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Feirão com vacina, apoio e mil vagas de emprego para mulheres segue até sexta

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A 5ª edição do Feirão de Empregos, realizado pela Prefeitura de Cuiabá, segue com atendimento até sexta-feira (8), das 8h às 17h, na sede da Secretaria Municipal da Mulher (SMM), localizada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 490, região central da capital. O evento oferece mais de mil vagas exclusivas para mulheres, além de serviços gratuitos de saúde, com aplicação da vacina contra a influenza, assistência social e apoio jurídico e psicológico.

As vagas disponíveis incluem cargos como: vendedora, operadora de caixa, repositora, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de cozinha, atendente, nutricionista, assistente de vendas, estagiária e auxiliar de negócios. Os salários variam entre R$ 1.600 e R$ 5 mil.

Nesta edição, o Feirão de Empregos integra a campanha “Agosto Lilás”, dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher. Desde o início do evento, mais de 200 atendimentos foram realizados com o apoio da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.

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As participantes recebem orientações sobre planejamento familiar e métodos contraceptivos, atendimento e atualização do Cadastro Único (CadÚnico). Também são oferecidos serviços do Espaço Caliandra, do Ministério Público, além de atendimento psicológico e jurídico com o apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

O Feirão de Empregos é realizado com o apoio de diversas empresas parceiras, entre elas: Central de Estágios, Comper, Move Up Profissional, Sindicato das Óticas, Sine Municipal, ACCuiabá (Associação Comercial de Cuiabá), ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Assessoria Infinity, CDL Cuiabá (Câmara de Dirigentes Lojistas), Coca-Cola, Loja Moda Verão e Shopping Pantanal Cuiabá.

#PraCegoVer

A foto mostra os banners com a divulgação dos serviços oferecidos pela Secretaria Municipal da Mulher.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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El Niño volta ao radar do mercado de café e pode influenciar oferta global nas próximas safras

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A confirmação de um novo episódio do fenômeno El Niño para o segundo semestre de 2026 reacendeu a atenção do mercado internacional de café. Embora a produção brasileira da safra 2026/27 não deva sofrer impactos relevantes, especialistas avaliam que as alterações climáticas poderão afetar importantes regiões produtoras ao redor do mundo e influenciar as perspectivas de oferta nos próximos ciclos.

De acordo com análise da Hedgepoint Global Markets, os efeitos do El Niño sobre a cafeicultura dependem da intensidade e da duração do fenômeno, além do momento em que ocorre dentro do calendário agrícola de cada país. Por isso, os impactos tendem a variar entre as diferentes origens produtoras.

Safra brasileira 2026/27 segue com perspectiva positiva

No Brasil, maior produtor e exportador mundial de café, a expectativa é de que a safra 2026/27 não registre perdas significativas em decorrência do fenômeno climático.

Segundo a Hedgepoint, o estágio atual das lavouras reduz os riscos imediatos para a produção nacional. Ainda assim, um outono e inverno com maior volume de chuvas podem provocar atrasos na colheita e aumentar a volatilidade do mercado ao longo dos próximos meses.

Mesmo sem expectativa de impactos relevantes sobre a produtividade da safra atual, o comportamento do clima continuará sendo acompanhado de perto pelos agentes do setor, especialmente diante da possibilidade de fortalecimento do El Niño durante o segundo semestre.

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Florada da safra 2027/28 entra no foco do mercado

Se a produção da temporada atual inspira maior tranquilidade, a mesma situação não se aplica ao próximo ciclo produtivo.

A Hedgepoint alerta que alterações no regime de chuvas e nas temperaturas durante o período de florada poderão influenciar o potencial produtivo da safra brasileira de 2027/28.

A fase de floração é considerada uma das mais importantes para a definição da produtividade dos cafezais. Qualquer irregularidade climática nesse período pode comprometer a formação dos frutos e alterar as estimativas futuras de produção.

América Central e Sudeste Asiático concentram maiores riscos

Enquanto o Brasil tende a enfrentar impactos limitados no curto prazo, outras importantes regiões produtoras apresentam maior vulnerabilidade aos efeitos do El Niño.

Segundo a análise da Hedgepoint Global Markets, países da América Central e do Sudeste Asiático podem sofrer alterações climáticas capazes de prejudicar tanto a safra 2026/27 quanto a temporada 2027/28.

Essas regiões desempenham papel estratégico no abastecimento global de café, especialmente na produção de grãos arábica e robusta, o que faz com que qualquer redução na oferta seja acompanhada com atenção pelos mercados internacionais.

Clima seguirá como principal variável para os preços

Com a possibilidade de um episódio mais intenso de El Niño entre o fim de 2026 e o início de 2027, operadores, exportadores e produtores deverão manter atenção redobrada à evolução das condições climáticas nas principais origens produtoras.

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Embora o cenário atual não indique prejuízos relevantes para a produção brasileira desta temporada, o mercado continua precificando riscos relacionados às próximas safras, uma vez que o equilíbrio entre oferta e demanda mundial depende diretamente das condições meteorológicas.

Segundo Laleska Moda, analista de inteligência de mercado da Hedgepoint Global Markets, o comportamento do fenômeno varia conforme a região e o período do ano em que atua.

A especialista explica que, no Brasil, a safra 2026/27 deve ser preservada, mas o andamento da colheita e, principalmente, a florada da safra 2027/28 exigirão acompanhamento constante. Já em países da América Central e do Sudeste Asiático, os efeitos do El Niño poderão ser mais intensos, afetando a produção nas duas próximas temporadas.

Diante desse cenário, o clima permanece como um dos principais fatores de formação das expectativas para o mercado global de café, influenciando decisões de comercialização, investimentos e projeções para a oferta mundial nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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