitos fundamentais. No caso, o banco alegou que os executados mantinham padrão de vida luxuoso e estariam ocultando patrimônio, mas o entendimento foi de que a ausência de bens localizados, por si só, não comprova fraude.

A relatora também afastou o pedido de negativação dos nomes dos executados em órgãos de proteção ao crédito. Isso porque a dívida tem mais de 20 anos, ultrapassando o limite de cinco anos previsto na Súmula 323 do Superior Tribunal de Justiça para manutenção de registros negativos.

Por outro lado, foi mantido o bloqueio de cartões de crédito dos executados. A medida foi considerada adequada e proporcional por funcionar como forma indireta de restringir o consumo e estimular o pagamento da dívida, sem impor restrição excessiva a direitos fundamentais.

A decisão também levou em consideração entendimento recente do Superior Tribunal de Justiça, firmado no Tema 1137, que autorizou a adoção de medidas executivas atípicas desde que observados critérios como proporcionalidade, razoabilidade, fundamentação adequada e utilização subsidiária, após o esgotamento dos meios tradicionais de cobrança.

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Corregedoria Participativa chega às comarcas de São Félix do Araguaia e Porto Alegre do Norte
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA