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Ibovespa abre em alta impulsionado por Vale e Totvs, enquanto tensão com EUA permanece no radar

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Abertura em alta com apoio da Vale

O Ibovespa iniciou esta terça-feira (22) em alta, com avanço de 0,5% por volta das 10h10, atingindo 134.840,8 pontos. O movimento foi puxado principalmente pelas ações da mineradora Vale, que desempenham papel de destaque na composição do índice.

Cenário corporativo movimentado

Além da força da Vale, o mercado também reagiu positivamente ao anúncio da Totvs, que informou a aquisição da Linx por R$ 3 bilhões. A operação chamou a atenção dos investidores, reforçando a percepção de dinamismo no setor de tecnologia brasileiro.

Outro destaque do noticiário corporativo foi a divulgação dos pedidos da Embraer no segundo trimestre, que também contribuiu para o sentimento positivo nos primeiros negócios do dia.

Tensão comercial entre Brasil e EUA segue no radar

Apesar do otimismo com as ações e as movimentações corporativas, os investidores mantêm atenção redobrada em relação ao cenário político e econômico externo. A aproximação da data para a entrada em vigor das tarifas de 50% impostas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros eleva a tensão no mercado.

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Futuros também registram alta

O contrato futuro do Ibovespa com vencimento mais curto, previsto para 13 de agosto, também mostrava valorização de 0,54% no mesmo horário, refletindo o tom otimista do mercado.

Atualização de momento da Bolsa

Às 10h40, o Ibovespa mantinha a trajetória de alta, com leve oscilação positiva e sustentação principalmente nos papéis da Vale, enquanto investidores seguem acompanhando novos desdobramentos nas relações diplomáticas e comerciais entre Brasília e Washington.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de soja disparam em maio e ANEC projeta embarques acima de 15,8 milhões de toneladas

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As exportações brasileiras de soja seguem em ritmo acelerado em 2026. Dados divulgados pela Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC) apontam que os embarques da oleaginosa devem alcançar 15,87 milhões de toneladas em maio, consolidando um avanço expressivo frente ao mesmo período do ano passado.

O levantamento da entidade, com base na programação de navios até a semana 20 de 2026, mostra que o Brasil já exportou 58,97 milhões de toneladas de soja entre janeiro e maio. No mesmo intervalo de 2025, o volume acumulado havia sido de 54,26 milhões de toneladas, indicando crescimento consistente da demanda internacional pelo grão brasileiro.

Soja lidera pauta exportadora do agro brasileiro

Somente na semana entre 24 e 30 de maio, os portos brasileiros devem embarcar cerca de 3,59 milhões de toneladas de soja. Na semana anterior, o volume programado era de 3,41 milhões de toneladas.

Os principais corredores de exportação seguem concentrados nos portos de:

  • Santos
  • Barcarena
  • São Luís/Itaqui
  • Paranaguá
  • Rio Grande

O Porto de Santos lidera novamente a movimentação, com previsão superior a 816 mil toneladas embarcadas na semana analisada.

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A forte presença da China continua sustentando os embarques brasileiros. Segundo a ANEC, os chineses responderam por 70% das importações da soja brasileira entre janeiro e abril de 2026. Espanha e Turquia aparecem na sequência, com 4% cada.

Farelo de soja mantém crescimento nas exportações

O farelo de soja também apresenta desempenho positivo no acumulado do ano. As exportações do derivado somaram 10,41 milhões de toneladas até maio, acima do registrado no mesmo período de 2025.

Para maio, a expectativa é de embarques próximos de 2,63 milhões de toneladas, reforçando a competitividade do processamento brasileiro no mercado internacional.

Entre os principais destinos do farelo brasileiro estão:

  • Indonésia
  • Tailândia
  • Irã
  • Holanda
  • Polônia

A Indonésia lidera as compras externas do produto, com participação de 20% no período analisado.

Exportações de milho avançam, mas ainda abaixo do potencial da safrinha

Os embarques de milho começam a ganhar força, embora ainda estejam distantes do pico sazonal esperado para o segundo semestre. Em maio, a previsão da ANEC aponta exportações de aproximadamente 367 mil toneladas.

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No acumulado do ano, o cereal soma 5,84 milhões de toneladas exportadas. O volume ainda permanece abaixo do ritmo observado em igual período de 2025, reflexo do calendário da segunda safra e da maior retenção do produto no mercado interno.

Os principais compradores do milho brasileiro em 2026 foram:

  • Egito
  • Vietnã
  • Irã
  • Argélia
  • Malásia

O Egito aparece como principal destino, absorvendo 27% das exportações brasileiras do cereal entre janeiro e abril.

Complexo agroexportador mantém força em 2026

Somando soja, farelo, milho, trigo, DDGS e sorgo, o Brasil já movimentou mais de 76,7 milhões de toneladas no acumulado de 2026 até maio, segundo a ANEC.

O desempenho reforça o protagonismo do agronegócio brasileiro no comércio global de grãos, especialmente diante da forte demanda asiática e da competitividade logística dos principais portos nacionais.

Especialistas do setor avaliam que o comportamento do câmbio, os prêmios portuários e o avanço da colheita da safrinha serão determinantes para o ritmo dos embarques nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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