AGRONEGÓCIO

Feirão de Empregos começa nesta segunda com serviços de apoio às mulheres

Publicado em

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher (SMM), realiza entre os dias 4 e 8 de agosto a 5ª edição do Feirão de Empregos, com a oferta de mais de mil vagas exclusivas para mulheres. O evento acontecerá das 8h às 17h, na sede da Secretaria Municipal da Mulher, localizada na Avenida Presidente Getúlio Vargas, nº 490, região central de Cuiabá.

O Feirão de Empregos deste mês integra a campanha “Agosto Lilás”, dedicada à conscientização e ao combate à violência contra a mulher.

A programação contará com serviços gratuitos de saúde, assistência social e apoio jurídico e psicológico, por meio da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência. No evento, serão oferecidos: orientações sobre planejamento familiar e métodos contraceptivos; aplicação da vacina contra a influenza; atendimento e atualização do Cadastro Único (CadÚnico); serviços do Espaço Caliandra, do Ministério Público. Atendimento psicológico e jurídico, com apoio do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

Leia Também:  Megatendências na aquicultura mundial

Segundo a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, a ação de empregabilidade também representa uma oportunidade para que as mulheres conquistem sua autonomia financeira.

“Venha participar conosco, na primeira semana de agosto, de mais uma edição do Balcão de Empregos. São mais de mil oportunidades para as mulheres cuiabanas. E, neste mês de enfrentamento à violência doméstica, temos uma programação diferenciada, porque entendemos que uma mulher com autonomia financeira tem condições de sair de relacionamentos abusivos e de um cenário de agressão”, ressaltou Hadassah.

O feirão oferece vagas para diversos cargos, como: vendedora; operadora de caixa; repositora; auxiliar de serviços gerais; auxiliar de cozinha; atendente; nutricionista; assistente de vendas; estagiária e auxiliar de negócios. Os salários variam de R$ 1.600 a R$ 5 mil, com exigência de diferentes níveis de escolaridade. Algumas vagas oferecem capacitação para mulheres com ensino médio completo.

As interessadas devem comparecer ao local com o currículo impresso, que será encaminhado às empresas parceiras, conforme o perfil das candidatas e mediante entrevista. Entre os parceiros confirmados estão: Central de Estágios, Comper, Move Up Profissional, Sindicato das Óticas, Sine Municipal, ACCuiabá (Associação Comercial de Cuiabá), ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis), Abrasel (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), Assessoria Infinity, CDL Cuiabá (Câmara de Dirigentes Lojistas), Coca-Cola, Loja Moda Verão e Shopping Pantanal Cuiabá.

Leia Também:  Preços do Milho Sobem na B3 Acompanhando Alta do Dólar

#PraCegoVer

A foto mostra a entrada da Secretaria da Mulher.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Brasil soma 700 novos mercados e R$ 20 bilhões em negócios mesmo sob pressão de tarifas

Published

on

As novas autorizações para vender produtos do agro brasileiro no exterior já geraram mais de R$ 20 bilhões em negócios desde janeiro de 2023, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O balanço, anunciado nesta terça-feira (13.10), acompanha a marca de 700 aberturas de mercado. Para produtores e empresas, o avanço amplia as opções de compradores num momento em que tarifas e outras restrições encarecem as vendas internacionais.

O número exige uma distinção: são 700 autorizações para produtos em diferentes destinos, e não 700 países. Um mesmo país pode liberar a compra de carnes, frutas e sementes, por exemplo, e aparecer várias vezes na conta. Cada aprovação permite disputar um mercado, mas ainda é preciso encontrar comprador e acertar preço, frete e condições de entrega.

Os R$ 20 bilhões mostram que parte dessas oportunidades já virou negócio. O valor, porém, não permite calcular quanto as aberturas acrescentaram às exportações totais do Brasil. Uma venda a um novo destino pode representar produção adicional ou substituir um embarque antes enviado a outro comprador. O balanço também reúne negócios de quase quatro anos; não é o resultado apenas de 2026.

Entre as liberações recentes está a venda de pescado brasileiro aos Emirados Árabes Unidos, tanto de captura quanto de criação. Também foram autorizados o mamão fresco para o Kuwait e o milho em grãos para a Síria. São oportunidades para cadeias diferentes, cujo retorno dependerá do tamanho das encomendas e do custo de atender cada comprador.

Leia Também:  Nota oficial da Secretaria Municipal de Saúde

A busca por alternativas ganha peso porque um aumento de tarifa pode interromper pedidos mesmo quando há produto disponível. Entre os efeitos estão o adiamento de compras, a renegociação de contratos e a redução do ganho das empresas. Para quem produz, o risco é ter mercadoria pronta e encontrar condições de venda piores do que as previstas.

Ter mais compradores ajuda a reduzir esse risco e dá alternativas quando um destino restringe as compras. A concentração ainda é relevante: em 2025, a China respondeu por 32,7% das exportações do agronegócio brasileiro, quase um terço do total, segundo o Mapa.

Produtos do agro com muitos compradores internacionais tendem a encontrar alternativas com mais facilidade do que mercadorias feitas para clientes específicos. Ainda assim, trocar de destino não assegura a manutenção do preço. Um novo comprador pode pagar menos, exigir outro padrão de produto ou estar mais longe, aumentando a conta do transporte.

Embora a tarifa seja cobrada no país importador, o exportador brasileiro também pode pagar parte dessa conta. Se houver fornecedores concorrentes, o comprador pode exigir um desconto para manter o pedido. O negócio continua, mas sobra menos dinheiro para a cadeia que produziu e entregou a mercadoria.

Leia Também:  Mercado de milho enfrenta liquidez reduzida no Brasil e oscilações nos preços em Chicago e B3

Por isso, o efeito sobre o campo precisa ser medido também pelo preço recebido e pelos custos, além do volume exportado. Vender mais toneladas não garante maior renda: frete caro, descontos e despesas de produção podem consumir o ganho. Os R$ 20 bilhões anunciados são negócios realizados, não lucro dos produtores.

Há despesas antes mesmo do primeiro embarque. Certificações, comprovação da origem, adaptação de embalagens e transporte precisam entrar na conta. No pescado e nas frutas, por exemplo, a conservação durante a viagem pesa na viabilidade da venda. A autorização sanitária elimina uma barreira, mas não resolve toda a operação.

Produtores, cooperativas e agroindústrias também precisam manter registros que comprovem de onde vem o produto e como foi produzido. Essas informações podem ser condição para entrar e continuar no mercado. Organizar a documentação antes de negociar ajuda a evitar que uma oportunidade seja perdida por falta de comprovação.

Para 2027, a ampliação dos destinos oferece alternativas diante de novas restrições comerciais. O resultado para o produtor dependerá de transformar essas permissões em pedidos regulares, com preços que cubram os custos. A próxima medida do avanço será quanto cada mercado compra — e quanto dessa venda chega à renda de quem produz.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA