Tribunal de Justiça de MT

Nosso Judiciário: Estudantes de Direito fazem visita ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso

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Os acadêmicos da Universidade de Cuiabá, campus Beira Rio, do curso de Direito, tiveram a oportunidade de conhecer o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), na tarde dessa terça-feira (19 de agosto), por meio do Programa Nosso Judiciário.

No final da programação, visitaram o Espaço Memória, onde estão mantidos registros importantes da história jurídica do Estado. Para se aproximar mais do domínio do Judiciário, os estudantes tiveram a oportunidade de dialogar com a vice-presidente do TJMT, desembargadora Nilza Maria Pôssas de Carvalho.

A magistrada avalia positivamente o Programa “Nosso Judiciário”, uma vez que visa aproximar a Justiça da comunidade acadêmica. Ela destacou a importância de estudantes terem acesso às sessões e ao funcionamento do Tribunal, incentivando-os a seguir carreiras jurídicas. “É importante que eles saibam como funciona o Tribunal de Justiça com a possibilidade deles acompanharem as sessões já que nem sempre eles têm esse acesso. Esse programa também é um estímulo para que eles sigam a carreira jurídica”.

Mulher loira veste blazer roxo e blusa azul. Fala de forma expressiva, em destaque no ambiente iluminado, com janelas de madeira ao fundo. Sua postura transmite firmeza e segurança.Além disso, a desembargadora contou alguns detalhes dos 34 anos de carreira e como conciliou os estudos e a maternidade. A presença de mulheres na magistratura não apenas aumenta a representatividade, mas também contribui para a qualidade da Justiça, enriquecendo os debates jurídicos e as tomadas de decisões. “É crucial garantir a paridade de gênero na magistratura, com maior acesso de mulheres a todos os níveis, incluindo desembargadoras. A presença feminina traz perspectivas importantes, como um olhar mais sensível e atento, especialmente em casos de família”, disse a desembargadora.

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Servidora Silvia Okabe. Ela usa óculos, cabelos soltos e roupas formais fala para o público. Atrás dela, bandeiras e um homem de terno acompanham atentos. Expressão séria e gestos com as mãos indicam explicaçãoJá a chefe de Divisão da Secretaria da Segunda Câmara do Direito Privado, Silvia Okabe, mencionou sobre as vantagens do Processo Judicial Eletrônico (PJe), ferramenta que reduz o tempo de tramitação dos processos e contribui para a sustentabilidade, uma vez que diminui o consumo de papel.

“Desde 2021, todo o acervo do TJMT tramita exclusivamente no PJe. Houve um mutirão de três meses para finalizar cerca de cinco mil processos que ainda estavam em formato físico”.

Homem de terno cinza fala em pé, gesticulando com as mãos, enquanto uma mulher de blazer roxo o observa ao lado. Ao fundo, livros antigos e o letreiro “Memorial do Judiciário Mato-grossense”.O docente Alex Martins Salvatierra, responsável pela turma visitante, relembrou do contato que teve com o Judiciário desde a infância, pois a mãe era servidora. Ele apoia a realização desse projeto que aproxima os estudantes das atividades jurídicas e ficou contente em poder proporcionar esse momento aos discentes.

“É importante que a academia conheça mais de perto a função do Judiciário, como os julgamentos são feitos, como são feitas as sessões, onde funcionam as secretarias. Então, além de trazer isso em sala, os alunos vêm aqui e vivenciam isso na prática”.

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Mulher de blazer roxo e jovem de camisa preta posam juntos, sorrindo e exibindo exemplar do “Glossário Jurídico”. Atrás, o letreiro do Memorial e estantes de livros antigos completam o cenário.Os 54 estudantes que participaram da visita guiada no Tribunal são dos semestres finais do curso.

Com pontos de vista diferentes do Judiciário, ficaram impressionados com o túnel do tempo que o Espaço Memória proporciona aos visitantes. “É muito emocionante e, como aluno, até fico arrepiado. A gente ter o contato com o desembargador, aprender sobre a sustentação oral do advogado. É um aprendizado que fica marcado”, expressou o aluno do 9º semestre, André Vendruscolo de Souza.

Grupo de estudantes posa ao lado de uma magistrada vestida de roxo no Memorial do Judiciário. Todos sorriem em clima de descontração, no espaço com móveis de madeira e cadeiras vermelhas.Ao final, os acadêmicos de Direito receberam das mãos da vice-presidente do TJMT o Glossário Acadêmico, que é um guia atualizado a cada ano, criado para facilitar a compreensão dos termos do mundo jurídico e explicá-los de uma maneira clara e acessível.

Autor: Maria Eduarda Aquino (estagiária)

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Judiciário de MT Explica: por que falar de Equidade Racial importa?

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Há muita diferença entre tratar as pessoas de forma igual e tratá-las com justiça. E para explicar melhor é fundamental falar de igualdade versusequidade racial.
De forma resumida, conforme o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a igualdade garante o tratamento igualitário perante a lei, enquanto a equidade ajusta esse tratamento às necessidades específicas de cada indivíduo ou grupo.
Assim, a equidade busca promover a aplicação da justiça na prática para corrigir desigualdades e desvantagens históricas por meio de ações afirmativas.
Depois de estudos iniciados a partir da Portaria 108/2020, o CNJ lançou em 2022 o Pacto Nacional pela Equidade Racial, do qual o Poder Judiciário de Mato Grosso é signatário a partir do Comitê de Equidade Racial.
Por meio dele, o Judiciário mato-grossense passou a realizar cursos de letramento racial e práticas antirracistas, oficinas nas diferentes áreas e outras ações no âmbito do Tribunal de Justiça e nas comarcas.
O trabalho busca promover a equidade, fortalecer a democracia, unir as pessoas pelo respeito para mostrar que o conhecimento é a melhor ferramenta para transformar a nossa realidade.

Autor: Lídice Lannes

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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