O vice-governador Otaviano Pivetta afirmou que a educação é uma prioridade do Governo de Mato Grosso e que os investimentos em infraestrutura, formação e alfabetização estão mudando a realidade das escolas públicas no Estado.
Otaviano Pivetta participou, nesta sexta-feira (4.7), da entrega da reforma e ampliação da Escola Estadual Professora Alice Barbosa Pacheco, em Campo Verde, e de suas salas anexas no distrito de Santo Antônio da Fartura. A obra foi executada pela prefeitura, por meio de convênio com o Governo do Estado, com investimento de R$ 5,7 milhões.
“Nosso objetivo é fazer com que a educação de Mato Grosso seja uma das cinco melhores do Brasil. Quando o Estado encontra um parceiro sério e dedicado, como é o caso de Campo Verde, os projetos saem do papel. A escola é da população, dos filhos de vocês. É um espaço público que precisa do envolvimento das famílias, do sentimento de pertencimento que vejo aqui”, destacou o vice-governador.
Os avanços no ensino público do Estado já aparecem nos resultados. Mato Grosso teve o segundo melhor desempenho do país no Ideb do Ensino Médio, subindo do 19º para o 8º lugar no ranking nacional.
Desde 2019, o Estado entregou 37 escolas novas, reformou 84 unidades e tem outras 49 em obras, além de 9 escolas conveniadas com processos licitatórios em andamento. O investimento total ultrapassa R$ 1,2 bilhão. Também foram entregues 43 quadras poliesportivas, com outras 17 em construção.
Outro dado relevante é a redução da taxa de analfabetismo entre pessoas de 15 a 59 anos, que caiu para 3,8% — o menor índice desde 2016. O percentual está abaixo da média nacional e supera a meta estabelecida pela Secretaria de Estado de Educação.
“É com investimento, parceria com os municípios e presença do Estado nas comunidades que a gente transforma a vida dos estudantes. E é pela educação que vamos construir um futuro melhor para Mato Grosso”, concluiu o vice-governador.
O lançamento oficial para a imprensa da FIT Pantanal 2026, maior feira de turismo do Centro-Oeste e Norte do Brasil, realizado na noite desta segunda-feira (4.5), no Sesc Arsenal, em Cuiabá, apresentou um evento maior, mais estruturado e com ambição clara de consolidar o Estado como destino competitivo no cenário nacional e internacional do turismo. O evento conta com o apoio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).
Marcada para os dias 3 a 7 de junho, no Centro de Eventos do Pantanal, a feira chega a mais uma edição em expansão. Em 2023, foram 45 mil visitantes, depois saltou para 65 mil em 2024 e 70 mil em 2025. Agora, a meta é ultrapassar a marca de 100 mil pessoas, ampliando não só o público, mas também o volume de negócios gerados.
Mais do que uma feira de exposição, a FIT se posiciona como uma plataforma de negócios. Em 2025, o evento movimentou cerca de R$ 35 milhões em negociações e gerou impacto direto em diferentes cadeias, como agricultura familiar, artesanato e gastronomia, setores que, juntos, somaram mais de R$ 1,5 milhão em vendas dentro do evento.
Esse crescimento tem sido sustentado por uma estratégia de ampliação da feira, com mais municípios participantes, maior diversidade de produtos turísticos e fortalecimento da conexão entre quem vende e quem compra turismo.
“A FIT Pantanal vem crescendo a cada edição e, hoje, já se consolidou como o principal evento de turismo do Centro-Oeste e Norte do Brasil. Agora, o desafio é ampliar ainda mais, com mais municípios, mais experiências e um público maior. Este ano, mais de 80 municípios do Estado devem participar da feira”, afirmou o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau Júnior.
O evento também reforça uma mudança importante no discurso institucional. O turismo deixou de ser tratado apenas como potencial e passou a ser encarado como produto econômico estruturado. A cadeia envolve desde hotéis e restaurantes até pequenos produtores, artesãos e operadores turísticos.
“Quando falamos de turismo, estamos falando de experiências, de sonhos, mas também de oportunidades econômicas para várias áreas. É uma atividade que conecta cultura, gastronomia e negócios e que precisa ser tratada com estratégia”, destacou a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman.
A edição 2026 terá uma programação mais robusta, com conteúdo técnico, palestras e seminários voltados aos empresários e trabalhadores do setor, incluindo discussões sobre os impactos da reforma tributária no setor. Ao mesmo tempo, mantém o caráter aberto ao público, com experiências culturais e gastronômicas.
A diversidade de Mato Grosso também será um dos principais ativos explorados. A proposta é concentrar, em um único espaço, destinos que vão do Pantanal ao Araguaia, passando pela Amazônia e pelo Cerrado, criando uma vitrine integrada do Estado.
“A FIT reúne tudo o que Mato Grosso tem de mais competitivo. É uma oportunidade de apresentar e comercializar esses destinos para turistas do próprio estado, do Brasil e também do exterior”, afirmou o secretário adjunto de Turismo, Luís Carlos Nigro.
Outro eixo central da feira é a geração de negócios. Para isso, o Sebrae aposta em rodadas comerciais nacionais e estaduais, além da estruturação de novos produtos turísticos para ampliar a presença de Mato Grosso no mercado.
“O turismo é uma cadeia formada majoritariamente por pequenos negócios. Nosso trabalho é estruturar esses produtos e conectar os empresários aos mercados, e a FIT é o principal ambiente para isso acontecer”, explicou a assessora da Diretoria Técnica do Sebrae-MT, Marisbeth Gonçalves.
Entre as novidades desta edição, está o lançamento de novos roteiros, como a Rota dos Primatas, além da ampliação das rodadas de negócios e da participação de operadores de diferentes regiões do país.
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