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Com estratégia comercial personalizada, Shull Seeds cresce 123% e aposta em novos canais na distribuição de insumos

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A Shull Seeds, empresa 100% brasileira especializada em sementes de milho e sorgo, participa do 14º Congresso da Andav, que acontece de 5 a 7 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A presença no evento reforça a estratégia da companhia de ampliar sua rede de distribuição e consolidar parcerias estratégicas, em um momento de reestruturação no setor de insumos agrícolas.

Crescimento expressivo com foco em parcerias e flexibilidade comercial

Entre as safras 2023/24 e 2024/25, a Shull registrou um crescimento de 123% no número de canais de distribuição. Esse avanço é resultado direto de uma política comercial sob medida, voltada a entender as necessidades específicas de cada parceiro, seja ele uma revenda tradicional ou um novo distribuidor regional.

“Temos buscado parceiros que enxerguem na Shull uma alternativa sólida e competitiva, com grande potencial de crescimento. E isso tem dado muito certo, pois nos permite construir condições comerciais sob medida com base em relações de longo prazo”, afirma Marcelo Pupim, diretor nacional de vendas da empresa.

Estrutura enxuta e foco em agilidade

Com uma estrutura organizacional jovem e horizontalizada, a Shull se destaca pela rapidez na tomada de decisões e pela capacidade de adaptação às diferentes realidades regionais. Esse modelo facilita a entrega de soluções personalizadas, além de um atendimento próximo, com forte presença no pós-venda.

“Nosso modelo de gestão permite respostas rápidas às necessidades do mercado e dos nossos parceiros. Do representante ao CEO são dois degraus”, explica Pupim.

Aposta em novos canais e profissionais independentes

A atual reconfiguração do setor de distribuição de insumos — marcada pela saída de grandes grupos e o surgimento de distribuidores independentes e empresas familiares em fase de profissionalização — tem aberto espaço para novos perfis de parceiros. A Shull tem direcionado parte de sua estratégia para apoiar esses canais emergentes.

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A empresa oferece suporte técnico, condições comerciais adaptadas e um relacionamento próximo desde o início da parceria. “Hoje, nossa rede de distribuição é, em grande parte, formada por empresas de muita tradição, mas estamos de olho nesses novos players que buscam fornecedores dispostos a construir juntos, com confiança, ética e visão de longo prazo. É exatamente isso que entregamos. Prometemos e cumprimos”, conclui Pupim.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço do suíno cai no Brasil com consumo enfraquecido e oferta elevada no mercado interno

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O mercado brasileiro de suínos encerrou a semana com novas quedas nos preços do animal vivo e dos cortes no atacado, refletindo um cenário de consumo doméstico enfraquecido e oferta confortável de animais para abate.

De acordo com análises do setor, os frigoríficos mantêm postura cautelosa nas compras e seguem pressionando as negociações por valores menores, diante da disponibilidade elevada de suínos no mercado.

No atacado, a carne suína continua enfrentando dificuldades para recuperar preços, mesmo após os recuos acumulados nas últimas semanas, que aumentaram a competitividade da proteína frente às carnes bovina e de frango.

Consumo abaixo do esperado limita recuperação do setor

O desempenho fraco da demanda doméstica continua sendo o principal fator de pressão sobre a cadeia suinícola brasileira. O menor poder de compra das famílias no fim do mês reduz o ritmo de reposição no varejo e compromete a recuperação mais consistente dos preços.

Segundo avaliação de mercado, apesar da carne suína estar mais competitiva em relação às proteínas concorrentes, o consumo segue abaixo das expectativas da indústria e dos produtores.

As exportações brasileiras continuam apresentando resultado positivo, mas ainda insuficiente para enxugar a oferta interna em um nível capaz de sustentar uma reação mais firme das cotações.

Média nacional do suíno vivo recua na semana

Levantamento de mercado apontou queda na média nacional do quilo do suíno vivo, que passou de R$ 5,53 para R$ 5,48 na semana.

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No atacado, a média dos cortes de carcaça caiu de R$ 9,00 para R$ 8,96 por quilo. O pernil também apresentou leve retração, passando de R$ 11,43 para R$ 11,40.

Em São Paulo, a arroba suína recuou de R$ 104,00 para R$ 103,00.

Cotações apresentam pressão em diversas regiões produtoras

Nas principais praças produtoras do país, o mercado apresentou comportamento misto, com predominância de estabilidade nas integrações e queda no mercado independente.

No Rio Grande do Sul, o quilo vivo permaneceu em R$ 5,90 no sistema de integração, enquanto o mercado do interior caiu de R$ 5,30 para R$ 5,25.

Em Santa Catarina, a integração seguiu em R$ 5,90, mas o mercado independente recuou de R$ 5,30 para R$ 5,15.

No Paraná, o preço do suíno vivo no mercado livre caiu de R$ 5,15 para R$ 5,10, enquanto a integração permaneceu em R$ 5,90.

Já em Minas Gerais, o interior do estado registrou retração de R$ 5,90 para R$ 5,70, enquanto o mercado independente caiu de R$ 6,10 para R$ 5,90.

Em Mato Grosso, a cotação em Rondonópolis permaneceu em R$ 5,50, mas a integração estadual recuou de R$ 5,95 para R$ 5,90.

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Exportações de carne suína avançam em maio

Apesar das dificuldades no mercado interno, as exportações brasileiras de carne suína “in natura” seguem em ritmo positivo em maio.

Nos primeiros 10 dias úteis do mês, o Brasil embarcou 55,571 mil toneladas, com média diária de 5,557 mil toneladas, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

A receita obtida no período alcançou US$ 138,459 milhões, com média diária de US$ 13,846 milhões. O preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 2.491,6.

Na comparação com maio de 2025, houve crescimento de 10,2% no volume médio diário exportado e avanço de 6% na receita média diária. Por outro lado, o preço médio por tonelada registrou queda de 3,8%.

Mercado segue atento ao comportamento do consumo

O setor suinícola acompanha com atenção o comportamento do consumo doméstico nas próximas semanas, especialmente diante do impacto da renda das famílias e da competitividade entre proteínas.

Enquanto isso, o avanço das exportações continua sendo um fator importante para equilibrar o mercado, embora ainda insuficiente para provocar uma recuperação mais consistente dos preços no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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