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Trouw Nutrition reforça papel da nutrição para melhorar desempenho e sobrevivência de leitões em granjas de alta prolificidade

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O aumento da prolificidade nas granjas de suínos, impulsionado por avanços genéticos e melhorias no manejo reprodutivo, eleva a produtividade, mas também impõe desafios importantes durante a fase de maternidade. Com mais leitões por fêmea, torna-se fundamental adotar uma nutrição adequada para garantir o desenvolvimento saudável e a sobrevivência dos animais nos primeiros dias de vida — período crucial que impacta todo o desempenho produtivo futuro.

Nutrição adequada fortalece saúde intestinal e sistema imunológico

Segundo Vladimir Borges, médico veterinário e líder de Suinocultura da Trouw Nutrition na América Latina, granjas com alta prolificidade demandam atenção especial, pois a capacidade de amamentação das fêmeas pode não ser suficiente para alimentar toda a leitegada, elevando riscos de mortalidade e desmame com baixo peso.

A nutrição correta na fase inicial age diretamente na saúde intestinal, resposta imune e viabilidade dos leitões, fatores determinantes para o sucesso produtivo ao longo da vida.

Uso de concentrados lácteos auxilia no desenvolvimento dos leitões

Para enfrentar essas dificuldades, Borges destaca a eficiência do uso de concentrados lácteos suplementares ao leite materno, como o Milkiwean, que podem ser oferecidos logo após a ingestão do colostro.

“Produtos desenvolvidos para garantir alta digestibilidade e palatabilidade ajudam na maturação do sistema digestivo, estimulam o consumo precoce e promovem um crescimento mais uniforme entre os leitões”, explica o especialista.

Além disso, o uso desses concentrados de qualidade reduz a competição entre os animais, aumenta as chances de sobrevivência dos leitões mais frágeis e diminui a necessidade de intervenções como transferências de leitões entre mães.

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Nutrição desde o nascimento impacta o potencial genético dos suínos

De acordo com Vladimir Borges, o suporte nutricional já nos primeiros dias está diretamente ligado ao desempenho zootécnico durante toda a vida produtiva dos suínos.

“Animais bem nutridos desde os primeiros dias tendem a expressar melhor seu potencial genético, reforçando a importância de práticas de manejo que priorizem o cuidado especial nessa fase”, conclui.

A adoção de estratégias nutricionais eficientes na maternidade, especialmente em granjas de alta prolificidade, é essencial para aumentar a viabilidade dos leitões, garantir a uniformidade do crescimento e potencializar os resultados produtivos do setor suinícola.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Inverno no Rio Grande do Sul exige manejo reforçado para proteger vacas leiteiras e manter a produtividade

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As condições climáticas do inverno no Rio Grande do Sul demandam atenção especial dos produtores de leite para preservar a saúde do rebanho e evitar impactos na produtividade. Apesar da boa adaptação das vacas da raça Holandesa às baixas temperaturas, a combinação de frio, vento e alta umidade representa um desafio importante para o manejo das propriedades leiteiras.

Segundo a superintendente técnica substituta da Associação dos Criadores de Gado Holandês do Rio Grande do Sul (Gadolando), Maíza Scheleski, o frio, por si só, não costuma comprometer o desempenho dos animais. Pelo contrário, as temperaturas mais amenas podem até favorecer a produção de leite.

“As vacas leiteiras da raça Holandesa toleram muito bem o frio, que pode inclusive contribuir para o conforto térmico e para a produção. O maior desafio durante o inverno gaúcho é a associação entre frio, vento e umidade, característica frequente nesta época do ano”, explica.

Umidade e barro aumentam riscos sanitários

Entre as principais recomendações para o período está a manutenção de ambientes secos e protegidos, especialmente após chuvas. A presença constante de barro e umidade favorece a proliferação de agentes causadores de doenças e pode comprometer diretamente o bem-estar animal.

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De acordo com a especialista, os impactos são observados principalmente na saúde dos cascos e na incidência de mastite, uma das enfermidades que mais geram prejuízos à atividade leiteira.

“É fundamental garantir que os animais tenham acesso a áreas secas e protegidas. O excesso de umidade aumenta significativamente os riscos de problemas nos cascos e favorece a ocorrência de mastite”, destaca.

Terneiras exigem atenção redobrada no inverno

As categorias mais jovens do rebanho também estão entre as mais vulneráveis às condições climáticas adversas. Durante o inverno, cresce a incidência de doenças respiratórias, tornando essencial a adoção de medidas preventivas.

Instalações limpas, camas secas, proteção contra correntes de vento e ambientes adequadamente manejados contribuem para reduzir os riscos sanitários e melhorar o desenvolvimento dos animais.

Segundo Maíza, o conforto das terneiras deve ser tratado como prioridade para minimizar perdas e garantir melhores índices produtivos no futuro.

Nutrição, conforto e sanidade são fundamentais

Além da infraestrutura adequada, fatores como alimentação balanceada, monitoramento sanitário e manejo eficiente continuam sendo determinantes para o desempenho do rebanho durante os meses mais frios do ano.

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A especialista ressalta que a combinação de boas práticas de manejo, nutrição adequada e atenção ao conforto animal permite que os produtores atravessem o inverno sem comprometer a produtividade da atividade leiteira.

Com planejamento e cuidados preventivos, é possível reduzir os efeitos das condições climáticas típicas do Sul do Brasil, preservar a saúde dos animais e manter a eficiência dos sistemas de produção de leite.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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