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Prefeito de Cuiabá destaca poder da geração de empregos na ExpoEcos

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O prefeito Abilio Brunini participou da abertura da ExpoEcos 2025, na terça-feira (12), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá e defendeu políticas públicas voltadas à geração de emprego e atração de investimentos privados. Também reforçou que a capital oferece condições para acelerar projetos e reduzir burocracias, citando mudanças nas exigências para construção de supermercados e estabelecimentos comerciais.

“Queremos que empresas venham para Cuiabá, ampliem seus espaços e contratem mais pessoas. Quem é daqui e quiser investir, invista mais; quem é de fora, invista, gere mais empregos, aumente o número de profissionais trabalhando e nós, da Prefeitura de Cuiabá, vamos acelerar o procedimento para poderem investir na nossa cidade. Deixo um convite: quando você estiver pensando em abrir um negócio em Cuiabá, pode bater direto na porta do prefeito porque eu vou estender um tapete verde e amarelo para recebê-los”, declarou Abilio.

Abilio também afirmou que Mato Grosso é um dos estados com menor número de pessoas dependentes do Bolsa Família e que a capital Cuiabá figura entre as principais cidades do país com menor índice do programa. “A gente não quer as pessoas dependendo de programas sociais, mas prosperando, se desenvolvendo, saindo de qualquer dependência do governo federal, construindo a sua própria casa, tendo o seu próprio negócio e dando o melhor aos seus filhos, sem depender apenas de programas sociais”, explicou.

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Durante a cerimônia, que contou com a presença de empresários, políticos e representantes do setor produtivo, o prefeito também destacou que a prioridade da gestão é direcionar equipamentos públicos, como unidades de saúde, para regiões mais carentes, liberando áreas em locais de alto poder aquisitivo para iniciativas privadas, fortalecendo a geração de emprego.

A ExpoEcos é considerada o maior evento do setor em Mato Grosso e reúne, nesta edição, cerca de 70 expositores e aproximadamente 40 pequenos produtores, com o objetivo de celebrar e impulsionar o comércio, a indústria de alimentos e o turismo de negócios no Estado.

Além de exposições, conta com palestras, workshops e rodadas de negócios até o dia 24 deste mês, consolidando-se como um dos principais eventos de fomento econômico e comercial do Estado de Mato Grosso.

Um dos organizadores, Luciano de Almeida, presidente da Associação Matogrossense de Atacadistas e Distribuidores (Amad), afirmou que a cada edição o evento se fortalece, com mais de 15 mil participantes inscritos. “Agrega novas tendências, novas tecnologias e a oportunidade de novos negócios. Todos unidos e, com certeza, vencendo um grande desafio para chegar até aqui”, frisou.

O secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Cuiabá, Fernando Medeiros, ressaltou a importância estratégica do evento para a capital e para Mato Grosso. “A ExpoEcos mostra a força do setor atacadista, supermercadista, do comércio e da indústria de alimentos da nossa capital e do Estado. É uma oportunidade para exposição de produtos, realização de rodadas de negócios e atração de turistas, movimentando o turismo de negócios de Cuiabá”, afirmou.

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Já o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, César Miranda, um dos grandes apoiadores do evento, disse que a expectativa é, a cada edição, gerar mais negócios e que Mato Grosso continue liberando o potencial construtivo que detém. Na ocasião, foram premiados dois grandes empreendimentos de sucesso no Estado: o Supermercado Juba (50 anos de existência) e a Norte Sul Distribuidora (41 anos no mercado).

A ExpoEcos 2025 é realizada pela Associação Matogrossense de Atacadistas e Distribuidores (Amad), Associação de Supermercados de Mato Grosso (Asmat), Sindicato do Comércio Atacadista e Distribuidor de Mato Grosso (Sincad-MT) e Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios do Estado de Mato Grosso (Sincovaga-MT), com apoio do Governo do Estado de Mato Grosso.

#PraCegoVer

A foto mostra o prefeito Abilio Brunini discursando na abertura da ExpoEcos 2025, no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Expansão da indústria de papel e celulose impulsiona demanda por lubrificantes industriais de alta performance

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O crescimento acelerado da indústria brasileira de papel e celulose vem ampliando a necessidade de investimentos em eficiência operacional, confiabilidade industrial e manutenção estratégica. Na avaliação de Rogério Campos, Coordenador de Desenvolvimento de Negócios da FUCHS, os lubrificantes industriais de alta performance deixaram de ser apenas insumos operacionais e passaram a ocupar posição estratégica dentro da competitividade do setor.

