AGRONEGÓCIO

Plantadeira tecnológica da Crucianelli maximiza produtividade e eficiência no plantio

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O agronegócio brasileiro segue sendo um dos pilares da economia nacional. No primeiro trimestre de 2025, o PIB do setor avançou 6,49%, com destaque para o segmento agrícola, que cresceu 10,78%. A projeção é que o setor alcance até R$ 3,79 trilhões ao longo do ano, equivalente a cerca de 29,4% do PIB do país.

Apesar desse desempenho positivo, os produtores enfrentam custos elevados, especialmente com fertilizantes, que pressionam as margens de lucro. O Brasil consome cerca de 8% da oferta global desses insumos, tornando a eficiência no uso de recursos cada vez mais crucial. Segundo a Embrapa, apenas 40% a 50% do nitrogênio aplicado é efetivamente aproveitado pelas plantas, com taxas ainda menores para fósforo e potássio.

Plantor: tecnologia brasileira para plantio de precisão

Para atender a essa demanda, a Crucianelli, em parceria com o Grupo Piccin (ACP), lançou no Brasil a Plantor, uma plantadeira desenvolvida especialmente para o agricultor brasileiro. O equipamento combina alta tecnologia e recursos avançados para otimizar a etapa de plantio de grãos.

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Segundo Maximiliano Cassalha, gerente comercial da Crucianelli Brasil, “toda a tecnologia presente nessas máquinas caiu como uma luva, especialmente neste momento em que agricultores precisam produzir mais em áreas já consolidadas, reduzindo falhas e aproveitando ao máximo cada semente depositada no solo”.

Plantabilidade: precisão que impacta a produtividade

A plantabilidade, termo que define a precisão na distribuição de sementes e fertilizantes, é determinante para o sucesso de uma lavoura. Erros no posicionamento podem comprometer o rendimento, gerar desperdício e causar prejuízos financeiros. A Plantor foi projetada com estrutura robusta e mecanismos de dosagem que garantem uniformidade, profundidade correta e espaçamento regular, promovendo maior eficiência no plantio.

Sistema pantográfico: inovação exclusiva da Crucianelli

Uma das principais inovações do equipamento é o sistema pantográfico nos discos de corte, exclusivo da Crucianelli. Ele permite que a plantadeira acompanhe com precisão as variações do terreno, mesmo em solos irregulares, garantindo corte limpo e posicionamento correto das sementes. “Essa tecnologia oferece mais confiança no resultado do plantio, reduz falhas e assegura uniformidade no desenvolvimento inicial das plantas”, explica Cassalha.

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Integração total com Precision Planting

A Plantor também se destaca pela integração completa com a Precision Planting, referência mundial em soluções de plantabilidade. O equipamento sai de fábrica com monitoramento em tempo real, ajustes digitais linha a linha e controle completo do processo de plantio, permitindo ao agricultor acompanhar e otimizar cada etapa.

Durabilidade, manutenção e eficiência operacional

Além da tecnologia embarcada, a plantadeira foi desenvolvida para alta durabilidade, facilidade de manutenção e ajustes simplificados. Esses recursos reduzem o tempo de parada e aumentam a disponibilidade durante a janela de plantio, fatores essenciais diante dos desafios logísticos e de custo do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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