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Colheita da safrinha de milho no Paraná chega a 94%; plantio de verão começa em 9% das áreas

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O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná, divulgou nesta semana seu relatório sobre as condições climáticas e de cultivo das principais culturas no estado. Segundo o levantamento, a colheita da segunda safra de milho, conhecida como safrinha, já atingiu 94% das áreas cultivadas, enquanto o restante segue em fase de maturação.

Condição das lavouras de milho

De acordo com os técnicos do Deral, das áreas ainda em campo, 46% estão em boas condições, 32% em situação média e 22% consideradas ruins. A colheita da safrinha está praticamente finalizada na maioria das regiões, restando apenas áreas isoladas.

“Nas áreas remanescentes, a colheita avança favorecida pela redução da umidade dos grãos. As produtividades ficaram dentro das estimativas iniciais, embora algumas lavouras tenham sofrido perdas devido à estiagem no início do ciclo”, destacam os especialistas do Deral.

Plantio do milho de verão 2025/26 avança com cautela

Enquanto isso, o plantio da safra de verão 2025/26 já atinge 9% do total estimado no estado. Deste total, 94% das áreas estão em germinação e 6% em desenvolvimento vegetativo. O ritmo de plantio varia conforme a disponibilidade de umidade no solo e a região, com produtores adotando escalonamento da semeadura para reduzir riscos diante de possíveis frentes frias tardias.

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Perspectivas para a temporada

O relatório indica que, embora o início do plantio da nova safra esteja em andamento, os agricultores seguem atentos às condições climáticas, garantindo que o desenvolvimento das lavouras de verão ocorra de forma adequada e sem prejuízos significativos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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