Várzea Grande

DAE amplia atendimento e inaugura novo ponto no Ganha Tempo Cristo Rei

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Com essa integração, o atendimento é realizado em um ambiente mais moderno, acessível e funcional, onde o cidadão encontra diversos serviços públicos reunidos em um só local

O Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG) conta agora com um novo ponto de atendimento no Ganha Tempo Cristo Rei. A unidade começa a funcionar oficialmente amanhã, sexta-feira (8), e representa um avanço importante no compromisso da atual gestão com a descentralização e a melhoria dos serviços prestados à população.

“A unidade já está funcionando nesta quinta (7), mas em forma de teste”, explica o diretor-presidente, Zilmar Dias, garantindo que se o morador for até o guichê será atendido.

Instalar uma unidade de atendimento na região do Cristo Rei sempre foi uma meta da atual gestão. No entanto, o endereço anterior gerava muitos custos, tanto de equipe quanto estrutural, o que resultava em baixa eficiência operacional e pouco conforto para população. Agora, com a integração ao Ganha Tempo, o atendimento é realizado em um ambiente mais moderno, acessível e funcional, onde o cidadão encontra diversos serviços públicos reunidos em um só local.

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“Estamos trabalhando para garantir que o serviço do DAE esteja mais próximo da população. Além de implantar canais de comunicação eficientes, nós estamos frequentemente levando mutirões aos bairros mais críticos. Em sete meses avançamos muito e faremos muito mais daqui pra frente”, projeta Zilmar.

No novo ponto de atendimento – aberto de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h – os moradores podem resolver praticamente todas as demandas relacionadas ao abastecimento de água e esgoto, como:

– Emissão de segunda via de fatura

– Negociação e renegociação de débitos

– Solicitação de reativação de cavalete

– Pedido de nova ligação de água

– Registro de reclamações

– Solicitação de vistoria, fiscalização e refaturamento

Os únicos serviços que não serão realizados na unidade do Ganha Tempo é a solicitação de viabilidade técnica e alteração cadastral. Para esses atendimentos, os usuários devem procurar o setor comercial do DAE/VG, localizado em frente ao Terminal André Maggi.

A abertura do novo ponto reforça o compromisso do DAE/VG com a modernização dos serviços e com a valorização do atendimento ao cidadão, garantindo mais proximidade, agilidade e eficiência no dia a dia da população várzea-grandense.

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Serviço:

Ponto de atendimento do DAE no Ganha Tempo Cristo Rei

Rua Prof.ª Isabel Pinto, 212.

Segunda a sexta-feira, das 8h às 17h

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Livro sobre a história do bairro Cristo Rei é relançado em biblioteca municipal de Várzea Grande

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A comunidade do Grande Cristo Rei prestigiou, no último dia 20, o relançamento do livro “O Lendário Capão de Negro – A História do Bairro Cristo Rei”, de autoria do professor e ex-secretário de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Odenil Seba. O evento, que integra o calendário comemorativo dos 159 anos de Várzea Grande, foi realizado na Biblioteca Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, no bairro Cristo Rei.

Lançado originalmente em maio de 2024, o livro é resultado de 30 anos de pesquisa sobre o Capão de Negro, área histórica e remanescente de quilombo urbano localizada no bairro Cristo Rei. A região remonta aos séculos XVIII e XIX, período em que escravizados fugitivos buscavam refúgio no grande capão de mata existente no local. Com o passar dos anos e a expansão urbana do município, a área passou por profundas transformações.

Ao longo das três décadas de pesquisa, o professor, historiador, músico e artista plástico Odenil Seba buscou não apenas resgatar a história do bairro, mas também preservar a memória das pessoas que viveram no Cristo Rei.

“Iniciei esse trabalho buscando informações sobre os negros escravizados que no Capão de Negro se refugiaram, fugindo da opressão dos seus senhores. Posteriormente, procurei resgatar histórias individuais de pessoas simples, lavradores que chegaram ao Capão de Negro nas décadas de 1930 e 1940”, declarou o autor.

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Segundo Odenil Seba, a obra também aborda a relação entre a presença religiosa dos padres salesianos no seminário construído por Dom Orlando Chaves, no Capão de Negro, e os reflexos dessa atuação junto à população local.

“Por fim, analiso as angústias, os sofrimentos e os novos rumos que a população do Capão de Negro passou a enfrentar após a intervenção do poder público com o loteamento, formando assim o atual bairro Cristo Rei e regiões adjacentes”, explicou.

Para a superintendente de Cultura da SMECEL, Everlucy Arruda, o relançamento da obra representa um importante reconhecimento da memória e da identidade cultural do município.

“Este momento representa muito mais que o relançamento de um livro. É a valorização da educação, da cultura e do conhecimento como ferramentas de transformação social. A parceria entre a Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e os autores locais fortalece exatamente isso: incentivar nossos escritores, preservar nossas raízes e aproximar a comunidade da leitura”, afirmou.

Ela destacou ainda a importância da realização do evento na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira.

“Realizar este evento na biblioteca torna tudo ainda mais especial, pois este espaço simboliza o acesso ao saber e à construção cultural do nosso município. Parabenizo o professor Odenil Seba por essa importante contribuição à literatura e à cultura regional. Que este livro alcance muitas pessoas e inspire novas gerações a conhecerem e valorizarem nossa história”, concluiu.

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Além de apresentações especiais do Coral Vesper, da Escola Estadual José Leite, o evento contou com a participação de moradores e lideranças locais, entre eles o padre Felisberto, a professora Ilza Santana Costa, filha de Dona Binoca, Maria Rosa de Carvalho e suas filhas, Estanislau Bispo, viúvo de Dona Áurea Brás, e seu filho Uilson Brás, a professora Tacília Soares, do movimento negro de Várzea Grande, Eliseu da Silva Xunxum, Manoel dos Santos, conhecido como “seo Manezinho”, além das freiras missionárias do Bom Jesus, irmã Luceny e irmã Queiróz, que atuaram no Capão de Negro nas décadas de 1960 e 1970, entre outras personalidades.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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