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Preço do Milho Reage no Brasil com Redução de Oferta pelos Produtores

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O mercado brasileiro de milho apresentou movimentação limitada durante a última semana, mas os preços voltaram a reagir diante da retenção de oferta por parte dos produtores. Segundo a Safras Consultoria, a conjuntura econômica e tensões internacionais favoreceram o câmbio, melhorando a paridade de exportação nos portos.

Demanda interna ainda tímida

Os compradores domésticos estão mais ativos, mas de forma pontual, adquirindo volumes suficientes apenas para atender às necessidades imediatas. O alto custo do frete continua sendo um fator que limita a movimentação do milho para longas distâncias.

Colheita da safrinha avança em regiões atrasadas

A colheita da safrinha tem evoluído principalmente em áreas que estavam atrasadas, como algumas regiões de São Paulo, garantindo melhor perspectiva para o fornecimento do cereal.

Cenário internacional e impacto na Bolsa de Chicago

No âmbito externo, o Crop Tour da Pro Farmer acompanhou a produtividade da safra norte-americana de milho, que se mantém em níveis recordes. A boa demanda pelo cereal nos Estados Unidos contribuiu para uma semana de valorização nos preços da Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT).

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Preços internos do milho

Média nacional: R$ 62,01/saca, alta de 1,21% frente à semana anterior (R$ 61,28).

  • Cascavel/PR: R$ 60,00, estável.
  • Campinas/CIF: R$ 66,00, avanço de 1,54%.
  • Mogiana/SP: R$ 60,00, alta de 3,45%.
  • Rondonópolis/MT: R$ 55,00, alta de 1,85%.
  • Erechim/RS: R$ 70,00, queda de 1,41%.
  • Uberlândia/MG: R$ 61,00, alta de 1,67%.
  • Rio Verde/GO: R$ 55,00, avanço de 3,77%.
Exportações brasileiras de milho

Até o momento em agosto, o Brasil registrou receita de US$ 614,217 milhões com exportações de milho, em 11 dias úteis, com média diária de US$ 58,292 milhões. O volume total exportado foi de 3,126 milhões de toneladas, com preço médio de US$ 205,10/tonelada.

Em comparação com agosto de 2024, houve alta de 9,7% no valor médio diário, 3,1% na quantidade média diária exportada e 6,4% no preço médio da tonelada, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Castrolanda conquista certificação internacional FSSC 22000 na Unidade de Batata Frita e reforça padrão global de segurança de alimentos

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A Unidade de Batata Frita (UBF) da Castrolanda, localizada em Castro (PR), alcançou um novo patamar de qualidade e gestão ao obter a certificação internacional FSSC 22000 (Food Safety System Certification), uma das mais reconhecidas do mundo em segurança de alimentos.

O selo confirma que a operação segue rigorosos padrões globais de controle, rastreabilidade, prevenção de riscos e melhoria contínua, fortalecendo a credibilidade da unidade junto a clientes, parceiros e consumidores.

Certificação internacional reforça segurança e controle de processos

O processo de certificação teve início em 2023 e envolveu uma reestruturação ampla das práticas internas, com revisão de processos, investimentos em melhorias operacionais e fortalecimento da cultura de segurança de alimentos entre as equipes.

Reconhecida pela Global Food Safety Initiative (GFSI), a FSSC 22000 é uma certificação que integra requisitos internacionais de gestão, garantindo que os alimentos sejam produzidos dentro dos mais altos padrões de qualidade e segurança em toda a cadeia produtiva.

Compromisso coletivo e evolução operacional

Segundo a coordenadora da Unidade de Batata Frita, Marina Manfroi Maschio Kiefer, a conquista é resultado de um trabalho contínuo de transformação organizacional.

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Ela destaca que a certificação representa a consolidação de uma jornada construída ao longo dos últimos anos, com foco em melhoria de processos e engajamento das equipes.

Além do reconhecimento técnico, a unidade reforça o avanço na cultura interna de segurança de alimentos, com práticas mais robustas de controle, padronização e prevenção de riscos.

Ganhos estratégicos e ampliação de mercado

Para o gerente executivo de Negócios Batata, Cassiano Carrano, a certificação posiciona a unidade em um novo nível de competitividade dentro do setor de alimentos processados.

Segundo ele, o reconhecimento internacional amplia o acesso a mercados mais exigentes, incluindo redes varejistas e marcas globais que demandam certificações de alto padrão.

Além do impacto comercial, a certificação também contribui para ganhos operacionais, como maior eficiência, redução de desperdícios e mitigação de falhas produtivas.

Carrano ressalta ainda que a iniciativa fortalece a responsabilidade da indústria em garantir alimentos seguros em todas as etapas da produção, consolidando uma cultura interna baseada em boas práticas e controle rigoroso de processos.

Castrolanda fortalece posição no setor de alimentos industrializados

A certificação marca um novo ciclo para a unidade, que passa a operar em conformidade com padrões internacionais ainda mais exigentes, ampliando sua relevância no mercado de alimentos congelados e processados.

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A UBF foi criada em 2003 com o objetivo de agregar valor à produção dos cooperados da Castrolanda. Desde então, evoluiu como uma indústria especializada na produção para marcas próprias de parceiros comerciais.

Com foco em qualidade, eficiência e regularidade no fornecimento, a unidade segue ampliando sua estrutura de gestão e alinhamento às melhores práticas da indústria alimentícia global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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