AGRONEGÓCIO

Coopercitrus começa hoje com expectativa de R$ 2 bilhões em negócios

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Com expectativa de movimentar R$ 2 bilhões em negócios e receber 25 mil visitantes, começa nesta segunda-feira (21.07), em Bebedouro (378 km da capital, São Paulo), a 26ª edição da Coopercitrus Expo, uma das maiores feiras cooperativistas do agronegócio brasileiro. A estimativa representa um crescimento de 11% em relação à edição anterior.

Realizada pela Coopercitrus, maior cooperativa agropecuária do país em número de associados, a feira reúne os principais nomes do setor de insumos, máquinas, tecnologias e serviços voltados à produção rural. A aposta da organização está no bom momento comercial, no aumento do número de cooperados e na retomada das compras por parte dos produtores paulistas.

O espaço dedicado aos insumos, que agora é climatizado, foi ampliado para 7 mil m² e reúne 78 empresas com foco em soluções agrícolas tradicionais e produtos biológicos. O Shopping Rural também está instalado na mesma área, facilitando a comparação e a negociação por parte do produtor.

As maiores fabricantes de máquinas agrícolas marcam presença, com destaque para os modelos de médio porte voltados ao pequeno e médio produtor. Máquinas seminovas, recebidas na troca por novas via cooperativa, estarão novamente disponíveis — tendência que vem ganhando força.

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No pavilhão Campo Digital, o público poderá conhecer ferramentas de agricultura de precisão, drones e soluções de monitoramento. A programação técnica inclui painéis sobre economia e exportações, além de uma palestra com ex-ministro da Fazenda.

A Coopercitrus Expo 2025 também terá uma área dedicada ao pequeno produtor, onde cooperados poderão expor gratuitamente produtos artesanais como queijos, embutidos, mel e bebidas, iniciativa inspirada em grandes feiras do setor.

Serviço: 

Evento: Coopercitrus Expo 2025
Data: de 21 a 24 de julho (segunda a quinta-feira)
Horário: das 8h às 17h
Local: Estação Experimental da Coopercitrus – Bebedouro (SP)

Fonte: Pensar Agro

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AGRONEGÓCIO

Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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