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Synerjet expande parceria com Pyka e consolida o Pelican 2 como referência em pulverização agrícola elétrica e autônoma no Brasil

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Parceria reforçada para atender à demanda do agronegócio brasileiro

A Synerjet Corp., empresa líder em soluções para aviação agrícola e executiva na América Latina, anunciou a ampliação de sua parceria com a fabricante norte-americana Pyka, consolidando o Pelican 2 como uma das principais inovações tecnológicas no setor agro no Brasil.

Firmado inicialmente em janeiro de 2025, o contrato foi recentemente reforçado com aumento do compromisso de compras e suporte técnico, em resposta à crescente demanda por soluções sustentáveis e de alta precisão no agronegócio brasileiro.

Pelican 2: tecnologia elétrica e autônoma em expansão no campo

O Pelican 2 é uma aeronave 100% elétrica e autônoma, capaz de realizar pulverizações agrícolas sem piloto a bordo, tanto durante o dia quanto à noite. A tecnologia oferece baixo custo operacional e alta eficiência para produtores de grandes áreas.

Segundo Mateus Dallacqua, diretor de Vendas e Inovação da Synerjet, as primeiras operações com o Pelican 2 no Brasil já estão previstas para o segundo semestre de 2025, em propriedades no Mato Grosso e no Oeste da Bahia.

“O Pelican 2 entrega mais do que prometemos: eficiência, sustentabilidade e redução de custos para o produtor rural”, afirma Dallacqua.

Alto desempenho e eficiência comprovada

Equipado com sistema de navegação aérea 3D, radar a laser e inteligência embarcada, o Pelican 2 executa voos autônomos com alta precisão. Seu desempenho impressiona:

  • Autonomia de 45 minutos por bateria
  • Capacidade de pulverizar até 90 hectares por hora
  • Tanque com 300 litros e faixa de aplicação de 18 metros (comprovadamente superior, segundo consultorias)
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De acordo com Dallacqua, a consultoria independente Agroefetiva identificou que o alcance real da faixa de aplicação ultrapassa 20 metros, superando as especificações iniciais do fabricante.

Sustentabilidade: economia de combustível e menor impacto ambiental

Além da alta performance, o Pelican 2 se destaca pela eficiência energética e baixo impacto ambiental:

  • Substitui tratores terrestres, que consomem cerca de 1 litro de diesel por hectare
  • Quando recarregado com gerador em campo, o Pelican 2 consome até 10 vezes menos diesel por hectare
Não emite CO₂ durante o voo e não gera ruído, favorecendo o manejo em áreas sensíveis

Outro benefício relevante é a redução da compactação do solo, evitando o tráfego pesado de tratores nas lavouras. A pulverização pode ser feita em horários ideais, como à noite, o que melhora o uso de produtos biológicos e o controle de pragas sensíveis, especialmente em culturas como soja, algodão e cana-de-açúcar.

“O voo noturno é um diferencial competitivo que dobra a capacidade diária de operação e melhora as condições de aplicação. Todos os nossos clientes reconhecem esse valor”, destaca o executivo.

Expansão planejada e suporte técnico especializado

Com a ampliação da parceria, a Synerjet já planeja a entrega das primeiras unidades do Pelican 2 para a safra 2026/2027, reforçando sua atuação nos principais polos agrícolas do Brasil.

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Para garantir o sucesso da operação, a empresa mantém uma rede de suporte técnico especializada, com parcerias regionais para manutenção e atendimento pós-venda.

“A expansão da parceria com a Pyka é um reflexo da confiança do mercado na nossa capacidade de inovar. O Pelican 2 representa o futuro da aviação agrícola e estamos prontos para atender à crescente demanda no Brasil e na América Latina”, finaliza Dallacqua.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Consumo de máquinas e equipamentos avança 1,2% em março e atinge maior nível de importações da história

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O consumo de máquinas e equipamentos no Brasil registrou crescimento de 1,2% em março de 2026 na comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) durante a Agrishow, maior feira de tecnologia para o agronegócio da América Latina.

O levantamento também aponta um recorde nas importações, que alcançaram US$ 3,1 bilhões no mês — o maior valor desde o início da série histórica, em 1999. O avanço foi puxado principalmente pela entrada de componentes industriais e máquinas destinadas à extração de petróleo.

Importações impulsionam resultado no trimestre

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o consumo do setor apresentou alta de 4,2%. O desempenho foi sustentado, sobretudo, pela maior demanda por máquinas rodoviárias e equipamentos voltados à movimentação e armazenagem de materiais.

Nesse período, as importações desses segmentos cresceram de forma expressiva, com avanço de 20% em máquinas rodoviárias e de 28% em equipamentos logísticos, refletindo investimentos em infraestrutura e armazenagem.

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Indústria opera próxima de 80% da capacidade

Outro indicador relevante foi o aumento no nível de utilização da capacidade instalada da indústria de máquinas e equipamentos. Em março, o índice atingiu 79,9%, alta de 1,4% em relação a fevereiro e 2,3 pontos percentuais acima do registrado no mesmo mês de 2025.

O resultado indica que o setor industrial segue operando próximo do seu limite produtivo, sinalizando uma recuperação gradual da atividade.

Emprego segue em alta no setor

Mesmo diante de oscilações nas vendas, o setor mantém trajetória positiva na geração de empregos. Nos últimos 12 meses, foram criados 122,5 mil postos de trabalho, o que representa crescimento de 6,5% em relação ao período anterior.

De acordo com a avaliação da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas da Abimaq, as empresas têm optado por preservar seus quadros de funcionários, apostando em uma recuperação no curto prazo.

Expectativa é de retomada com expansão do agro

A perspectiva do setor está diretamente ligada ao crescimento do agronegócio brasileiro. A ampliação das exportações de alimentos, estimada em até 30%, depende do aumento da área plantada e, consequentemente, da demanda por máquinas agrícolas.

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Nesse contexto, a avaliação é de que o atual momento de desaceleração nas vendas seja temporário. A manutenção da mão de obra qualificada é vista como estratégica, já que profissionais treinados são considerados ativos essenciais para sustentar a retomada do crescimento.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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