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Colheita com carga limpa pode aumentar rentabilidade do produtor de sorgo e abrir portas no mercado internacional

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Qualidade do sorgo é diferencial para o produtor rural

Com o mercado de grãos cada vez mais exigente, o produtor de sorgo precisa ir além do volume colhido e focar na qualidade do produto final. A limpeza da carga, com mínima presença de impurezas como palha, sementes daninhas, galhos e terra, impacta diretamente na rentabilidade, reduzindo descontos e facilitando o beneficiamento.

Benefícios da colheita “carga limpa”

Uma carga limpa pode garantir até 10% a mais no valor final do sorgo. Além disso, traz economia em secagem e armazenamento, reduz riscos de fermentação e melhora a eficiência no transporte, beneficiando toda a cadeia produtiva.

Tecnologia como aliada na qualidade do sorgo

A escolha da semente certa é fundamental para garantir a qualidade da lavoura. A Advanta Seeds, referência no melhoramento genético do sorgo, desenvolveu a tecnologia Igrowth, que oferece tolerância aos herbicidas da família das imidazolinonas. Essa inovação não transgênica possibilita o controle eficaz de plantas daninhas, importantes causadoras de cargas sujas e perdas na produtividade.

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Vantagens da tecnologia Igrowth para o produtor

Com a Igrowth, o manejo de plantas daninhas é facilitado, garantindo lavouras mais limpas durante todo o ciclo, favorecendo a colheita mecanizada e melhorando o rendimento operacional. Os híbridos Advanta também apresentam alto potencial produtivo, precocidade e tolerância ao acamamento, pontos essenciais para colheitas tecnicamente superiores.

Integração entre manejo e tecnologia

A colheita de qualidade depende de vários fatores: planejamento de plantio, genética adequada, controle eficiente de plantas daninhas, regulagem correta da colhedora e capacitação da equipe. A tecnologia Igrowth atua como base para uma lavoura mais limpa e produtiva, permitindo ao produtor colher com excelência e obter maior rentabilidade.

Cuidados para o mercado internacional

Com a possível abertura de mercados internacionais para o sorgo brasileiro, principalmente para a China, a qualidade e o manejo do produto ganham ainda mais importância. É fundamental evitar plantas daninhas proibidas, como o Sorgo Halepense (Sorghum halepense), que compromete a rentabilidade e pode resultar em descontos ou rejeição da carga no mercado externo.

Manejo integrado para controle do Sorgo Halepense

Essa planta daninha resistente exige estratégias combinadas, incluindo o uso de tecnologias genéticas como Igrowth, rotação de culturas, controle químico seletivo e monitoramento constante. O produtor que desconsiderar esses cuidados pode colocar em risco toda a rentabilidade da lavoura.

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Investir em colheita com carga limpa e tecnologia de ponta não é apenas uma prática recomendada, mas uma necessidade para garantir competitividade, rentabilidade e acesso a novos mercados. Cada grão limpo conta para o sucesso do produtor e do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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