A análise ocorre em um momento de expansão histórica da cadeia produtiva brasileira. Segundo dados da Indústria Brasileira de Árvores, o Brasil produziu 25,5 milhões de toneladas de celulose em 2024, crescimento de 5,2% sobre o ano anterior, consolidando o país como o segundo maior produtor global e líder mundial em exportações.

No segmento de papel, a produção nacional alcançou 11,3 milhões de toneladas, avanço de 4,6% em relação a 2023.

Para Rogério Campos, o avanço da indústria exige operações cada vez mais eficientes e tecnologicamente preparadas para suportar ambientes produtivos severos.

Crescimento da indústria aumenta pressão sobre eficiência operacional

Segundo o especialista, a expansão do setor está diretamente ligada à instalação de novos polos industriais, ampliação de fábricas e aumento da demanda global por embalagens sustentáveis, impulsionada pelo comércio eletrônico e pela substituição de plásticos.

Dentro desse cenário, Campos destaca que a confiabilidade operacional se torna um fator crítico para manter produtividade e competitividade.

“A lubrificação assume papel essencial para garantir desempenho, eficiência energética e segurança operacional, especialmente em um ambiente industrial extremamente agressivo como o da produção de papel e celulose”, analisa.

Ambientes severos exigem lubrificantes de alta performance

Na avaliação do especialista, um dos maiores desafios da indústria está nas condições extremas de operação.

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As plantas industriais do setor trabalham com:

  • Altas temperaturas;
  • Elevadas velocidades;
  • Contato constante com água e vapor;
  • Presença de agentes químicos;
  • Grandes cargas mecânicas.

Segundo Rogério Campos, essas condições aceleram desgaste, corrosão e falhas mecânicas quando não há gestão adequada da lubrificação.

“Os lubrificantes atuam diretamente na redução do atrito, dissipação de calor e proteção contra oxidação e contaminação. Quando corretamente especificados, contribuem para aumentar a vida útil dos equipamentos e reduzir paradas não programadas”, explica.

Indústria 4.0 transforma gestão da lubrificação

Outro ponto central da análise do executivo está na transformação tecnológica do setor.

Para Campos, a lubrificação industrial passa por uma evolução alinhada aos conceitos de manutenção preditiva e Indústria 4.0, com crescimento do uso de:

  • Lubrificantes sintéticos;
  • Monitoramento online;
  • Sistemas automatizados;
  • Soluções integradas de manutenção.

Na avaliação do especialista, essa transformação amplia previsibilidade operacional e reduz custos industriais.

“O mercado caminha para soluções mais inteligentes, sustentáveis e com maior estabilidade térmica, permitindo intervalos maiores de manutenção e redução significativa de falhas”, afirma.

Sustentabilidade acelera busca por soluções biodegradáveis

A análise também destaca o avanço das exigências ambientais dentro da indústria de papel e celulose.

Segundo Rogério Campos, cresce a procura por lubrificantes biodegradáveis e soluções com menor impacto ambiental, especialmente em áreas sensíveis das operações industriais.

Além disso, o desenvolvimento tecnológico vem priorizando:

  • Resistência à contaminação por água;
  • Maior estabilidade térmica;
  • Proteção anticorrosiva;
  • Resistência ao cisalhamento;
  • Melhor desempenho em ambientes úmidos.

“Essas tecnologias garantem maior proteção aos ativos industriais e ajudam a reduzir custos operacionais”, ressalta.

Falhas de lubrificação podem comprometer competitividade

Para o especialista, erros na gestão da lubrificação representam riscos operacionais e financeiros relevantes para a indústria.

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Equipamentos como bombas, compressores, mancais, turbinas, sistemas hidráulicos e transportadores dependem diretamente de lubrificantes adequados para operar de forma contínua.

Segundo Campos, falhas podem provocar:

  • Quebras mecânicas;
  • Superaquecimento;
  • Corrosão interna;
  • Paradas inesperadas;
  • Perdas de produção;
  • Aumento dos custos de manutenção.

“As consequências vão além dos danos técnicos. Afetam diretamente produtividade, competitividade e disponibilidade operacional das plantas industriais”, alerta.

Lubrificação passa a ser diferencial estratégico para o setor

Na conclusão da análise, Rogério Campos afirma que empresas que investirem em tecnologias avançadas de lubrificação tendem a ganhar vantagem competitiva nos próximos anos.

Para ele, o setor de papel e celulose brasileiro vive um momento de consolidação global e precisará sustentar crescimento com operações mais eficientes, sustentáveis e confiáveis.

“Investir em inovação e lubrificantes industriais de alta performance fortalece a competitividade das empresas e contribui para o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva”, conclui.

Segundo o especialista, a modernização industrial associada à manutenção estratégica será determinante para que o Brasil continue ampliando sua relevância global na produção de papel e celulose.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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