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Semob orienta trânsito na Lavagem do Rosário e Marcha Para Jesus

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A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) atuará com escala extraordinária para direcionar o fluxo do trânsito neste sábado (28), em virtude de dois eventos: a lavagem da escadaria da Igreja São Benedito e a Marcha Para Jesus, sendo um pela manhã e outro no período da tarde.

Serão destinadas três viaturas com dois agentes de trânsito cada e três motociclistas para ambos os eventos.

Por conta da Lavagem da Escadaria, a Avenida Coronel Escolástico na região da igreja será parcialmente interditada entre as 8h e 10h. Para dar agilidade no fluxo do trânsito, ainda que seja menor que em dias da semana, agentes de trânsito estarão no local controlando e orientando os motoristas.

No período da tarde, antecedendo o horário da Marcha Para Jesus, marcada para iniciar 15h, agentes estarão posicionados desde às 14h para acompanhar o trajeto e permanecerão até as 19h.

A concentração da Marcha será na Praça do Choppão, descerá pela Av. Isaac Póvoas, depois seguirá pela Avenida São Sebastião até a Arena Pantanal.

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“Durante o percurso do evento os motoristas que costumam utilizar essas vias deverão buscar rotas alternativas”, orientou o diretor de trânsito da Semob, Pedro César Gonçalves.

A vice-prefeita e secretária municipal da Semob, coronel Vânia Rosa, destacou a importância do evento e a necessidade da presença dos agentes para segurança dos participantes.

“São eventos que integram os eventos da cidade e mexem tradicionalmente com a fé da população, e é fundamental que todos os envolvidos estejam comprometidos com a realização. E, para nós, é muito importante que ocorra de forma segura e organizada. Destaco a relevância do trabalho dos nossos agentes, que têm um papel essencial na garantia da ordem e da segurança de todos os participantes. Contamos com o empenho de cada um para que possamos oferecer um ambiente tranquilo e bem coordenado para a população”, pontuou.

#PraCegoVer

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Brasil colhe recorde de 4,14 milhões de toneladas de algodão em área menor

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O Brasil encerrou a colheita de algodão da safra 2025/26 com produção estimada em 4,14 milhões de toneladas de pluma, a maior da série histórica da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume supera em 1,5% o resultado do ciclo anterior, apesar da redução da área plantada. Com a fibra retirada do campo, o desempenho das exportações e a preservação da qualidade passam a pesar no resultado do produtor.

O avanço veio do rendimento das lavouras. A produtividade média atingiu 2.053 quilos de pluma por hectare, alta de 4,9% sobre a temporada passada, suficiente para compensar a diminuição de 3,2% da área cultivada, que ficou em 2,02 milhões de hectares. O país conseguiu, assim, ampliar a oferta sem expandir o plantio.

A etapa de colheita já ficou para trás nas principais regiões produtoras. No acompanhamento divulgado pela Conab os trabalhos alcançaram 100% da área monitorada, incluindo Mato Grosso e Bahia. A atividade prossegue nas algodoeiras, onde o beneficiamento separa a fibra do caroço e prepara a pluma para comercialização.

O mercado externo é decisivo para absorver essa produção. Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), reunidos pela Conab, o Brasil exportou 2,08 milhões de toneladas de algodão de janeiro a agosto, crescimento de 22,2% em relação ao mesmo período de 2025.

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Para 2026, a companhia projeta embarques de 3,42 milhões de toneladas, enquanto o consumo doméstico é estimado em 740 mil toneladas. A distância entre os dois volumes mostra o peso das vendas internacionais para o escoamento da fibra brasileira.

Dentro do país, a indústria têxtil continua cautelosa. Conforme a Conab, as empresas evitam grandes aquisições porque encontram dificuldade para repassar o encarecimento da matéria-prima aos produtos acabados. O estoque de passagem é projetado em 2,72 milhões de toneladas ao fim do ano, ligeiramente abaixo de 2025.

A quantidade colhida, porém, não conta toda a história. No Paraná, a Conab registrou que as chuvas na fase final da colheita, sobretudo no norte do Estado, comprometeram a qualidade da fibra, embora sem impactos relevantes no rendimento.

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), chuvas persistentes durante a abertura dos capulhos — os frutos abertos que expõem a fibra — favorecem a deterioração do algodão. A umidade e a ação de fungos podem provocar amarelecimento e perda de brilho, brancura e resistência, prejudicando a qualidade da pluma.

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Como a colheita já terminou, a atenção agora se volta ao produto armazenado e ao beneficiamento. A Embrapa alerta que o excesso de umidade no algodão pode favorecer fermentação e microrganismos, com danos à cor e à resistência da fibra. A retirada do campo, portanto, precisa ser acompanhada de armazenamento adequado para preservar o resultado obtido na lavoura.

Para o cotonicultor, a orientação técnica é manter o algodão protegido da água, verificar as condições de armazenamento e controlar a umidade antes do processamento. Na comercialização, volume disponível e qualidade da fibra precisam ser considerados juntos: o recorde nacional amplia a oferta, mas cada lote conserva suas próprias características.

Fonte: Pensar Agro

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