AGRONEGÓCIO

Casale leva soluções tecnológicas para a produção leiteira na Superleite 2025

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A Casale, referência nacional na fabricação de equipamentos para a pecuária, estará presente na 14ª edição da Superleite, que acontece entre os dias 15 e 18 de julho, em Pompéu (MG). A feira é considerada um dos maiores encontros do setor leiteiro do país, reunindo cerca de 35 mil visitantes de mais de 200 cidades.

Realizada pelo Sindicato dos Produtores Rurais de Pompéu, a edição anterior do evento registrou mais de 130 expositores e movimentou mais de R$ 320 milhões em negócios.

Foco em produtividade, eficiência e sustentabilidade

A Casale participa do evento com destaque na apresentação de equipamentos voltados à pecuária leiteira, trazendo soluções para diferentes perfis de produtores, com foco em tecnologia, sustentabilidade e aumento da produtividade no campo.

Entre os principais destaques da marca estão os misturadores de ração da linha Vertimix, com dois modelos em exibição:

  • Vertimix 35 Autocarregável (3,5 m³): Ideal para pequenos lotes de animais, com opções de descarga por esteira, bica de gravidade ou combinação entre as duas.
  • Vertimix 70 Autocarregável (7 m³): Voltado para maior capacidade de mistura.
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Ambos os modelos trabalham com qualquer tipo de volumoso, pellet ou concentrado, garantindo precisão na pesagem graças ao sistema exclusivo e independente de carregamento. O resultado é uma mistura mais eficiente e uma distribuição de dieta mais equilibrada, que impactam diretamente na produção de leite.

Resultados comprovados em campo

Segundo Reinaldo Braga, Consultor Técnico da Casale, os equipamentos já demonstram impacto positivo entre os produtores. “Alguns de nossos clientes registraram um aumento de cerca de 10% na produção de leite com o uso da Vertimix 35AC, por exemplo. É uma grande oportunidade participar da Superleite e poder demonstrar nossa tecnologia e reforçar nosso compromisso com este mercado”, afirma.

Atendimento técnico durante a feira

Durante os quatro dias de evento, a equipe técnica da Casale estará disponível para receber os visitantes, tirar dúvidas e apresentar em detalhes os benefícios dos equipamentos para a pecuária leiteira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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