AGRONEGÓCIO

Geadas preocupam produtores e afetam qualidade do milho no Paraná

Publicado em

Colheita da segunda safra avança, mas com sinais de alerta

A colheita da segunda safra de milho 2024/25 no Paraná atingiu 29% da área total estimada nesta semana, segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária divulgado na quinta-feira (17) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab). O avanço está ligeiramente acima da média das últimas cinco safras, que girava em torno de 20% neste mesmo período.

Qualidade das lavouras sofre deterioração

Apesar do bom ritmo de colheita, técnicos do Deral chamam atenção para a piora nas condições das lavouras que ainda não foram colhidas. Em apenas uma semana, a proporção de áreas em boas condições caiu de 68% para 64%. Paralelamente, as lavouras classificadas como em situação mediana subiram de 18% para 20%, e aquelas consideradas em condição ruim aumentaram de 14% para 15%.

Geadas são apontadas como causa da queda na qualidade

Segundo o Deral, as geadas registradas no final de junho em algumas regiões produtoras do estado podem estar diretamente associadas à piora na qualidade das lavouras. A equipe técnica destaca que os efeitos completos do fenômeno climático sobre a produtividade ainda não foram totalmente mensurados, mas que uma avaliação mais detalhada será realizada nas próximas semanas.

Leia Também:  Mercados asiáticos fecham semana em alta com impulso de dados econômicos chineses positivos
Expectativas para as próximas semanas

Com os trabalhos de campo em andamento e os sinais de deterioração nas lavouras, o cenário exige atenção por parte dos produtores e das autoridades. A produtividade final da safra dependerá, em grande parte, dos resultados das áreas ainda em colheita e da extensão dos impactos causados pelas geadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Brazil Wine Challenge reúne 89 especialistas internacionais e avalia mais de 1.100 amostras de 19 países em Bento Gonçalves (RS)

Published

on

O 13º Brazil Wine Challenge, promovido pela Associação Brasileira de Enologia (ABE), consolida sua posição entre os principais concursos de vinhos da América Latina ao reunir 89 especialistas internacionais para a avaliação de 1.127 amostras provenientes de 19 países.

O evento ocorre entre os dias 16 e 18 de junho, em Bento Gonçalves (RS), e destaca-se pelo rigor técnico, pela diversidade de jurados e pela metodologia de avaliação às cegas, garantindo imparcialidade e alto padrão de análise.

Júri internacional reúne especialistas de nove países

O corpo de jurados desta edição é formado por enólogos, sommeliers, pesquisadores, professores, jornalistas especializados e profissionais do setor vitivinícola.

Os especialistas representam nove países: Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Portugal e Uruguai. Entre eles, 10 atuam como presidentes de júri, responsáveis por coordenar as sessões de avaliação e assegurar o cumprimento das normas técnicas.

A composição multicultural do júri reforça a credibilidade do concurso e contribui para uma análise mais ampla e criteriosa das amostras inscritas.

Leia Também:  Governo orienta bancos sobre retomada das subvenções do Plano Safra
Edição histórica reúne 1.127 amostras de 19 países

O Brazil Wine Challenge 2026 registra números inéditos: são 1.127 amostras avaliadas, enviadas por 190 vinícolas de 19 países.

Além do Brasil, participam produtores da África do Sul, Alemanha, Argentina, Austrália, Azerbaijão, Bolívia, Bulgária, Chile, Espanha, Estados Unidos, França, Itália, Moldávia, Nova Zelândia, Portugal, Rússia, Turquia e Uruguai.

O volume e a diversidade internacional reforçam a relevância do concurso e a confiança do setor vitivinícola global na avaliação promovida pela ABE.

Concurso segue normas da OIV e garante rigor técnico

O Brazil Wine Challenge é o único concurso do Brasil realizado sob as normas da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), referência mundial em padronização de concursos enológicos.

O evento também conta com o respaldo da Associação de Enólogos da América, o que reforça a consistência metodológica e o reconhecimento internacional dos resultados.

De acordo com o presidente da ABE, enólogo Mário Lucas Ieggli, a credibilidade do concurso está diretamente ligada à qualificação do corpo de jurados e ao rigor técnico aplicado em todas as etapas.

Leia Também:  PIB do Agronegócio Brasileiro Deve Registrar Queda de 1,7% em 2024, Aponta Ministério da Fazenda
Degustação às cegas garante imparcialidade na avaliação

Todos os vinhos e espumantes são avaliados às cegas, sem identificação de origem, marca ou produtor. As sessões são conduzidas por presidentes de mesa designados especificamente para assegurar o cumprimento dos critérios estabelecidos pela OIV.

Os resultados finais serão divulgados ao término do concurso, consolidando o ranking oficial das amostras avaliadas nesta edição.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA