AGRONEGÓCIO

Expert XP 2025 reúne mais de 50 mil participantes e reforça protagonismo no mercado de investimentos

Publicado em

Evento consolida liderança global da XP Investimentos

A XP Investimentos realizou em São Paulo, no SP Expo, a 15ª edição da Expert, considerada o maior festival de investimentos do mundo. Em 2025, o evento teve como foco principal democratizar o acesso a conteúdos de qualidade sobre o universo financeiro, além de destacar a importância do planejamento financeiro para o público em geral.

Pop Up Financial Lab: educação prática e acessível

Uma das grandes novidades deste ano foi a Pop Up Financial Lab, uma arena interativa voltada para conversas práticas sobre aplicações financeiras e modalidades de crédito. O espaço reuniu especialistas que abordaram questões reais enfrentadas por investidores, como organização financeira e estratégias de alocação de recursos.

Debates com grandes nomes do mercado nacional

Durante dois dias de evento, líderes das principais instituições financeiras e corretoras participaram de painéis que discutiram os rumos da economia brasileira e global. Entre os destaques:

  • Fred Trajano, do Magazine Luiza, compartilhou sua experiência na transformação digital da empresa e no uso da tecnologia como ferramenta de inclusão financeira.
  • Alexandre Baldy, da BYD Brasil, tratou dos avanços da mobilidade elétrica e da transição energética, com foco em sustentabilidade e investimentos nacionais.
  • Marcelo Bacci, da Vale, falou sobre os desafios de equilibrar governança, eficiência operacional e entrega de resultados em um cenário econômico complexo.
Leia Também:  Comercialização de soja segue lenta no Brasil enquanto Chicago mantém preços estáveis
Temas estratégicos e foco no futuro

Além de gestores, analistas e assessores financeiros, o evento contou com uma programação rica que abordou temas relevantes como transição energética, agronegócio, política fiscal, eleições de 2026, mercado financeiro e geopolítica internacional.

Presenças internacionais e histórias inspiradoras

A edição comemorativa da Expert XP teve a participação de grandes nomes internacionais:

  • O ex-vice-presidente dos EUA e Prêmio Nobel da Paz, Al Gore, abordou o futuro dos investimentos diante de transformações climáticas, tecnológicas e geopolíticas.
  • Já o ator e ex-governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, emocionou o público ao compartilhar sua trajetória de superação, disciplina e impacto social, relacionando esses valores ao sucesso nos negócios e na vida pública.
Destaques em inovação, diversidade e protagonismo feminino

Com mais de 10 mil pessoas presentes no local, a Expert XP 2025 se destacou por oferecer experiências imersivas em temas como inovação, inteligência artificial, cultura empreendedora e práticas ESG. Um dos pontos altos foi a participação ativa de lideranças femininas do mercado financeiro, que enriqueceram os debates com visões estratégicas e histórias de destaque no setor.

Leia Também:  Crédito rural terá fiscalização mais rígida em 2026 e exigirá comprovação detalhada dos gastos
Balanço da Expert XP 2025
  • Mais de 50 mil participantes
  • 230 patrocinadores
  • 130 painéis
  • 350 palestrantes
  • Mais de 120 horas de conteúdo

A Expert XP 2025 encerrou reafirmando seu papel como um festival inclusivo, inspirador e transformador. O evento se consolidou como uma plataforma única que conecta conhecimento, inovação e grandes histórias àqueles que buscam protagonismo no mundo dos investimentos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Impasse entre parlamentares e governo trava socorro financeiro ao agronegócio

Published

on

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) intensificou as negociações com o Ministério da Fazenda em busca de um socorro financeiro para o setor, mas esbarrou em um impasse técnico que ameaça o planejamento da próxima safra.

Ao apresentar uma contraproposta com taxas de juros mais acessíveis e prazos estendidos, a bancada ruralista tenta reverter as restrições impostas pelo governo, que, até o momento, limita o auxílio apenas aos prejuízos causados por eventos climáticos, excluindo o impacto das oscilações de mercado que também comprimiram a receita dos produtores.

O agronegócio, motor de cerca de um quarto do PIB nacional, enfrenta um cenário de crescente pressão sobre o fluxo de caixa. Entre 2019 e 2025, uma sucessão de frustrações climáticas, somada à desvalorização dos preços das commodities, gerou um passivo significativo que agora trava a capacidade de investimento para o próximo ciclo produtivo. A urgência da FPA em encontrar uma solução baseia-se no temor de que a falta de crédito provoque uma retração na área plantada e no uso de tecnologia, impactando a produtividade de um setor que é pilar da balança comercial brasileira.

Disputa de números

A divergência entre as propostas em mesa reflete a busca pelo equilíbrio entre a viabilidade do produtor e a responsabilidade fiscal do governo. A FPA defende um modelo de renegociação mais abrangente: para perdas por eventos climáticos, a sugestão é de juros de 4%, 6% e 8% ao ano. Já para perdas causadas por movimentos de mercado, a bancada propõe taxas de 5%, 7% e 9% — valores escalonados conforme o porte do produtor. A entidade pede ainda um prazo de oito anos para pagamento, com dois de carência, e a ampliação do teto de financiamento para R$ 10 milhões por CPF.

Leia Também:  Monitor do PIB aponta crescimento de 3% da economia em 2023

O Ministério da Fazenda, contudo, mantém uma postura de maior rigor. A contraproposta do Executivo foca exclusivamente em perdas climáticas, com juros mais elevados — 6%, 9% e 12% ao ano — e um prazo menor de quitação: seis anos de pagamento com dois de carência. Além disso, a pasta sugere um limite de R$ 8 milhões por CPF para a renegociação.

Pontos de consenso e entraves

Embora o impasse nas taxas e na abrangência das dívidas persista, houve avanços em pontos estruturais. O governo concordou em manter o teto de R$ 50 milhões para financiamento a cooperativas, permitindo que estas atuem no repasse de crédito aos cooperados. Também houve progresso na discussão sobre um fundo garantidor e na flexibilização da regulamentação do crédito rural, permitindo que os bancos aproveitem melhor as garantias já existentes, atrelando-as à proporcionalidade da dívida.

Outro mecanismo em debate é a operação “mata-mata” para as Cédulas de Produto Rural (CPRs). A ideia é permitir que produtores emitam novos títulos para quitar dívidas anteriores, uma forma de organizar o passivo e destravar o fluxo financeiro. No entanto, o tratamento das dívidas privadas permanece como um dos pontos mais críticos; a FPA quer evitar que débitos remanescentes sejam renegociados a taxas próximas de 20%, defendendo uma trava atrelada à Selic para não inviabilizar a renegociação.

Leia Também:  Café Arábica Cai Abaixo de 230 Cents/lbp Mantendo a Volatilidade

A expectativa é que um texto de consenso surja nos próximos dias, seja para a publicação de uma Medida Provisória, com vigência imediata, ou o envio de um projeto de lei em regime de urgência. A resolução rápida é tratada pela bancada ruralista como condição indispensável para garantir que o setor mantenha o ritmo de produção que sustenta a economia nacional.

Fonte: Pensar Agro

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA