AGRONEGÓCIO

Explosão em rede elétrica prejudica internet em unidades de Saúde de Cuiabá

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá informa que, na noite desta quinta-feira (24), uma explosão em um ponto de distribuição da operadora Oi, nas proximidades da Avenida Getúlio Vargas, ocasionou uma interrupção no serviço de internet em todas as Unidades Básicas de Saúde da capital.

Segundo a operadora, a queda de internet foi causada inicialmente por uma tripla falha na rede de transmissão, afetando diversos circuitos e clientes ao mesmo tempo. Por se tratar de uma falha massiva, a correção exige mais tempo. Diante da importância dos serviços da Secretaria Municipal de Saúde, especialmente por envolver o concentrador principal da rede, a operadora também enviou uma equipe técnica para verificar o acesso local.

Durante essa vistoria, foi detectada uma segunda falha, provocada pelo rompimento da fibra óptica após uma descarga elétrica em um poste. Para continuar o reparo, foi necessário aguardar a atuação da con ria de energia ENERGISA, devido aos riscos elétricos envolvidos.

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No momento, a equipe técnica da operadora segue no local, aguardando a liberação da Energisa para realizar a recuperação dos cabos e restabelecimento completo dos serviços. A expectativa inicial de conclusão é entre 11h e 12h (horário de Brasília) desta sexta-feira (25).

Apesar da instabilidade nos sistemas, os atendimentos seguem normalmente em unidades de saúde, principalmente as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Algumas dificuldades pontuais podem ocorrer em procedimentos que dependem diretamente de conexão com a internet, mas as equipes estão empenhadas em manter a assistência à população sem prejuízos.

A Secretaria pede a compreensão de todos e reforça que segue acompanhando o caso de perto até a completa normalização do serviço.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma avenida central de Cuiabá, tendo como foco principal um poste de iluminação pública com os fios de energia elétrica soltos. Na foto, também aparecem um carro branco e um homem sobre uma escada, trabalhando na manutenção do poste.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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